"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

CONHEÇA A REPÚBLICA DO BENIM -

O Benim ou Benin[9] (em francês: Bénin), oficialmente designado como República do Benim (em francês: République du Bénin), é um país da região ocidental da África limitado a norte pelo Burkina Faso e pelo Níger, a leste pela Nigéria, a sul pela Enseada do Benim e a oeste pelo Togo.

Sua capital constitucional é a cidade de Porto-Novo, mas Cotonou é a sede do governo e a maior cidade do país. O país tem 112 622 km² e uma população de quase 9 milhões de habitantes (2009). Antiga colónia francesa, o país alcançou independência em 1 de agosto de 1960, com o nome de República de Daomé. Em 1975 o país adotou o actual nome de Benin, em razão de o país ser banhado a sul pela Baía de Benin.









O território onde o Benin se situa era ocupado no período pré-colonial por pequenas monarquias tribais, das quais a mais poderosa foi a do reinado Fon de Daomé. A partir do século XVII, os portugueses estabelecem entrepostos no litoral, conhecido então como Costa dos Escravos. Os negros capturados eram vendidos no Brasil e no Caribe. No século XIX, a França, em campanha para abolir o comércio de escravos, entra em guerra com reinos locais. Em 1892, o reinado Fon é subjugado e o país torna-se protetorado francês, com o nome de Daomé.

No tratado franco-alemão de 1897 e no anglo-francês de 1898 ficaram fixos os limites definitivos da colónia. Em 1904 integra-se na África Ocidental Francesa. O atual país é o resultado artificial da expansão colonial francesa que uniu os antigos reinos do povo Fon (Daomé e Porto Novo) com numerosos povos do interior, formando a colónia de Dahomey (Daomé).










LOUVE A DEUS PELA ABERTURA ESPIRITUAL ACONTECIDO DURANTE OS ANOS 90.
O governo civil está se deparando com desafios e responsabilidades, e muitas igrejas foram implantadas por grupos de evangelização anteriores. Benin foi um país fonte de muitos escravos, e, agora, tem começado a experimentar a liberdade através de Cristo.

O presidente é nascido de novo em Cristo depois de muitos anos perdido entre o comunismo e o ocultismo. Ele é sempre chamado de o “presidente-pastor” e defende ativamente o ministério cristão no país. Ore para que seu testemunho não seja comprometido e que seu sucessor também possa encorajar a evangelização.

O crescimento da igreja está acontecendo em todas as regiões. A década de 90 chama nossa atenção pela abertura para o crescimento lkda igreja nas igrejas no norte (Natimba, Burba, Belime, Fulbe, etc.). e no sul (Mina, Nagô, Aja, Gun e atualmente os Fons). No norte e na região central (Lokpa, Bariba, Cabe, Fulbe, Boko, Ditamari e Fon, etc, e atualmente os Dassa, Dendi e Sola); no sul as Batistas Evangélicas no extremo norte (Dendi e Gurmantche), Ore pela visão de expansão para todos os povos e comunidades não alcançadas e pela estratégia para alcançar este objetivo.





POVOS MENOS ALCANÇADOS.
Nenhum povo em Benin tem uma maioria cristã, e o numero de evangélicos é pequeno. Benin tem o maior percentual, entre os países africanos de seguidores de crenças tradicionais, e é o país não muçulmano menos evangelizado no sul do Saara africano. Povos específicos para oração:

a) O povo Fon é estratégico e influente em Benin. Através do animismo fon o vodu foi desenvolvido. Eles têm uma minoria cristã significativa, mas nominal, de 20%, mas vivem no medo e na supertição. No entanto, a eficaz implantação de igrejas e as orações produziram muitos frutos nos anos 90, através do trabalho de muitas missões que experimentaram um rápido crescimento das igrejas, incluindo a SIM e SBC. Há uma grande necessidade de lideres para os novos convertidos. Existe apenas um obreiro treinado para cada 10 igrejas do povo fon.
b) Os povos Gbe, que incluem os fons e outros 19 grupos relacionados, formam uma complexa mistura de povos não alcançados e não evangelizados com a população de mais de 3 milhões de pessoas. Dentre a maior parte destes povos, existem poucas igrejas evangélicas nativas.
c) Os Nagôs vivem na fronteira sudeste com a Nigéria, na região de Ketou. Até pouco tempo, os nagôs tinham pouco contato com o Evangelho. Mas esforços missionários estão sendo iniciados para conquistar frutos entre as igrejas evangélicas nativas implantadas entre eles.
d) Os Idacas (mais de 30.000) aumentaram os limites de Benin e Togo, e estão vivendo um tempo de rápido crescimento na implantação de igrejas. As igrejas deles estão alcançando as vilas vizinhas, que não tem nenhum missionário trabalhando entre eles.
e) Os Ifés (176.000) aumentaram os limites de Benin e Togo, e estão vivendo um tempo de rápido crescimento na implantação de igrejas. As igrejas deles estão alcançando lãs vilas vizinhas, que não tem nenhum testemunho do Evangelho, e têm trazido estas pessoas para a palavra da vida.
f) Os povos muçulmanos. Recentemente, os obreiros da IMB-SBC iniciaram um ministério entre os Anii e Mokolé. Pouco tem sido feito entre os povos mais urbanos. Dierma, Hausa e Mossi. O islamismo lesta se expandindo entre muitos povos centrais e do norte, mas entre o povo fulbe (bulas) uma grande abertura vem acontecendo, e mais de 2.000 pessoas já se entregaram a Cristo.










As igrejas de Benin precisam de lideres. O recente crescimento da igreja trouxe muitos novos cristãos, mas levou a uma diminuição no treinamento lde lideres que possam ensinar a Bíblia e demonstrar santidade. Muitas tribos e vilas pedem por pastores e missionários que mostrem um cristianismo bíblico klque substitua sua fé sincretista. Ore pelos professores e alunos lque estão lno Instituto Bíblico da AoG (32 alunos0) e pelos Cursos por Correspondências (ICI).











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