"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

domingo, 10 de outubro de 2010


TRATAMENTO DIFERENCIADO PARA AS MULHERES NA INDIA

Aqui na Índia as mulheres trabalham na construção civil carregando pedras, terra, areia, cimento, concreto, tijolos etc. por metade do salario de um homem.
A igualdade nao deve ser somente salarial, tem que ser tambem profissional, ou seja, as mulheres tem que lutar pelo direito de serem costureiras, passadoras de roupa, joalheiras, cozinheiras e outras tantas profissoes que atualmente (2010) ainda pertence somente aos homens.









É impressionante o grau de exploração sofrido pelas mulheres indianas.

Como se já não bastasse ter que fazer tudo sozinha, cuidar da casa, dos filhos e dos sogros, elas também tem que bombear encher e carregar muitas kumbhas e baldes com água todos os dias.

É simplesmente MUITA população para poucos recursos. Já passou da hora dos indianos perceberem isso e pararem de procriar.

Muitas indianas preferem trabalhar na construção civil carregando pedras, areia, cimento, tijolos e concreto a trabalhar como domesticas, pois assim ganham um pouco mais.

No antigo Paquistão do Leste, o costume de queimar as mulheres com acido não só continua a todo vapor como também vem aumentando nos últimos anos, visto que os culpados NUNCA são punidos.
Qualquer motivo é pretexto para se queimar uma mulher com acido e também bebezinhos femininos cujo crime foi ter nascido sem pênis.




Na Índia os ataques por acido também são muito comuns, mas em Bangladesh a incidência é ainda maior, a ponto de ter um hospital dedicado somente para isto, a Fundação das Sobreviventes de Acido, que fica na capital do pais, Dhaka.
Milhares de vitimas de ataque com acido encontram refugio e tratamento nesta Fundação.




Dr. Ronald Hiles, um cirurgião plástico britânico aposentado tem prestado serviço voluntário já ha. 2 anos no hospital, disse que a intenção dos criminosos nunca é a de matar a vitima, embora muitas delas acabem morrendo e ficando cegas; o que os homens querem é desfigurar a mulher de modo que ela fique emocionalmente abalada, humilhada e com vergonha pelo resto da vida.
Maridos, pais, familiares, noivos, namorados etc. todos se sentem no direito de desfigurar uma mulher com acido por qualquer pequeno motivo que seja, e assim poder mostrar a arcaica sociedade que ele é macho de verdade!





No entanto ha. MUITOS casos em que o rapaz simplesmente gosta e paquera uma moca, mas ela não quer nada com ele e sentindo-se desprezado o criminoso covarde joga acido na moca para que ela fique deformada e assim ninguém mais a queira.
Babli agora com 8 anos de idade foi atacada com acido por seu próprio pai quando era recém-nascida. A mãe de Babli disse que o marido ficou com tanto ódio por ela ter nascido mulher que comprou um litro de acido e jogou em suas orelhas e em seus pés.






A Ásia é um continente podre! Desde o Oriente Médio ate o Extremo Oriente não se tem respeito pelos Direitos Humanos, pelo meio ambiente, pelas crianças, pelos animais e pelas mulheres.
É deprimente morar na Ásia e conhecer os asiáticos assim tão de perto. A China faz atrocidades com os bebezinhos femininos que são inimagináveis, os japoneses matam baleias, na Tailândia rola a maior pedofilia, nas Filipinas a prostituição impera e no oriente médio os apedrejamentos continuam de vento em popa.

Os paises onde as mulheres mais sofrem com ataques a acido sao: Afganistao, Paquistao, India, Cambodja e Bangladesh.

Uma garota muçulmana de 16 anos de idade foi queimada viva por seus vizinhos em sua própria casa em mais um “crime de honra”, desta vez na cidade de Ghaziabad.

Quatro vizinhos atearam fogo na adolescente pois suspeitavam que ela estivesse tendo uma relação amorosa com um rapaz.

A policia informou que os vizinhos ficavam de vigia, observando a casa onde ela morava e notaram que um rapaz ia visita-la com freqüência, quando seu pai não estava em casa.

Eu, já estou acostumado com este tipo de fato, nem me surpreendo. Sei bem que a verdade deve ser bem outra. Provavelmente estes quatro vizinhos a estupraram e em seguida a mataram ateando fogo nela, e inventaram esta estória para disfarçar o crime.

No entanto não podemos esquecer o caso onde os próprios familiares matam uma adolescente somente para lavar a honra família.

O número de crimes contra a mulher continua aumentando na Índia, enquanto seus agressores, que, em 41% dos casos, são o marido ou outros familiares, com freqüência ficam impunes devido a uma ineficaz aplicação da lei.
Segundo os últimos dados divulgados pelo Escritório Nacional de Registro de Delitos (NCRB), em 2007 foram cometidos no país 185.312 crimes contra mulheres e 75.930 foram classificados como "atos de crueldade de maridos e parentes".
Já outros quase 50 mil delitos registrados foram por assédio e agressão sexual.

O número de crimes contra a mulher continua aumentando na Índia, enquanto seus agressores, que, em 41% dos casos, são o marido ou outros familiares, com freqüência ficam impunes devido a uma ineficaz aplicação da lei.
Segundo os últimos dados divulgados pelo Escritório Nacional de Registro de Delitos (NCRB), em 2007 foram cometidos no país 185.312 crimes contra mulheres e 75.930 foram classificados como "atos de crueldade de maridos e parentes".
Já outros quase 50 mil delitos registrados foram por assédio e agressão sexual.
Estes números refletem um aumento do número de delitos de 12,5% em relação a 2006, e marcam uma tendência contínua nos últimos cinco anos.
Não estão incluídos nas estatísticas os 20.737 casos de violência sexual registrados em 2007, nem as 8.093 mortes por questões relacionadas com os dotes que os pais das futuras esposas devem conceder às famílias políticas, apesar de a prática ter sido abolida por lei.
O aumento no número de crimes tem uma explicação em dois fatores essenciais, informou à Agência Efe a diretora da ONG de defesa dos direitos da mulher Centre for Social Research (CSR), Ranjana Kumari.
"O número de crimes aumentou porque o de denúncias é mais alto, mas também porque a lei não está sendo aplicada de forma efetiva", explicou Kumari
A ativista destacou que, apesar de o marco legal destinado a proteger as mulheres estar mais desenvolvido do que há alguns anos -em outubro de 2006, entrou em vigor uma lei contra a violência doméstica-, não está funcionando de forma "dissuasória".
"Os criminosos não sentem a pressão da lei. A aplicação judicial está fracassando", acrescentou a ativista.
Outro dado significativo que se desprende dos registros do NCRB é que só 29% dos casos denunciados acabam em condenação, um número que está em sintonia com o percentual de penas por outros crimes cometidos na Índia.
No entanto, na Comissão Nacional da Mulher, organismo subordinado ao Governo indiano, as autoridades consideram que o problema não está na norma, mas na falta de conscientização social.
"As leis são suficientemente efetivas para proteger as mulheres, é a falta de conscientização a responsável pelo aumento dos delitos contra a mulher. Precisamos de uma mudança maior na mentalidade de nossa sociedade para lidar com estes temas", disse a funcionária da comissão Yasmin Abrar, citada pela agência de notícias "Ians".
A crença em que a autoridade masculina não pode ser questionada e na superioridade dos maridos sobre as esposas é um princípio enraizado culturalmente, explicou Kumari.
"Na Índia, os maridos são tratados como deuses, e muitas mulheres têm direitos limitados ou simplesmente desconhecem que os têm", acrescentou a ativista.
A especialista explicou que a maioria dos delitos que ocorrem dentro do lar são casos de violência sexual ou maus-tratos, quando as esposas "não cumprem os desejos dos maridos ou das famílias políticas".
Na Índia, o casamento continua sendo majoritariamente arranjado, e a mulher, ao se casar, passa a depender completamente do marido e da família política.
Kumari acrescentou que a falta de compensações econômicas e pensões de manutenção para as mulheres que pedem o divórcio é uma das razões pelas quais as vítimas não decidem se separar.
O próprio Governo calculou, quando entrou em vigor a lei que pretende protegê-las, que 70% das mulheres indianas sofrem maus-tratos, independentemente de os crimes chegarem, algum dia, a fazer parte dos registros oficiais. EFE


9 comentários:

  1. bom amigo, sei que esta postagem é antiga, porem vagando pela internet acabei chegando neste blog onde vi esse artigo que me interessou muito, por expor algo tao grave, que é a agressão contra as mulheres! o seu texto é bom, traz muitas informações úteis ( e chocantes), porem acho que você extrapolou um pouco com alguns comentários, por exemplo: "É simplesmente MUITA população para poucos recursos. Já passou da hora dos indianos perceberem isso e pararem de procriar." Amigo esta situaçao é algo comum nos países subdesenvolvidos, veja o Brasil por si só, nós somos um país com altos indíces de desigualdade e problemas sociais, enfretamos este mesmo problema de excesso de filhos ( em familias mais carentes), portanto nao podemos sair julgando essa situação como se fosse um problema de simples solução , pois nao é!
    outro comentario que me encomodou um pouco foi este, no qual você faz referência ao continente Ásiatico: "A Ásia é um continente podre! Desde o Oriente Médio ate o Extremo Oriente não se tem respeito pelos Direitos Humanos, pelo meio ambiente, pelas crianças, pelos animais e pelas mulheres.".. Acredito que você generalizou um problema para todo um continente, o que nao está correto, pois no mundo inteiro mulheres são vítimas de agressões físicas e psicológicas, nao podemos portanto colocar o continente Ásiatico como podre, já que olhando assim muitos lugares seriam podres (inclusive o Brasil, no qual o número de crimes contra a mulher só vem aumentando), as mulheres são vítimas no mundo inteiro, necessitamos mudar este quadro, com uma sociedade machista e preconceituosa nao iremos a lugar algum!

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  2. nossa q horrivel o tratamento dessas mulheres! :(

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  3. Nossa que triste, tenho um trabalho para apresentar sobre as mulheres na Índia e estou chocado como elas são tratadas. Parabéns pelo blog!

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  4. fiquei triste como eles trata a mulher na india

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  5. nossa, eu axo q tudo menos isso. eles sao uns vermes.
    gracas a deus aqui no brasil acido nao é muito axado no mercado.

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  6. É muito triste saber que existe mulheres sendo tratadas ao extremo nossa que falta de humanidade e dizem que isso e tradiçao, falta de humanidade de amor falta de Deus no coraçao

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