"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

sábado, 13 de novembro de 2010

MIANMAR, ANTIGA BIRMÂNIA, CONHECIDA COMO A "TERRA DOS TEMPLOS"

Regime de Myanmar libertou Aung San Suu Kyi


As autoridades militares da antiga Birmânia colocaram hoje um ponto final à prisão domiciliária de Aung San Suu Kyi, figura de proa da Oposição pró-democracia naquele país do sudeste da Ásia. Milhares de birmaneses celebraram nas ruas de Rangum a libertação da Nobel da Paz, que viveu 15 dos últimos 21 anos aprisionada pela ditadura. O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já veio dizer que "é tempo de o regime birmanês libertar todos os presos políticos".
A ordem de libertação, com o selo da junta de oficiais que governa Myanmar com mão de ferro desde 1962, foi comunicada a Aung San Suu Kyi. Pouco depois, a líder da Oposição democrática emergia de mais de sete anos de prisão domiciliar para aparecer a uma multidão de cinco mil apoiantes que depressa se concentrou à porta da sua residência em Rangum.

A sorrir, com uma flor no cabelo, Aung San Suu Kyi, hoje com 65 anos, falou por instantes aos seus partidários. Prometeu voltar a fazê-lo amanhã na sede da Liga Nacional para a Democracia (LND), o partido que a ditadura impediu de chegar ao poder, após uma vitória esmagadora nas eleições de 1990. “Há um tempo para estar em silêncio e um tempo para falar. As pessoas devem trabalhar em uníssono. Só então poderemos atingir o nosso objetivo”, afirmou.

“Uma inspiração para todos”
Aung San Suu Kyi, filha da figura tutelar da independência da Birmânia, o general Aung San, permaneceu 15 dos últimos 21 anos privada de liberdade. A última vez que pôde circular sem restrições foi em Maio de 2003. A sua libertação vinha sendo exigida com insistência pela comunidade internacional, incluindo alguns países-membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

População

Há uma alta taxa de mortalidade no país devido à AIDS. A doença diminuiu a expectativa de vida para 63 anos e elevou a taxa de mortalidade infantil. A taxa de crescimento demográfico também é afetada pelo vírus, sendo a segunda mais baixa da região.

A maioria dos birmaneses é adepta do budismo, que entrou no país durante os primeiros séculos da era cristã e tem sido a religião dominante desde o século IX. Ele exerce enorme influência sobre a nação.

Os muçulmanos se encontram na região do Arakan, próxima à fronteira com Bangladesh no extremo sudoeste do país. Crenças tradicionais são praticadas por minorias étnicas e influenciam a prática do budismo.





















Economia

Embora seja rico em recursos naturais, o país sofre com a má administração do governo, com políticas econômicas ineficientes, e com a pobreza rural. Entre 25-36% da população esta abaixo da linha nacional de pobreza.

Grande parte da população está envolvida em atividades ilícitas. Mianmar é o segundo maior produtor de ópio - droga utilizada na fabricação de heroína -, e há sérios problemas no país relacionados ao uso de drogas e à prostituição.

O país também trafica homens, mulheres, e crianças para exploração sexual, serviço doméstico ou trabalhos forçados no Leste e no Sudeste asiático.

Ciclone

Em maio de 2008, o ciclone Nargis atingiu Mianmar, deixando 134 mil mortos aproximadamente.

No princípio, o governo recusou e proibiu a entrada de agentes humanitários. Mas, depois, deu permissão a poucos grupos.















MIANMAR

Um país situado na Bacia e delta do rio Irrawaddy rodeado por altas montanhas em forma de ferradura que separam o país da Índia, China e da Tailândia.

Um país rico em recursos naturais, porém devastado pela ganância de seus governantes. Poucos países foram roubados e empobrecidos por seus próprios lideres de maneira tão completa. As grandes florestas de teça estão sendo devastadas. A exportação de maior êxito é o ópio, produzindo mais de 50% do suprimento mundial no chamado Triangulo Dourado na região da fronteira do Laos e Tailândia.

DESAFIOS À ORAÇÃO
Quatro décadas de regime militar repressivo isolaram a nação e levaram-na à pobreza. O desespero generalizado foi resultado da repressão da democracia em 1990. A coragem da líder do partido principal de oposição Aung San Sun Kyi (prêmio Nobel da paz de 1991, libertada hoje dia 13 de novembro de 2010, depois de passar quinze anos em prisão domiciliar).

ORE para que a comunidade internacional e outros membros da ASEAN possam ter voz ativa e agir para trazer a democracia ao país.
ORE pela pacifica mudança para um governo justo e democrático, que reconstruirá o país, tanto com liberdade democrática, quanto religiosa.

O isolamento da Igreja em Mianmar já dura 30 anos. Todas as missões Protestantes e Católicas foram expulsas em 1966. Louve a Deus pelos alicerces colocados por Adoniran Judson, o famoso missionário batista americano, e aqueles que o seguiram, pois, sobre estes alicerces, a Igreja cresceu e se tornou um grupo efetivo no envio de missionários.
ORE pela remoção das restrições quanto à comunhão com os cristãos de outras terras.

O regime militar tenta marginalizar e até eliminar a Igreja, contudo, o crescimento continua. O cristianismo tem sido profundamente enraizado e tem se fortalecido na adversidade. Muitos cristãos têm boa formação escolar e ocupam cargos de responsabilidade em todo o país. Entretanto, o crescimento desacelerou durante a década de 80, devido à teologia liberal. Atualmente, o crescimento é mais acentuado nas denominações mais novas. A maior parte do crescimento tem se dado entre as minorias étnicas: grupos kachin (jingphaw, rawang), lisu e lahu e 40% dos karen são cristãos.
ORE para que eles continuem a evangelizar cada subgrupo nos seus respectivos povos e que alcancem os povos não alcançados e a maioria birmanesa.

DESAFIOS ENFRENTADOS PELA IGREJA EM MIANMAR
Persistência e fidelidade sob perseguição. Há muita liberdade, contudo também há imposição de muitas restrições, sobre construções ou prédios, proselitismo, oportunidades de emprego e importação de literatura. Têm acontecido muitos casos de cristãos sendo forçados a construir templos budistas e a renunciar a sua fé.

ATIVIDADES DO BIRMANÊS EM MIANMAR




















RELIGIÃO
O budismo não é mais a religião oficial, porém o regime militar o favorece ativamente. Na teoria, há liberdade religiosa, mas devido à força do cristianismo entre as rebeldes de minorias étnicas, há muita discriminação contra os cristãos. Tem havido muitos casos de conversões forçadas ao budismo e violência contra os cristãos rurais.

Apesar do isolamento e repressão aos cristãos, há um crescimento considerável entre algumas minorias étnicas, e um grande interesse no Evangelho entre os monges budistas. Existem exemplos de milagres surpreendentes que levaram a muitas conversões.

TEMPLOS E PAGODAS DE MIANMAR


















4 comentários:

  1. Achei interessante a cultura da Birmânia.Parece que há uma mistura de povos chineses e indianos pela aparência fisionômica.

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