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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

HISTÓRIA, CULTURA E IGREJA NO CAMBODJA



A Igreja em Camboja

Dados gerais
• Capital
Phnom Penh

• População
11,1 milhões (21% urbana)

• Área
181.035 km2

• Localização
Sudeste asiático

• Idiomas
Khmer, francês

• Religião
Budismo 95%, crenças regionais 4%, cristianismo menos de 1%

• População Cristã
Menos de 100 mil, em rápido crescimento percentual

• Perseguição
Isolada, estável

• Restrições
Há liberdade de culto e de evangelização.

• No século XXI…
A influência da igreja no país crescerá paulatinamente.

Em 1864, o Camboja passou a ser um protectorado da França. Durante a Segunda Guerra Mundial, a maior parte do território foi ocupada pelo exército japonês. Em 1944 o país proclamou a independência, mas só em 1953 é que veio a conquistá-la definitivamente. Tentou manter a neutralidade durante a Guerra do Vietname, mas os vietnamitas utilizavam o território vizinho para abastecer as forças que operavam no Sul do Vietname. Este facto obrigou o Camboja a envolver-se na guerra. Em 1970 os EUA bombardearam a maior parte do país. Pouco tempo depois o primeiro-ministro Sihanouk foi deposto pelo general Lon Nol, apoiado pelos norte-americanos.
Este golpe provocou o descontentamento dos comunistas, os Khmers Vermelhos, chefiados por Pol Pot. Em 1976 foi proclamada a República Democrática do Camboja. No ano seguinte, o Partido Comunista do Camboja foi oficialmente reconhecido como o corpo governativo do país. Seguiu-se uma época de extrema miséria. Em 1979 as doenças e a fome, mas também o genocídio
sistematicamente praticado pelo regime, tinham já matado cerca de 2 000 000 de pessoas. Entretanto, os Khmers Vermelhos começaram a atacar o Vietname e, em 1979, o Camboja foi invadido pelo país vizinho. O regime comunista caiu e as forças vietnamitas instauraram um governo socialista. A partir desse momento, a guerrilha dos Khmeres Vermelhos passou a atacar sucessivamente o poder.
Em 1991, as várias facções assinaram um acordo de paz sob os auspícios da ONU.
Dois anos mais tarde, a ONU supervisionou as eleições livres e Sihanouk, que voltara ao país pouco tempo antes, formou um governo de coligação e mais tarde tornou-se rei. Nem por isso a situação política no país se mostrou estável, contudo. A guerrilha dos Khmers Vermelhos prosseguiu a sua luta. Por outro lado, deu-se em 1997 um golpe de estado em que o co-Primeiro-Ministro Hun-Sen afastou do poder o outro co-Primeiro-Ministro, o príncipe Ranariddh, filho do rei Sihanouk.

O Camboja está localizado no sudeste da Ásia, às margens do Golfo da Tailândia, mantendo fronteiras com o Vietnã, o Laos e a própria Tailândia. Seu relevo é caracterizado por planícies ao centro e montanhas nas regiões norte e sudoeste. Mais de dois terços do território cambojano é coberto por florestas tropicais.

Mais de 11 milhões de pessoas vivem no Camboja e quase a metade tem idade inferior a 15 anos. Pouco mais de 20% vivem em áreas urbanas e, portanto, a grande maioria da população vive em pequenas vilas na zona rural. Os khmers correspondem a 85,2% do povo cambojano, porém há muitas minorias étnicas, como os grupos cham, mnong e paong. Além disso, há imigrantes vietnamitas, chineses e laosianos. A capital do país, Phnom Penh, possui cerca de um milhão de habitantes.

O Camboja é uma democracia liberal multipartidária sob uma monarquia constitucional estabelecida em 1993. Nos anos 70, o país foi afetado pelo conflito do Vietnã e tem enfrentado sérios problemas internos desde então. Apesar da liberdade política, ainda há muita opressão no país.

O Camboja foi um poderoso reino entre os séculos I e XIV. Com seu declínio, o país tornou-se um mero joguete nos conflitos globais e regionais com os tailandeses, vietnamitas, franceses, japoneses e americanos. O Camboja foi vítima da trágica Guerra do Vietnã, que abriu caminho para que a organização extremista e marxista Khmer Vermelho tomasse o poder em 1975 e iniciasse um dos maiores genocídios do século XX. Quase todas as famílias ricas, com instrução e ligadas à política foram exterminadas e o resto do país foi transformado em um grande campo de trabalhos forçados. Em 1978, tropas vietnamitas invadem o país e expulsam o Khmer Vermelho do poder, mas logo após a invasão eclode uma feroz guerra civil que perdura até 1991.

Os cambojanos ganham menos de US$ 1.000 por ano apesar do crescimento da economia. Quase todos trabalham em atividades relacionadas à agricultura. Os anos de devastação provocaram sérios danos financeiros no país. Ainda que a situação econômica esteja melhorando, muitos problemas ainda persistem, como o analfabetismo – que atinge a metade da população –, a falta de infra-estrutura e escasso acesso à tecnologia.

Aproximadamente 90% da população é budista, enquanto cerca de 3% dos habitantes seguem o islamismo e outros 3% são adeptos de práticas animistas tradicionais.

A Igreja

Os cristãos correspondem a menos de 1% da população. No entanto, com a queda do Khmer Vermelho, o país passou a desfrutar de maiores liberdades a partir da década de 90, entre elas a liberdade de evangelização. Apesar de geralmente serem considerados cidadãos de segunda classe, os cristãos cambojanos estão começando a promover um impacto mais amplo através da pregação do Evangelho. Programas evangelísticos são transmitidos pela televisão e espetáculos de música cristã estão sendo realizados na capital.

A Perseguição

Durante o governo do Khmer Vermelho, os cristãos e monges budistas foram implacavelmente massacrados. Felizmente, a perseguição foi reduzida de forma significativa no governo atual. Embora ainda exista algum tipo de perseguição à igreja, há completa liberdade de culto e de evangelização.

O Futuro

A participação percentual dos cristãos no total de habitantes do país está aumentando. Por volta de 2050, é possível que o cristianismo alcance mais de um milhão de adeptos cambojanos, a maioria dos quais serão membros de igrejas locais.

Motivos de Oração

1. A igreja está desfrutando de um enorme movimento de liberdade. Louve a Deus pela abertura do Camboja ao Evangelho e ore para que essa oportunidade seja utilizada com máxima eficácia pela igreja.

2. Muitos convertidos não são sinceros em sua fé e visam apenas benefícios econômicos. Pressionados pelos budistas, um grande número de convertidos volta atrás em sua decisão. Ore para que a igreja seja capaz de colher e manter os convertidos, preparando-os adequadamente para a evangelização.

3. A perseguição continua, ainda que esporadicamente. Ore pelos cristãos e pastores que enfrentam algum tipo de perseguição por parte de radicais e do governo.

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

A população é de 13 881 427 habitantes (est. 2006), o que corresponde a uma densidade populacional de 75,16 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 26,9%o e 9,06%o. A esperança média de vida é de 59,29 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,556 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,551 (2001). As etnias do Camboja são a Khmer (90%), a vietnamita (5%) e a chinesa (1%) e outras (4%). A religião com maior expressão é a budista. A língua oficial do país é o khmer.

O Camboja é dividido em vinte províncias (khet). A capital, Phnom-Penh (1 157 066 habitantes) é situado à junção Mékong e o rio Tonlé Sap. Os outros centros urbanos são Battambang (171 382 habitantes), Kompong Cham (1 608 914 habitantes) e Kampot. Mais o grande porto é Sihanoukville, antigamente Kompong Som, sobre o golfo da Tailândia.

A língua oficial é khmer, ou cambojano. O francês, o inglês e o vietnamita são falados igualmente.

O budismo theravada ou Hinayana (budismo “do Pequeno Veículo”) é a religião majoritária (90 p. 100 da população). As outras religiões praticadas ao Camboja são o catolicismo, o Islão (praticado pelo Cham) e o budismo mahayana. Khmers Loeu são a favor da maior parte animistes.

perturbado completamente. As estimativas indicavam, para 1992, uma taxa de alfabetização de 62,2 p. 100, que tem progredido até 71,3 p. 100 em 2005. Ainda que certos estabelecimentos de ensino reabriram as suas portas desde 1990, as estatísticas permitem dificilmente apreender o movimento real.A herança cultural do povo khmer, major para a arte da península indochinesa, reflecte-se claramente no Camboja da era contemporânea. Numerosos edifícios (o palácio real à Phnom-Penh, por exemplo) são decorados no estilo arquitectural khmer e feitos de aparecer motivos como o garuda, um pássaro simbólico e mythique da religião hindouiste. Os objectos artesanais, frequentemente realizados em lantejoula de ouro ou dinheiro, reproduzem igualmente motivos antigos. A dança clássica cambojana mimo, mais puro no estilo tradicional, a vida legendária divinités antigos. Os vestígios de Angkor, capital Khmers dos ix e aos xv e século, constituem um dos sítios arqueológicos mais ricos e mais notáveis do mundo.

Em abril de 1975, o Camboja cai sob o controlo Khmers vermelhos e torna-se a República democrática Kampuchéa. Em 1979, uma organização rebelles, o Frente liso nacional para salvação Kampuchéa (FUNSK), deposita o governo khmer vermelho com o apoio dos bandos vietnamitas, e instaura a República popular Kampuchéa; o nome do país redevient oficialmente Estado do Camboja em 1989. Após a retirada dos bandos vietnamitas em 1989 e a intensificação guérilla khmère vermelha, diferentes factions assinam em outubro de 1991 os acordos de Paris sob a égide da O.N.U; um Conselho nacional supremo de 12 membros é criado para governar o país sob a tutela das Nações Unidas até ao comportamento de eleições livres. O príncipe Norodom Sihanouk é elegido o presidente do Conselho nacional supremo.

Em setembro de 1993, a nova Constituição restabelece a monarquia constitucional: em virtude da Constituição, o rei reina mas não governa. O poder executivo é exercido por um Primeiro ministro nomeado pelo rei e procedente da maioria parlamentar. O Parlamento é constituído de uma Assembleia nacional composta de 123 membros elegidos ao sufrágio universal direto para um mandato de cinco anos. Um criado por uma revisão constitucional adoptada em 1999, Senado agrupa 61 membros nomeados pelo rei; esta câmara dispõe apenas simples de um poder consultivo.

A particularidade da monarquia cambojana é que é élective. Com efeito, o rei não designa herdeiro, mas este é escolhido na família real pelo Conselho do trono, um órgão composto um Primeiro ministro, o presidente da Assembleia nacional, os chefes das duas ordens religiosas do Camboja e uns dois Vice-Presidentes da Assembleia nacional.

Em setembro de 1993, a nova Constituição restabelece a monarquia constitucional: em virtude da Constituição, o rei reina mas não governa. O poder executivo é exercido por um Primeiro ministro nomeado pelo rei e procedente da maioria parlamentar. O Parlamento é constituído de uma Assembleia nacional composta de 123 membros elegidos ao sufrágio universal direto para um mandato de cinco anos. Um criado por uma revisão constitucional adoptada em 1999, Senado agrupa 61 membros nomeados pelo rei; esta câmara dispõe apenas simples de um poder.


























Um comentário:

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