"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

DIVERSIDADE DE HÁBITOS ALIMENTARES

FOME NA ÁFRICA SUBSAARIANA, TEM ALGO QUE NOS POSSA PREOCUPAR?

Relatório da FAO e do PAM indica que o número de famintos no mundo deverá ultrapassar este ano a marca de mil milhão.

A recessão econômica que está a afetar o mundo causou um aumento significativo no número de pessoas que passam fome nos países pobres, revelando ao mesmo tempo um sistema alimentar global frágil e a necessitar de reforma urgente.

A afirmação consta do relatório "O Estado da Insegurança Alimentar", divulgado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO e pelo Programa Alimentar Mundial, PAM.

As agências da ONU estimam que o número de pessoas que passam fome deverá ultrapassar este ano a marca de mil milhão.

Na África Subsaariana, o número de famintos chega a 265 milhões, enquanto na Ásia e no Pacífico, cerca de 642 milhões não tem acesso a comida.

O relatório indica que o número de pessoas mal nutridas tem vindo a aumentar gradualmente na última década, mesmo antes da eclosão das crises financeira e alimentar.

As agências das Nações Unidas realçam que progressos no acesso a comida foram feitos nos anos 80 e princípios dos anos 90, graças a investimentos significativos na agricultura.

Mas a assistência oficial ao desenvolvimento caíu drasticamente nos últimos anos, resultando num aumento de famintos em muitas regiões.











Como todos sabem, a China é um país multinacional, com 56 etnias. Os Hans representam aproximadamente 92% da população nacional, sendo também a etnia com maior população do mundo. A dieta alimentar dos Hans adota cereais como alimentos principais e diversos tipos de carnes e legumes como complementares. Este hábito é muito diferente das etnias tibetana e mongol.
Durante longo processo de desenvolvimento, os hans cultivaram o hábito de fazer três refeições diárias, tendo como alimentos principais as massas e o arroz, além de milho, sorgo, grãos e batata. O paladar da população se diferencia segundo a região.
Com o vasto território e diferentes condições naturais da China, surgiram diferentes hábitos e cozinhas regionais.
Quanto aos principais alimentos básicos, o arroz é o carro chefe na região Sudeste do País, grande produtora de arroz, enquanto no Norte, onde se planta principalmente trigo, predominam as massas de farinha de trigo. Há centenas de variedades de alimentos de arroz ou trigo. O arroz, por exemplo pode ser servido cozido, frito ou em forma de sopa, pudim, bolinhos de farinha de arroz, triângulos embrulhados em folha de bambu etc. Com a farinha de trigo são feitos o pão chinês no vapor, com ou sem recheio, macarrões, pastéis, raviólis e mais uma grande variedade de massas.
A culinária chinesa tem mais de 4 mil anos de história, e pouco perdeu de suas características. Veio mais a influenciar do que a ser influenciada. Está na origem, por exemplo, da cozinha japonesa e de muitos países do sudeste asiático, como Tailândia e Vietnã.




A variedade de ingredientes e modos de confecção dos pratos fazem da cozinha chinesa uma das mais ricas do mundo. Porém, com base nos sabores de diferentes regiões, existem 8 escolas culinárias representativas, são de Shandong, Sichuan, Guangdong, Jiangsu, Fujian, Anhui, Zhejiang e Hunan, além dos pratos locais de Beijing e Hubei.
Os cozinheiros chineses souberam tirar proveito da inventividade e da versatilidade. Desenvolveram técnicas tão sutis de preparo e cozimento dos alimentos que transformaram sua cozinha em uma das mais refinadas do mundo.
A tradição estabeleceu que os alimentos não só devem acalmar o apetite, mas também devem ter propriedades curativas. A comida chinesa se baseia no equilíbrio, até mesmo nos banquetes mais abundantes e exorbitantes.
Agora vamos falar o que os chineses comem nas três refeições. Como costume, muitos chineses tomam um café da manhã bem tradicional, isto é, sopa de arroz acompanhada com algum legume salgado, leite de soja, ovos cozidos, pão chinês, pastel frito, e outros tipos de comidas de farinha, cozidos ou fritos.





Muitos chineses, principalmente os jovens, adotam o café de manhã ocidentalizado, isto é, leite, café, suco, pão, ovos fritos e presunto. Existem também diferenças entre o café da manhã do norte e do sul (dividindo-se geograficamente, a região ao norte do rio Huai se designa como norte e a região ao sul do rio Huai se designa como sul). Por exemplo, pela manhã do primeiro dia do Ano Novo lunar, os chineses do norte comem "jiaozi" (semelhante ao ravioli), enquanto os do sul comem "tangyuan" (bolinha de farinha de arroz glutinoso recheada).
No almoço e no jantar predominam os pratos. Os alimentos básicos do norte são feitos de trigo, como o pão chinês, pão recheado e massa. Já no sul o arroz está sempre presente nas refeições, com o acompanhamento de carnes, peixes e legumes. No norte, a comida é geralmente mais temperada, oleosa e com sabor mais forte, enquanto no sul é mais leve. Para uma família de três pessoas, sempre há quatro ou cinco pratos, uns de carne ou peixe, outros feitos de legumes e uma sopa.
Existem também algumas diferenças entre o almoço e o jantar na China. Como a maioria dos habitantes das grandes cidades, como Beijing, moram longe do trabalho, eles sempre almoçam no serviço. Uns levam a comida para o serviço e esquentam, outros pedem a entrega no local de trabalho. Portanto, o almoço, apesar de dotado de elementos nutritivos suficientes, é mais simples que o jantar.
No jantar, quando toda a família se reúne, a dona de casa, que também saiu do serviço, prepara os pratos. Costuma-se cozinhar carnes, peixes e legumes, querendo satisfazer todos os membros da família, assim como proporcionar uma refeição equilibrada. Quanto à sopa no sul, especialmente em Guangdong, há mais sofisticação. Ela é feita geralmente com galinha, costela de porco ou de boi, além de legumes. O cozimento dura várias horas, o que demonstra o cuidado dos habitantes de Guangdong com sua saúde.
Entre uma refeição e outra, não existe uma regra geral, dependendo apenas das pessoas. Quando estão com fome, comem biscoitos ou petiscos com leite, suco de frutas ou café. Também há muitas pessoas que não comem nada durante uma refeição e outra.
Se for dito que os chineses tem mais uma refeição além do café da manhã, almoço e jantar, então se refere à ceia. Os chineses têm o costume de saírem juntos à noite para comer alguma coisa, como petiscos, sopas ou massas, sendo uma oportunidade para se reunir com os amigos.


A cultura determina hábitos alimentares de muitos povos

Se você acha que em todos os lugares se come com talheres você está enganado!
Os brasileiros, de maneira geral, utilizam os talheres para comer e evitam sentar no chão na hora das refeições. Mas, existem diversas peculiaridades por este mundo afora. Não é preciso ir muito longe para identificarmos diferenças dos padrões ocidentais. No Brasil mesmo, é possível identificar etnias com hábitos alimentares que fogem à regra, principalmente entre as tribos indígenas. Os índios das tribos Marubo, que vivem na vivem na região do Amazonas, nas cabeceiras dos cursos do Ituí, Maronal e Curuça, por exemplo, além de comerem com as mãos, comem separados por sexo.
Entre os africanos, existem etnias que também usam as mãos para comer e preferem sentar-se no chão quando estão se alimentando. O hábito de comer com as mãos também é algo comum entre indianos e os guineenses. O missionário Jairo de Oliveira, em seu livro Missões e Culturas, relata que certa vez a missionária Flávia Bottrel, da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira " JMN, almoçando com uma indiana e uma guineense percebeu que até mesmo o modo como as duas utilizavam as mãos para levar a comida à boca era diferente. Segundo relato da missionária, a indiana junta a comida com as mãos e põe na boca de forma que os dedos toquem os lábios e as guineenses consideram estranho a maneira de comer das indianas.
Já os japoneses preferem os Hashis, uma espécie de "pauzinhos" para pegar os alimentos. Assim como nós, brasileiros, temos regras de etiqueta ao utilizar os talheres, o mesmo acontece com o uso dos hashis. Existem diversas regras de utilização dos hashis, uma delas é nunca espetar os hashis no alimento e não passar comida de um hashi para o hashi de outra pessoa.
Como vimos, os hábitos mudam de uma região para outra. O ideal é buscarmos o maior número de informações antes de adentrarmos em culturas diferentes, até mesmo para evitar constrangimentos. Não que isso não possa ocorrer, mas a probabilidade será menor.










Hábitos alimentares dos povos

Cachorros, cobras, sapos e baratas são iguarias finas em alguns países.
Há muitas diferenças nos hábitos alimentares dos povos. Se olharmos para os padrões alimentares dos brasileiros e compararmos com a de outros povos, muitos deles soarão esquisitos para nós. Por exemplo, em países como Guiné Bissau, Indonésia, China e Coréia é comum comer carne de cachorro, na Índia tomam sopa de cobra, em Hong Kong apreciam um assado de sapo, no Azerbaijão comem até o pênis do carneiro e na Tailânia baratas fritas são consideradas iguarias. À primeira impressão é a de estranheza, mas, o inverso também ocorre. Alguns povos também consideram estranhos alguns de nossos hábitos alimentares. Os judeus, por exemplo, ficam escandalizados com nossa prática de comer carne de porco.
Na Índia, a culinária destaca-se pelo uso de grande variedade de temperos aromáticos e condimentos picantes. Dependendo da região do país, o clima é bem frio e os temperos ajudam a reter a temperatura do corpo. Assim como na Índia, no Nepal e na Tailândia os pratos servidos também são bastante apimentados.
No Brasil, o comum é servir primeiramente as saladas antes dos ?pratos quentes?. O mesmo não ocorre na Itália. A salada é servida depois do ?prato principal?. Os brasileiros adoram carne, prova disso são os gaúchos ? especialistas no preparo do delicioso churrasco. Em contrapartida, os egípcios raras vezes comem carne vermelha e até mesmo peixe e por isso são vítimas da desnutrição e anemia. A alimentação deles é composta por muitos cereais e legumes. Um dos preparos tradicionais dos egípcios é o kishk, uma pasta de cereal e farinha misturada com legumes que é servido com pão, feito de milho.
É preciso preparar o paladar para enfrentar novos hábitos alimentares, pois dependendo do país recusar comida pode ser encarado como uma ofensa. Além de toda esta diversidade culinária, o modo como as pessoas se alimentam também têm suas peculiaridades. Por exemplo, quando comemos macarrão ao molho, aprendemos, desde a infância, que não é correto sugar o macarrão, considerado totalmente deselegante. Esta recomendação já não vale para os japoneses. Quando mais ruidosamente sugar o macarrão, melhor é. Arrotar na mesa, então, nem pensar! Isto foge das regras de etiqueta, pelo menos para nós, brasileiros. Já nos países árabes, arrotar após as refeições é um sinal de elogio. Existem países na África que dispensam qualquer tipo de talher na hora de comer, preferem utilizar às mãos para levar a comida à boca.
A alimentação é mais um dos desafios que terá que ser enfrentado pelo missionário transcultural. A adaptação ao novo hábito alimentar pode durar meses ou até mesmo anos.

18 comentários:

  1. Achei este blog por acaso e estou a achar muito interessante, vou ficar fã!!!!!!!!
    Um abraço.

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  2. achei esse blog muito nojento credo pensei que ia ficar com fome to sem apetite
    q nojo

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  3. Dr° Aderson assim o senhor se ilumina muito rápido-Hermann.

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  4. Interessante, aprendi vários hábitos alimentares, parabéns pela pesquisa!!!

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  5. pos assim vemos ate aonde. a fome pode chegar ......meu Deus

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  6. eeeeeeeeeeeeecccccccccccccaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    que nojooooooooooooooooooooo!!!!!!

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    899877777666 yuuj yyuiutg jhiok lhf ghvt

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  9. cada coisa que agente vê nesse mundo
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  10. cada coisa que agente vê nesse mundo....

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