"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

GUINÉ-BISSAU - ALGUMAS IMAGENS INTERESSANTES

A Guiné-Bissau é um país da costa ocidental de África que se estende desde o cabo Roxo até à ponta Cagete. Faz fronteira a norte com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné-Conacri (ex-francesa) e a sul e oeste com o oceano Atlântico. Além do território continental, integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o Arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, de Pedro Álvares, de Bolama e de Canhabaque.

Foi uma colónia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência, em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente - mas não pelo colonizador. Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974. A Guiné-Bissau, juntamente com Cabo Verde, foi a primeira colónia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.[4]

Actualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.

ASSEMBLÉIA NACIONAL POPULAR DE GUINÉ BISSAU








GEOGRAFIA
Com uma área de 36 126 km2, o país é maior que a Bélgica, Taiwan, Haiti ou mesmo os estados brasileiros de Alagoas e Sergipe.

O país estende-se por uma área de baixa altitude. O seu ponto mais elevado está 300 metros acima do nível do mar. O interior é formado por savanas e o litoral por uma planície pantanosa. O período chuvoso alterna com um período de seca, com ventos quentes vindos do deserto do Sahara. O arquipélago dos Bijagós situa-se a pouca distância da costa


Clima
Situada aproximadamente a meia distância entre o Equador e o Trópico de Câncer, a Guiné-Bissau tem clima tropical, caracteristicamente quente e húmido. Há duas estações distintas: a estação das chuvas e a estação seca. O território insular, composto por mais de 80 ilhas, exibe algumas das melhores praias da África Ocidental.

A estação das chuvas estende-se de meados de Maio até meados de Novembro, com maior pluviosidade em Julho e Agosto. A estação seca corresponde aos restantes meses do ano. Os meses de Dezembro e Janeiro são os mais frescos. No entanto, as temperaturas são muito elevadas durante todo o ano.


ESCOLA

SALA DE AULA
SALA DE AULA
VENDEDORA DE FRUTAS
LIDER TRADICIONAL EM GUINÉ BISSAU - ALAGI SALIFO CAMARÁ
IMAN - REGIÃO DE TOMBALI


BAFATÁ
SALÃO DE BARBEARIA
DEMOGRAFIA
A população da Guiné-Bissau é constituída por mais de 20 etnias, com línguas, estruturas sociais e costumes distintos. A maioria da população vive da agricultura e professa religiões tradicionais locais. Cerca de 45% dos habitantes praticam o islamismo. As línguas mais faladas são o fula e o mandinga, entre as populações concentradas no Norte e no Nordeste. Outros grupos étnicos importantes são os balantas e os papéis, na costa meridional, e os manjacos e os mancanhas, nas regiões costeiras do Centro e do Norte. O crioulo é a língua veicular interétnica.

COSINHA

QUARTO DE DORMIR






BOLAMA - GUINE BISSAU

CABRITOS ABATIDOS PARA A FESTA DE ANIVERSARIO





Crescimento populacional da Guiné-Bissau, 1961-2003.População: 1,5 milhão de habitantes (est. 2008)

Estrutura etária (estimativas de 2000):

0-14 anos: 42% (homens: 271.100; mulheres 272.304)
15-64 anos: 55% (homens 335.150; mulheres 370.667)
65 anos e mais: 3% (homens 16.574; mulheres 19.920)
Taxa de crescimento da população: 2,4% (estimativas de 2000)
Taxa de nascimentos: 39,63 nascimentos/1.000 habitantes (2000)
Taxa de mortalidade: 15,62 mortes/1.000 habitantes (2000)
Taxa de migração: 0 migrante/1.000 habitantes (2000)

Número de homens/mulher (2000):

Ao nascer:' 1,03 homem/mulher
Com menos de 15 anos: 1 homem/mulher
15-64 anos: 0,9 homem/mulher
65 anos e mais: 0,83 homem/mulher
Total da população: 0,94 homem/mulher

Taxa de mortalidade infantil: 130 mortes/1,000 nascimentos (2004)

Expectativa de vida ao nascer:
Total da população: 49,04 anos
Homens: 46,77 anos
Mulheres: 51,37 anos (2000)

Taxa de natalidade: 5.27 crianças por mulher (2000)










Grupos étnicos:

Balantas 30%
Fulas 20%
Manjacos 14%
Mandingas 13%
Papéis 7%
Europeus e outros: menos de 1%
Religiões:

Animismo (crenças tradicionais africanas 50%
Islamismo 45%
Cristianismo 5%
Línguas::

Português (oficial)
Crioulo Guineense
línguas africanas
Taxa de alfabetização(definição: com 15 anos ou mais, sabendo ler e escrever)
Total da população: 53,9%
Homens: 67,1%
Mulheres: 40,7% (1997










SUBDIVISÕES DE GUINÉ BISSAU
A Guiné-Bissau é dividida em oito regiões e um sector autónomo:

Bafatá (capital: Bafatá)
Biombo (capital: Quinhamel)
Sector autónomo de Bissau (Capital: Bissau)
Bolama (capital: Bolama)
Cacheu (capital: Cacheu)
Gabu (capital: Gabu)
Oio (capital: Farim)
Quinara (capital: Quinara)
Tombali (capital: Catió)










ECONÔMIA EM GUINÉ BISSAU
A Guiné-Bissau, fortemente dependente da agricultura e da pesca, é objecto de um programa do FMI (Fundo Monetário Internacional) para o ajuste estrutural. A castanha de caju, de que é hoje o sexto produtor mundial, aumentou consideravelmente de preço em anos recentes. O país exporta peixe e mariscos, amendoim, semente de palma e madeira. As licenças de pesca são uma importante fonte de receitas. O arroz é o cereal mais produzido e um ingrediente típico e indispensável na alimentação.

Em 1998, a guerra entre facções apoiadas pelo Senegal e a junta militar que controlava o país destruiu grande parte das infraestruturas e causou danos em todas as regiões, fazendo cair o PIB 28% naquele ano, com uma recuperação parcial em 1999. A produção agrícola baixou cerca de 17% durante o conflito. Na produção de castanha de caju, a descida chegou a 30%. A piorar a situação, o preço deste último produto caiu 50% no mercado internacional em 2000, agravando a devastação começada com a guerra civil.

Rio Geba, próximo à capital.Antes da guerra, os maiores êxitos do governo tinham sido a reforma comercial e a liberalização dos preços, tudo sob a tutela do FMI. A austeridade fiscal e o incentivo ao desenvolvimento do sector privado deram novo fôlego à economia. Após a guerra civil, as medidas de recuperação lançadas pelo governo (novamente com a ajuda do FMI e também do Banco Mundial) trouxeram alento à debilitada economia e, em 1999, permitiram que o PIB recuperasse 8%.

Em Dezembro de 2000, a Guiné-Bissau tentou uma ajuda internacional de 800 milhões de dólares para a estratégia de redução da pobreza, que deverá ser aplicada em 2002. O país só começará a receber boa parte da quantia quando satisfizer exigências básicas.

As prospecções de petróleo, fosfato e outros recursos mineiros vão começar em 2010. Há já extração de petróleo na zona de exploração conjunta com o Senegal.

A economia guineense acusou nos últimos 3 anos alguns avanços e, segundo o FMI, vai crescer este ano 2,3%, devido ao aumento da produção e da exportação de castanha de caju e às receitas das licenças de pesca. O país está optimista, pois já existem investimentos de grandes empresas multinacionais em diferentes áreas, com destaque para o turismo












CULTURA DA GUINÉ BISSAU
A Guiné-Bissau possui um património cultural bastante rico e diversificado. As diferenças étnicas e linguísticas produziram grande variedade a nível da dança, da expressão artística, das profissões, da tradição musical, das manifestações culturais.

A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diversos grupos étnicos.

Os povos animistas caracterizam-se pelas belas e coloridas coreografias, fantásticas manifestações culturais que podem ser observadas correntemente por ocasião das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimónias de iniciação.

O estilo musical mais importante é o gumbé. O Carnaval guineense, completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.

O músico José Carlos Schwarz é ainda hoje considerado um dos maiores nomes de sempre da música guineense.










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