"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

VALE A PENA VER DIREITO - COMIDAS EXÓTICAS


Você é o que você come. Na cultura ocidental, o que você come reflete na sua saúde, em como o corpo absorve carboidratos, proteínas, açúcares e gorduras. Na cultura oriental, a frase tem outro significado. Ao ingerir um alimento, você assume suas propriedades energéticas. Isso explica parte do motivo pelo qual os asiáticos são os campeões em comida exótica (pelo menos aos olhos arregalados dos ocidentais). Do cardápio de chineses, vietnamitas, cambojanos, tailandeses e japoneses fazem parte ingredientes como escorpiões, baratas, besouros, aranhas, morcegos, peixes venenosos, ursos, cobras, pênis de animais e larvas.

Para quem tem estômago forte e espírito aventureiro, comer um espetinho de escorpiões ou o coração ainda pulsante de uma cobra é apenas uma experiência diferente numa viagem de turismo. Mas para os locais, a maioria desses pratos - além ser uma fonte rica em proteína - é como um remédio: eles podem aumentar a vitalidade, a virilidade, a resistência e a libido ou curar dores no corpo, acabar com pedras nos rins, resolver problemas circulatórios, aliviar a tosse e a asma ou diminuir a apatia. No Vietnã, por exemplo, a cobra é um alimento muito apreciado por suas propriedades medicinais, e há restaurantes especializados no preparo do animal. A carne do réptil, dizem, é boa para a vida sexual de homens e mulheres e pode até curar a malária.


O que escolhemos comer depende de onde nascemos e de como somos criados. Mas quase sempre o que nos repele não é o gosto da comida, mas o pensamento de ter de comê-la. E é esse pensamento que nos faz repelir a ideia de comer carne de cachorro, como acontece na China, onde há criadouros de uma raça do animal para abate culinário. Ou que nos faz nausear diante de uma salada de besouros ou de um prato de larvas fritas. Ou ainda que nos faz colocar os bofes pra fora diante de um "crocante" ovo de pata com um embrião de 17 dias. Algumas comidas são tabu, outras, proibidas, outras, ainda, são consideradas "incomíveis". Ma por que algumas culturas comem peixe cru, mas não comem queijo? O fato é que temos de nos alimentar para sobreviver, e o que é enojante para uns, pode ser uma iguaria para outros ou sua única fonte de sobrevivência.Ou você se recusaria a comer uma suculenta caranguejeira assada se a sua vida dependesse disso?

Nas próximas páginas você vai conhecer 12 alimentos estranhos ao redor do mundo. Mas lembre-se de que alguns deles só são estranhos dentro da cultura ocidental.







PÉ DE GALINHA - PARECE CHICLETE MAS É GOSTOSO!


Ratos são uma iguaria servida em ocasiões especiais na Tailândia

Sabe aquele roedor asqueroso do qual costumamos fugir ou então matamos sem dó? Pois o rato é um dos alimentos que vão à mesa dos tailandeses de várias maneiras. No norte do país, os locais costumam assar o bicho inteiro em uma espécie de churrasqueira improvisada e dividi-lo com os familiares e os convidados como uma iguaria muito especial - embora tenham à mão também porcos, bois e outros animais comestíveis mais comuns, eles preferem os ratos para ocasiões especiais. Os ratos assados são servidos com molho extremamente apimentado e com uma tigela de arroz grudento. Quem já provou diz que o sabor da carne do rato é parecido com a do coelho.

Segundo a Larousse Gastronomique, os ratos ainda são consumidos em algumas partes da França, mas como qualquer item da culinária francesa, são preparados de maneira requintada. No Vietnã, a procura é pelas ratazanas prenhas. Em vez da rata, os vietnamitas preferem seu fetos que, dizem, têm a carne muito mais saborosa, aumentam a virilidade e podem ser comidos crus.



Ensopado de pênis de touro
China: Pênis de touro, cachorro, cavalo, veado...

Para os chineses, o pênis de touro é um afrodisíaco com as mesmas propriedades do Viagra. Segundo a tradicional medicina chinesa, se cozido com as ervas certas, ele tem a capacidade de deixar quem o come com um desejo sexual incontrolável. Mas mesmo para os chineses, e embora seja encontrado nos mercados, o pênis de touro é um tabu culinário. Não é todo mundo que se aventura a provar a carne firme, cheia de tendões, do órgão sexual do touro. Assim como é preciso experiência para prepará-lo corretamente. Para que a carne não fique com gosto de urina e dura, o cozinheiro precisa abrir o pênis e lavar muito bem o canal da urina que corre ao longo do órgão, depois, deve cozinhá-lo por, no mínimo, quatro horas e servi-lo como numa sopa.

Em Pequim há um restaurante especializado em órgãos genitais de animais. O Guolizhuang tem vários tipos de pênis (cavalo, boi tibetano, cachorro russo, veado, bode da Mongólia, de touro, de foca, de burro) quatro de testículos no cardápio (de galo, de bode, de boi e de cavalo). Lá os pratos recebem nomes pomposos, como "Cabeça coroada com bracelete de jade", feito com pênis de cavalos da região de Xin-jiang, e "Dragão na chama do desejo", feito com pênis de boi tibetano cozido inteiro, frito e flambado

Testículos de galo

Um prato bastante comum nos países do sudeste asiático é o testículo de galo. Ele é servido cru, e o cliente o cozinha à mesa em água fervente com temperos e legumes. Parecem feijões gigantes, rosados e com finas veias espalhadas pela membrana que recobre a carne que, depois de cozida, fica suculenta e macia como um tofu


Venezuela, Camboja e Austrália: Tarântulas

Tarântulas, ou caranguejeiras, são comidas assadas, fritas ou na brasa

Aranhas são bichos que mexem com nossos medos mais profundos. Mas venezuelanos, cambojanos e australianos não temem o aracnídeo. Ao contrário, adoram comê-los fritos, na brasa ou assados. Na verdade, não é qualquer espécie de aranha que pode ser devorada pelo homem. A ideal - e preferida - é a tarântula, ou caranguejeira: o bichão peludo que geralmente é usado em cenas assustadoras de filmes tem a maior parte da carne concentrada no abdome.

Antes de consumir a tarântula, no entanto, é preciso despelá-la. Isso é feito colocando-a diretamente na chama, para que os pelos altamente irritantes sejam queimados, evitando que se alojem no pulmão de quem a come. Na Venezuela, a tarântula é consumida assada na brasa, como churrasco, pela população indígena: eles caçam a tarântula gigante na toca, embrulham-na em folha de bananeira e depois a assam na brasa. No Camboja, onde era fonte principal de alimento da população faminta na época do Khmer Vermelho, a aranha é temperada com sal e alho, frita e servida em espetos ou em bandejas. Na Austrália, embora ela seja consumida principalmente pelos aborígenes, a caranguejeira também faz parte de algumas receitas elaboradas por chefs renomados (flambada no brandy).


Caldo de turu
Prato predileto dos ribeirinhos da Ilha de Marajó, no Pará, o turu é um molusco que vive dentro de troncos de árvores apodrecidas nas águas salobras do mangue marajoara. Parecido com uma lombriga branca e leitosa, o turu tem textura gelatinosa e pegajosa e é consumido pelo catadores cru, com algumas gotas de limão e um pouco de sal. Chega a medir até um metro e meio e tem a espessura de um polegar de circunferência. Quando chega à cozinha dos restaurantes e pousadas da região, já limpos, é consumido como sopa, como caldo (a receita é ensinada sem medidas exatas e com variações que incluem leite de coco e vinagrete de alho, cebola, limão, tomate e azeite), à milanesa ou cru, temperado como o ceviche peruano.

Com gosto muito parecido com o da ostra e do mexilhão, o turu é rico em cálcio (cada 100g contém 153 mg de cálcio), ferro (55 mg/100g), potássio (117 mg/100g) e magnésio (71mg/100g) e tem baixo teor de gordura (0,7g/100g). Os dados são da tabela nutricional de alimentos aborígenes da Austrália, onde o turu também é encontrado e consumido

NO BRASIL - FAROFA DE IÇA (TANAJURA)

Não é só do outro lado do mundo que os insetos fazem parte do cardápio humano. No Brasil, a içá (tanajura), fêmea rainha da saúva, é amplamente consumida em áreas rurais do sudeste do país, principalmente no Vale do Paraíba (SP). Comida dos primeiros habitantes do país, os índios brasileiros, a içá acabou caindo no gosto do sertanejo e dos tropeiros. A época ideal da "colheita" da içá são os meses de setembro e outubro, quando as formigas saem aos bandos em busca de comida após o inverno.

Rica em proteínas, a içá tem baixo teor de gordura e alto teor de fósforo e ferro. Ela é consumida torrada ou em farofas com farinha de mandioca grossa, depois de retirados o abdome e as pernas, só sobrando a bunda gordinha da tanajura. Quem já provou diz que a formiga tem gosto de amendoim. Mas há quem diga que ela tem um leve sabor de crustáceos. O que confere à iguaria seu sabor peculiar, no entanto, é a textura crocante da bundinha da rainha que está recheada de ovas.

E a bundinha da formiga içá vira uma farofa crocante
.


LAGARTAS FRITAS NA AFRICA DO SUL
Parece tarefa de reality show de sobrevivência na selva, mas comer um prato de lagartas é algo bastante comum em países do sudeste africano, como Botsuana, Zimbábue, Moçambique, Zâmbia, Namíbia, Angola e Malawi. As lagartas azul-esverdeadas (Imbrasia belina) se alimentam das folhas da mopane, árvore que só ocorre na África. São bem bonitinhas na árvore, mas perdem o apelo depois de colhidas (os galhos são chacoalhados e elas caem no chão), terem o interior espremido para fora, e serem cozidas e secas no sol para reidratação quando necessário. Fonte fácil e gratuita de alimento, a lagarta da mopane contém 60% de proteína e grande quantidade de fósforo, ferro e cálcio. Mas ela tem época certa de colheita: um pouco antes de fazer o casulo, caso contrário, não são tão nutritivas e saborosas. Quem já provou a iguaria diz que o sabor é como o de um papel cartão temperado. Talvez seja por isso que ela geralmente seja servida com um molho. O restaurante Iyavaya, em Joanesburgo, costuma servir a lagarta da mopane frita e acompanhada por molho de tomate apimentado. Ao que parece, a receita faz sucesso, já que o restaurante encomenda 40 kg do verme a cada duas semanas.

Na África, da lagarta da mopane é consumida frita e acompanhada de um molho


Antes da existência dos fast food e das fazendas, os insetos alimentaram caçadores pré-históricos do mundo todo. A entomofagia, ou o hábito de comer insetos, é ainda é praticada por milhões de pessoas em sociedades tradicionais, como a asiática e a africana. São fontes de alimento ricas em gordura e proteína e podem ser encontradas em abundância na natureza. Em países como a China, o Vietnã e o Camboja, os insetos são vendidos em barracas na rua, em restaurantes especializados e em mercados.

Quem visita Pequim encontra a iguaria em bandejas dispostas nos balcões. Lá espetinhos de escorpiões, baratas e besouros dividem o espaço com grilos, cavalos marinhos e estrelas-do-mar. Além de serem apreciados pelo sabor e pela textura, esses alimentos são consumidos por suas propriedades medicinais e energéticas. Segundo os chineses, o escorpião tem a capacidade de esquentar o sangue quando o clima está frio, aumentar a virilidade de quem o come e curar certas doenças. O cavalo-marinho, de aumentar a libido e a capacidade sexual. E as baratas, de aumentar a força muscular. Vai encarar?

Escorpiões, baratas e cavalos-marinhos dividem as bandejas de espetinhos à venda em barracas de Pequim .


Fugu

Prato da culinária japonesa, fugu é nada mais que carne de baiacu servida geralmente como sashimi. O problema do fugu é que a espécie de baiacu utilizada tem em suas vísceras uma substância chamada tetrodotoxina (TTX), que é um veneno potente resistente ao cozimento. Em 50-80% dos casos de envenenamento, mata em 24h. Não existe antídoto.
“Com tantos outros peixes sem veneno, não era mais fácil vocês humanos me deixarem em paz?”
Várias curiosidades envolvem o fugu:
• É o único prato que o Imperador do Japão é proibido de comer, devido aos riscos associados.
• A criação de baiacus livres da toxina existe no Japão, isto porque acredita-se que o baiacu não a produz, e sim a adquire através da ingestão de organismos que contenham bactérias que produzem o veneno. Assim, com cuidados especiais, criam-se peixes sem veneno. Ninguém foi envenenado por comer esses peixes especiais.
• Desde 1958, é necessária uma licença especial para preparar o fugu. O curso dura 2 a 3 anos, e existe um exame, no qual apenas 30% dos candidatos são aprovados. E não, eles não são reprovados por matar alguém, apenas por erros no procedimento.
• O sashimi do fugu é preparado num arranjo em forma de crisântemo – símbolo da morte no Japão. Por que será?
• Entre 1996 e 2006, ocorreram em média 30 envenenamentos por fugu no Japão, a maioria entre pescadores que comeram o fruto de seu trabalho.


Vinho de pênis de veado
Voltando à China, encontramos uma bebida que aqui no Brasil seria imortalizada pelos piadistas de plantão. O recipiente contém um licor forte, com um pênis de veado flutuando no meio.
A bebida foi proibida durante as Olimpíadas de Pequim, pois poderia conter substâncias que, se ingeridas por atletas, seriam detectadas no antidoping.

Hakarl

Mudando um pouco de continente, estamos agora na Islândia. Hakarl, ou Kaestur Hakarl, significa tubarão fermentado.
Trata-se de uma espécie local de tubarão cuja carne é venenosa se consumida de imediato, porém, após um processo especifico, torna-se viável o consumo.
Tal processo consiste em cortar a cabeça, retirar as vísceras do tubarão e deixá-lo enterrado em areia, prensado com pedras (para drenar fluidos), fermentando por 6 a 12 semanas. A carne é então cortada em pedaços e deixada secar por meses. Ou seja, carne podre de tubarão.
de que, dizem, o gosto é bem razoável.
novatos são orientados a tapar o nariz antes de comer, senão é vômito na certa. Apesar
Pronta para o consumo, a iguaria desenvolve um cheiro de amônia tão forte, que os
E aí? Pensando em virar vegetariano?

Mais uma iguaria asiática. A imagem fala por si. Mas pelo menos são cozidos.




Kopi Luwak
Nada mais é que um singelo cafezinho. Muito popular na Indonésia.
O curioso é o processo de preparação da bebida. As sementes do café são primeiro ingeridas por uma civeta (um bicho parecido com um guaxinim) e coleta-se os grãos que saem nas fezes do animal. Os grãos são limpos e, após o processamento, a bebida é preparada.
Vai encarar?

Cocô da civeta com os grãos de um dos cafés mais exóticos do mundo.



Sopa de esperma, Japão


No Japão acredita-se que o saco com o esperma do bacalhau pode dar ao homem maior resistência na cama e esse é o motivo de muitos japoneses consumirem uma sopa com esse ingrediente. Quando a sopa começa a ferver a bolsa com o esperma derrete, criando um caldo cremoso chamado de Shirako ou crianças brancas. Para desagrado deles o prato só é preparado durante o inverno.

NINHO DE PASSARINHO
Você estaria disposto a pagar US$ 10 mil por 1 kg de ninho de passarinho? Mas veja, não é um ninho qualquer, mas um ninho feito da saliva de um tipo de andorinha. Esse ninho é o ingrediente principal de um dos pratos exóticos mais caros do mundo: a sopa de ninho de passarinho. É caro porque as andorinhas asiáticas constroem seus ninhos com saliva por um período de 35 dias, durante a época de procriação. Os ninhos, só podem ser colhidos três vezes ao ano e com muito esforço por parte dos coletores, que se arriscam numa perigosa escalada aos paredões rochosos onde os ninhos são construídos. Essa colheita arriscada só contribui para elevar o preço do produto.

Os ninhos da andorinha asiática são ricos em nutrientes e têm elevados níveis de cálcio, ferro, potássio e magnésio. Acredita-se que a iguaria também tenha valor medicinal, ajudando a digestão, aumentando a libido, melhorando a voz, aliviando as crises de asma, melhorando a concentração e fortalecendo o sistema imunológico. Os ninhos de passarinho são consumidos em sopa. Depois de colhidos, eles são lavados para a retirada de penas e vendidos a restaurantes, onde são servidos cozidos em caldo de galinha. Durante o processo de cozimento, os ninhos soltam uma substância que confere textura gelatinosa à sopa.
Em Hong Kong, o preço de um pratinho da sopa de ninho de passarinho custa de US$ 30 a US$ 100.

Um grande problema é conseguir uma grande quantidade de ninhos para satisfazer a gula.
Na cidade de Jodoh os coletores da iguaria inventaram o ardil de reproduzir por alto-falantes o som de acasalamento para atrair os andorinhões.
Um único quilo de ninho pode ser vendido por até 2000 dólares.





CASU MARZU – O QUEIJO CHEIO DE INSETOS VIVOS

Cultura é cultura, não adianta a gente torcer o nariz para os alimentos que alguns países adotam, e da Itália vem o famoso Casu Marzu, ou modde casu, casu cundhidu ou mesmo formaggio Marcio. O queijo é notável, exatamente por sua excentricidade, normalmente está cheio de insetos vivos, larvas.
O queijo é proibido, exatamente por motivos de saúde, mas é encontrado na Sardenha na Itália, país de origem do produto, no mercado negro, o casu marzu, pode ser traduzido literalmente para “queijo podre”.
O queijo ultrapassa o tempo normal de fermentação, vai para uma fase de decomposição, inclusive é provocada pelas larvas da mosca do queijo. Estas larvas são deliberadamente introduzidas para o queijo promova um alto nível de fermentação.
Algumas pessoas procuram retirar as larvas antes de consumir o queijo, que alegam que tem um gosto muito suave, exatamente porque as larvas eliminam a gordura do queijo. Entretanto muitas outras preferem comer com larvas e tudo, uma delícia.
O Casu Marzu será considerado tóxico assim que as larvas morrerem, portanto deve ser consumido enquanto as larvas estão vivas, e deve ser servido com um bom vinho forte. Alguns até acreditam em efeitos afrodisíacos de tamanha iguaria. Um outro detalhe é que as larvas quando perturbadas saltam a uma distância de até 15 centímetros, podendo chegar até os olhos da vitima, digo do apreciador.
A proibição do consumo de tal queijo foi motivada devido às reações alérgicas provocadas, e do perigo de consumir tal produto em estado avançado tóxico, causando vômitos, náuseas, dor abdominal e diarréia sanguinolenta, isto devido às larvas serem muitos resistentes ao suco gástrico do estomago do homem.
Sei lá, depois disso deu uma vontade de comer um queijinho com um bom vinho


Balut - Das Filipinas

Quase todo mundo gosta de ovo cozido. Mas e se o ovo viesse premiado com um feto quase totalmente desenvolvido? Pois essa é uma iguaria que os filipinos vendem nas ruas e adoram comer pelo equilíbrio de texturas e sabores. O balut é um ovo de pata com um embrião desenvolvido de 17 dias - até o ponto de ter penas e bico. Ele é cozido e depois comido na casca, mergulhado em molho de soja e vinagre ou temperado com sal, suco de limão, pimenta-do-reino e coentro. Ao descascar o ovo é possível ver o feto do pato com sua pele translúcida, os olhos e tudo. Quem já provou diz que os ossos da ave conferem à iguaria uma consistência crocante. Não raro, as penas malformadas ficam presas entre os dentes, como um fiapo de manga. Reza a lenda que o balut tem propriedades afrodisíacas. Nas Filipinas, o balut é servido como entrada em restaurantes: cozido, frito em omeletes ou como recheio de tortas.

Balut é ser servido como aperitivo em restaurantes; cozidos estilo de adobo, fritas em omeletes ou mesmo usado como preenchimento de pastelaria.




Sopa de morcego, ilhas Palau, Indonésia e Vietnã

Considerada uma iguaria essa sopa não seria ruim se não tivesse entre seus ingredientes morcegos que foram cozinhados vivos, com pêlos e tudo. As ilhas possuem morcegos insetívoros e frutívoros, mas geralmente apenas esses últimos são consumidos, por serem bem maiores e com mais carne que os outros. A pessoa escolhe o que achar mais “gostoso” e então o animal é cozinhado durante algumas horas em leite de coco, com frutas, especiarias e gengibre.



29 comentários:

  1. isso sim e realidade mas
    muitos tem quer ver isso

    ResponderExcluir
  2. Meu chapéu!!!!!!!na natureza nada se cria nada se perde, tudo se come.

    ResponderExcluir
  3. Lol , que gosto viu!

    ResponderExcluir
  4. Que horror, me deu vontade de vomitar!

    ResponderExcluir
  5. isso e orrivel nao comeria isso nem me pagando

    ResponderExcluir
  6. NOSSAAA NEM ME IMAGINO COMENDO ALGO PARECIDO<<))

    ResponderExcluir
  7. Eles desenvolveram estes pratos em épocas de fome, salvaram suas vidas, vamos valorizar.

    ResponderExcluir
  8. so comeria somente na ultima fome mesmo rss

    ResponderExcluir
  9. so comeria no ultimo instante de vida mesmo rss

    ResponderExcluir
  10. Que nojo num cumeria nem me pagando

    ResponderExcluir
  11. ecaaaa quiiii nojooo !!! prefiro passa fo,e do que bcome isso.

    ResponderExcluir
  12. ecaaaa quiiii nojooo eu naum comeria nem fudeno prefiro passa fome do que come isso !.

    ResponderExcluir
  13. Eu achei nojento, eles não acham por que isso faz parte da cultura deles e para eles comer isso é normal. Com certeza deve existe algo que comemos aqui que lá eles acham horrivel.Eu não comeria nada do que vi nadinha mas é muio bom conhecer culturas diferente.

    ResponderExcluir
  14. As últimas iguarias que tem que cozinhar com os bichos vivos deviam ser proibidas devido a crueldade com os animais.

    ResponderExcluir
  15. Adelia... E daqui uns dias vao cagar num prato e comer em seguida... tanta coisa boa pra comer...ainda tem doido pra comer essas coisa... eu ein...

    ResponderExcluir
  16. Adelia... E daqui uns dias vao cagar num prato e comer em seguida... tanta coisa boa pra comer...ainda tem doido pra comer essas coisa... eu ein...

    ResponderExcluir
  17. Daqui uns dias vao cagar no prato e comer em seguida...que nojo dessas coisas...tantas coisas boas pra se come e o ser humano fica procurando cabelo em ovo... a nem....

    ResponderExcluir
  18. Eu acho que cultura é cultura e deve ser valorizada.
    O que não deve ser valorizado e não tem o mínimo do meu respeito, é a crueldade de deixar um animal indefeso, que esta apenas tentando sobreviver agonizar ate a morte,para na maioria das vezes "alimentar" quem nem sente mais fome.
    Muitas dessas culturas começaram quando muitos tinham que sobreviver por causa da fome, mas nesses casos acima ninguém mais precisa sobreviver e tem mais. sobreviver é uma coisa agora deixar um animalzinho agonizando é puro desrespeito aos seres vivos.
    Acho ridículo!

    ResponderExcluir
  19. na realidade esses serao nossos alimentos do futuro quando o consumo superar a produçao de alimento

    ResponderExcluir
  20. Deixamos de tanta imundice. Com Tanta coisa Que A Natureza Tem Na mata, e outros Sitios Á varios Animais de grande porte, que são vejeterianos, porque o Homem Sendo o Mais Perfeito, é o pior deles Todos. Comentou Dre, Rogoff.

    ResponderExcluir
  21. Fiquei com nojo e com dó do Pintinho, que foi cozido vivo dentro do ovo. ����

    ResponderExcluir
  22. Hummmm...Só coisas boas!!!

    ResponderExcluir

Seu comentário é muito importante, faça-o aquí.