"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ILHAS DA REPÚBLICA DAS MALDIVAS

A República das Maldivas é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul do continente asiático, constituído por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas.
Durante um longo período, a República das Maldivas foi um dos segredos mais bem guardados do mundo, uma maravilhosa cadeia de ilhas baixas de coral no Oceano Índico, um paraíso para os mergulhadores, entusiastas dos desportos aquáticos e amantes do sol. Todas estas atrações são ainda muito evidentes, mas nos últimos anos o potencial turístico do país foi desenvolvido na forma de uma grande número de estâncias nas ilhas.
Nas Maldivas a maioria das estâncias encontra-se no Atol de Malé (Kaafu). Algumas encontram-se em Vaavu, Baa e Lhaviyani. O Atol de Alifu (Ari) foi declarado a nova Zona de Turismo das Maldivas essas ilhas oferecem passeios para pescar à noite, soberbos mergulhos e windsurf, e a maioria tem condições para a prática de scuba diving, navegação em dhoni, ski aquático e voleibol. Algumas oferecem condições para outros esportes, incluindo badminton e ténis.
Capital das Maldivas é Malé, situada perto do aeroporto no extremo sul do Atol de Malé Norte. Embora haja alojamento disponível, muito poucos visitantes estrangeiros ficam na capital, mesmo aqueles em viagem de negócios ficam normalmente numa das ilhas próximas e viajam de barco para Malé. A capital tem várias lojas que vendem exemplares de artesanato local e produtos importados. Outras atracões incluem o Museu Nacional, os mercados do peixe e da fruta, a maravilhosa Mesquita de Hukuru (ou Sexta Feira), do séc. XVII, e a Grande Mesquita, com o seu magnífico minarete dourado em forma de cúpula.






A cultura local foi transformada com um série de influências. Por sua localização geográfica, era ponto estratégico na rota dos navegadores em suas cruzadas para o Oriente. Tanto os ingleses como os indianos exerceram poderes sobre o governo das Maldivas. A sua religião, inicialmente era a budista, foi convertida para o islamismo no início do século XII. Os portugueses tiveram um curto domínio das Maldivas século XVI.
Os pratos principais são peixes, arroz e frango, sempre muito temperados, consequência da influência indiana na sua culinária. A venda de bebidas alcoólicas é proibida. Porém essas leis não se aplicam nos resorts, para alegria dos turistas. A religião islâmica não permite a exibição dos ombros e joelhos, este é um dos motivo pelos quais os resorts estão em ilhas desabitadas, afastados do povo local para prevenir os efeitos da influência dos turistas nos seus costumes.
No passado, as Maldivas foram exploradas apenas por aventureiros e mergulhadores, Desde os anos 70 que o turismo passou a ser observado como uma fonte de rendimentos importante para o país, longe de ser um destino de massa, as Maldivas aparecem como um dos destinos mais belos e exótico do mundo.















GEOGRAFIA
Área: 298 km2. 1.200 ilhas de corais em 19 grupos administrativos a 600 km ao sudoeste do Sri Lanka, no Oceano Indico. Somente 202 ilhas são habitadas. Elas tem um tamanho médio de 1 km2 e estão entre um e dois metros acima do nível do mar.

POVOS
Nativos: 93% Maldivanos de origem Dravidiana.
Estrangeiros: 7%, Indianos, Cingaleses, Paquistaneses, Bengaleses e alguns ocidentais, a maior parte em empregos temporários.
Alfabetização: 93% Língua Oficial: Divehi, de origem sânscrita.

ECONOMIA
A pescaria e o l turismo são as principais fontes de comércio internacional. A falta de solo fértil e de água fresca e à grande densidade populacional mantém o povo em um índice de subsistência.
Renda per capita: $1.180 (4% dos EUA).

A República das Maldivas é um grande arquipélago de 1.190 ilhas, localizado 1.600 km a sudoeste da Índia. Essas ilhas de coral agruparam-se em 26 atóis; 200 ilhas são habitadas, e 80 são resorts para turistas.

Os maldívios são uma mistura de indianos, cingaleses e árabes. Aproximadamente 18% da população é formada por imigrantes que trabalham na indústria do turismo. Aproximadamente 675 mil turistas visitam as ilhas anualmente.

Anni, o atual presidente do país, é um ex-prisioneiro político. Ele foi eleito nas primeiras eleições multipartidárias do país, em outubro de 2008.

Anni derrotou o presidente Maumoon Abdul Gayoom no segundo turno das eleições. Gayoom dirigia as Maldivas havia 30 anos, sendo eleito por seis vezes consecutivas.

Grupos de direitos humanos acusavam o ex-presidente Gayoom de dirigir um Estado autocrático. A prova disso foram as diversas manifestações violentas contra o governo que tomavam conta das ruas.

Em agosto de 2008, Gayoom ratificou uma nova Constituição a qual abria caminho para as primeiras eleições multipartidárias das Maldivas.

O turismo é a maior fonte de renda do país, responsável por 28% do Produto Interno Bruto. Mais de 90% da receita fiscal do governo vêm das taxas de importação e impostos relacionados ao turismo. A pesca é o segundo setor principal.

A Igreja

Acredita-se que o cristianismo seja praticado apenas por turistas e trabalhadores estrangeiros. Basicamente, os cultos são realizados por pequenos grupos que se reúnem em casas para leituras bíblicas informais.










POLITICA
Uma antiga tradição de independência isolada. O protetorado britânico nominal chegou ao fim em 1965. É uma república não partidária desde 1968.

RELIGIÃO
O islamismo é a única religião reconhecida. A prática aberta de qualquer outra religião é proibida. O islamismo é bastante promovido pela união nacional e preservação do poder governamental.











DESAFIOS DE ORAÇÃO

1. A Igreja está perdendo convertidos ao islã. Ore pedindo vigor renovado para os cristãos, a fim de que possam descobrir novos meios de evangelizar e implantar igrejas.

2. A Igreja maldívia sofre com a falta de interesse mundial. Ore para que cristãos em todo o mundo desenvolvam uma visão pelas Maldivas, até mesmo para servir como missionários no país. Ore para que os cristãos do Sri Lanka desenvolvam ministérios evangelísticos que alcancem bons resultados nas ilhas.

3. A economia é baseada na atividade turística. Ore para que cristãos estrangeiros façam viagens de oração e de reconhecimento para as Maldivas, desenvolvendo e alimentando a visão da Igreja mundial sobre o país.

4. O aquecimento da Terra ameaça a sobrevivência das ilhas, que podem ser inundadas e destruídas pelo aumento do nível dos mares. A mineração dos corais e um recente aumento da temperatura, resultado do El Nino, mataram a maior parte dos corais, alicerce destas ilhas. Ore para eu este desafio do final dos tempos leve muitos a buscar o Deus bondoso que enviou Jesus.

5. Os maldivanos ainda são os menos alcançados do planeta. Nenhum trabalho cristão missionário foi permitido, e nenhuma literatura cristã admitida. Mesmo assim, muitos maldivanos encontraram a fé em Cristo durante os anos 90. Uma severa sanção das autoridades em 1998, resultou na prisão e tortura de 50 maldivanos suspeitos de serem cristãos, e na expulsão de 19 cristãos estrangeiros de diversas nações. Um ano depois, a intercessão internacional e os protestos forçaram a libertação dos maldivanos da prisão. Ore para que eles não sejam desencorajados, mas que vivam para Jesus, apesar de toda pressão espiritual sob a qual vivem.

6. Os crentes maldivanos estão fisicamente livres, mas cuidadosamente observados. Eles sofreram restrições, perda de emprego e não podem se reunir abertamente nem ler as Escrituras. Ore para que sua fé seja fortalecida e suas vidas mostrem a beleza de Jesus para os outros. Ore também para que o autoritarismo dos governantes leve muitos a questionar a imposição ditatorial do que eles devem acreditar.












4. Outros meios de testemunho. Ore por um resultado frutífero através:

a) Testemunho para os maldivanos em outras terras: muitos viajam como marinheiros, estudantes, a procura de assistência médica, etc. Existem também comunidades maldivanas no Sri Lanka e nas cidades do litoral da Índia.

b) As Escrituras que estão sendo traduzidas para o divehi. Ore para que ela seja logo concluída. Ore também por formas de importar as Escrituras e literatura cristã. Existe uma forte censura ativa. Apenas pequenas partes das Escrituras estão disponíveis. Ore pelo progresso dos esforços para traduzir e por maneiras para que a população tenha livre acesso à Palavra na sua própria língua.

c) Rádio cristã – a FEBA transmite 30 minutos semanais em divehi, apesar das tentativas do governo de impedi-la.

5. Minicoy faz parte das ilhas Lakshadweep governadas pela Índia, ao norte das Maldivas, mas sua população é maldivana. Ore por uma porta aberta ao Evangelho.










A perseguição

Como o islamismo é a religião oficial das Maldivas, seu sistema legal baseia-se nas leis muçulmanas. Os direitos individuais são reconhecidos, mas não podem contrariar o islã. Consequentemente, a evangelização é totalmente proibida.

Até 1985, não havia cristãos conhecidos entre o povo maldívio, porém, nos últimos anos, pequenos grupos de novos convertidos têm se reunido para cultuar a Deus e estudar a Bíblia.

De acordo com a organização inglesa Christian Solidarity Worldwide, 50 cristãos maldívios foram presos devido à sua fé. As autoridades muçulmanas decidiram buscá-los e prendê-los após a transmissão de um programa de rádio cristão na língua local. Na cadeia, o grupo foi pressionado a renunciar à fé cristã e a retornar ao islamismo. Segundo informações, estes cristãos ainda foram forçados a participar de orações islâmicas e a ler o Alcorão.

A última prisioneira do grupo a ser libertada foi uma mulher de 32 anos, Aneesa Hussein. Antes de se converter, ela havia discutido e debatido a fé cristã por vários meses. A princípio, ela não via muita diferença entre o cristianismo e o islamismo, mas reconsiderou a questão quando seu marido divorciou-se dela. Aneesa orou por aquela situação e, segundo o relato de uma amiga, ao longo de algumas semanas Deus tocou o coração de seu marido para que ele não a abandonasse. Essa mesma amiga diz que Aneesa encarou a mudança como uma resposta de Deus e passou a querer saber mais sobre Jesus. Aos poucos, ela cresceu na fé e aprendeu a perdoar, e as relações com o ex-marido melhoraram.

Quando estava na prisão, um oficial ameaçou matá-la alegando que ela era infiel. Ainda assim, Aneesa relatou que sentia a presença real de Deus no cárcere e que estava consciente de que seus irmãos cristãos no mundo todo a apoiavam por meio de orações.

Informações fornecidas por adolescentes também foram responsáveis pelo início da onda de prisões nas ilhas. Um dos informantes era o próprio filho de Aneesa. Ela foi confinada em isolamento e advertida de que permaneceria na solitária até que retornasse ao islamismo. Ainda assim, ela disse ao seu marido: "Eles podem me manter na prisão por dez anos, mas jamais retornarei ao islamismo. Não há nada no islã para mim".

Os cristãos maldívios não ficaram surpresos com as prisões. Eles haviam lido sobre a perseguição na Bíblia, mas sabiam que o poder, o amor e a presença de Deus estariam com eles auxiliando-os a superar aquela situação. A fé daquele grupo provocou forte impacto sobre os demais maldívios. Pela primeira vez, viram seus compatriotas persistirem voluntariamente na fé cristã apesar dos sacrifícios, sofrimentos e hostilidades. Além da perseguição oficial, os cristãos também costumam ser marginalizados por suas famílias e muitos perdem seus empregos.

As Maldivas podem ser um paraíso turístico, mas, como a própria amiga de Aneesa diz, há padrões culturais muito sombrios debaixo da aparência idílica, e o perdão é algo raro. Além disso, as pessoas acreditam e se desesperam com o inferno, pois no islamismo há pouca esperança de se alcançar o céu. Na fé muçulmana, não há cruz, ressurreição ou salvação, e são poucos os sinais que indicam interesse ou amor de Deus pelo indivíduo.

Nesse momento, os maldívios estão começando a reconhecer que o poder de decidir qual é a suprema verdade para todos os cidadãos não deveria estar nas mãos de alguns poucos indivíduos.

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