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domingo, 12 de dezembro de 2010

POVOS MELANÉSIOS


MELANÉSIA
Povo Melanésio.Melanésia (do grego "ilhas dos negros") é uma região da Oceania, no extremo oeste do Oceano Pacífico e a nordeste da Austrália, que inclui os territórios das ilhas Molucas, Nova Guiné, ilhas Salomão, Vanuatu, Nova Caledónia e Fiji.

O termo foi cunhado por Jules Dumont d'Urville em 1832 para identificar um grupo de ilhas com características étnicas distintas dos nativos da Polinésia e da Micronésia. Neste momento, classificação racial de d'Urville já não se pode considerar apropriada devido à diversidade cultural, linguística e genética dos habitantes da Melanésia e este nome é usado apenas para identificar uma região geográfica.

De facto, vários estudos genéticos dos povos da Oceania, combinados com achados arqueológicos mostram que os melanésios autóctones possuem um cromossoma Y com uma marca - H17 - que não se encontra nos polinésios. A cerâmica “Lapita” é de origem melanésia e foi levada para outras ilhas, mas sugere que os melanésios são um dos povos mais antigos do Pacífico, tendo chegado a esta região entre 40 a 50 mil anos atrás. Os melanésios parecem ter uma origem em comum com os aborígenes australianos.

São tradicionalmente considerados parte da Melanésia os seguintes territórios:


NOVA CALEDÓNIA
A Nova Caledónia ou Nova Caledônia é um arquipélago da Oceania situado na Melanésia - alguns graus a norte do Trópico de Capricórnio. Trata-se de uma comunidade conhecida como sui generis, ou «de sua própria espécie», anexado à França e não um território de ultramar[4][5]. O Acordo de Nouméa cria um estatuto especial para o território, além de prever para 2014 um referendo local sobre sua independência ou a manutenção como parte da República Francesa. Dista da Metrópole aproximadamente 20 000 km. Possui uma superfície de 19 100. Está situado no Oceano Pacífico a 1500 km a leste da Austrália e a 2 000km a norte da Nova Zelândia. Seu código postal começa com 988. Tem o status de pays d'outre-mer (país ultramarino) desde 1998.










HISTÉRIA
Há 5 000 anos, habitantes do litoral sul da China, plantadores de milho e arroz, começaram a atravessar o Estreito de Taiwan. Por volta de 2000 AC as migrações partiam de Taiwan para as Filipinas. Novas migrações partem das Filipinas para as ilhas de Celebes e Timor, depois para outras ilhas do arquipélago indonésio. Em 1500 AC outro movimento migratório conduz das Filipinas para a Nova Guiné, e não apenas, mas para outras ilhas do Pacífico. Os Austronesianos são, provavelmente, os primeiros navegadores da história da humanidade.

Como atestam fragmentos de cerâmica Lapita encontrados, os primeiros habitantes da Nova Caledónia teriam colocados os pés no território a cerca de 3 000 anos. Foram encontrados Lapita do período de 1300 a 200 AC. Durante o período, tribos NAIA oundjo e canaco (termo que vem da língua havaiana) dominam a arte de utilizar pedra polida e sua civilização é baseada na cultura da terra (principalmente no cultivo de batata doce e inhame). Durante rituais de guerra, as tribos praticavam canibalismo.

Em 4 de Setembro de 1774, James Colnett avistou uma terra desconhecida no horizonte. A bordo do navio estava o navegador e explorador inglês James Cook. Cook nomeou a terra como « New Caledonia » em homenagem à Escócia. Na verdade, disseram que o aspecto da costa os teria lembrado desta região do Reino Unido. Caledônia é, em latim antigo, correspondente à Escócia.

É provável que em 1788 a expedição francesa liderada por La Pérouse reconhece a Costa Ocidental, a bordo do l'Astrolabe e do La Boussole, pouco antes do um naufrágio sobre o recife Vanikoro nas Ilhas Salomão. Em 1793, o Contra-Almirante francês Antoine Bruny d'Entrecasteaux, que partiu em 1791 a pedido de Luís XVI para encontrar La Pérouse, passa ao longo da Nova Caledónia, reconhece a Costa Oeste da Grande Terre e inclui as Ilhas Lealdade. No entanto, os atributos da recente descoberta são do explorador francês Jules Dumont d'Urville, em 1827, que foi o primeiro a localizá-las com precisão em um mapa.

A partir de 1841, missionários começam a se instalar no local. Sobre o lado católico, Irmãs Maristas, lideradas pelo Monsenhor Douarre que é nomeado vigário apostólico da Nova Caledónia, se instalam em 1843, mas novamente os missionários foram expulsos em 1847.

Mapa histórico da Nova Caledónia encontrado na enciclopédia alemã Meyers Konversations-Lexikon.
Bandeira independentista não-oficial da Nova CaledóniaEm 1851 os marista da França e os protestantes do Reino Unido regressam ao arquipélago, agora com ajuda de seus respectivos países e conquistam um lugar definitivo nas ilhas.

A Nova Caledônia é finalmente proclamada colônia francesa em 24 de Setembro de 1853 pelo Contra-Almirante francês Febvrier-Despointes.

Em 25 de Junho de 1854, militares franceses fundaram a sudoeste da Nova Caledónia a base de Port-de-France para servir como principal cidade na colônia. Simples guarnição que rapidamente se torna uma cidade pequena e leve o nome de Nouméa em 2 de Junho de 1866.

Depois da Comuna de Paris, a Nova Caledónia serve como um local de deportação para muitos velhos comunistas condenados pelo conselho de guerra criado pelo Governo de Defesa Nacional.

No final do século XIX e início do século XX diversas tentativas de colonização são fracassadas.

Em 1931, um grupo de canacos são expostos como canibais dentro de caixas, no jardim de aclimatação do Bosque de Bolonha, por ocasião da Exposição Colonial Internacional (1931) de Paris [6].

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1940, a Nova Caledónia oficializa seu apoio à França Livre e torna-se, a partir de 12 de março de 1942, uma base importante na guerra contra o Japão.

Depois da guerra, a França abandona o termo colônia e suprime o código de cidadania. Em paralelo, o território está experimentando rápido e importante crescimento econômico graças a exploração do «ouro verde», e graças ao boom do níquel a Nova Caledónia passaria a ser o terceiro maior produtor mundial.

O ano de 1980 viu tensões entre opositores e partidários da independência alcançar seu clímax, confrontos aumentaram após revoltas quase generalizadas durante o período conhecido como « Eventos » (1984-1988). A violência atingiu um ponto culminante em 1988 com a Tomada de Reféns de Ouvéa.

Este episódio empurra os dois lados, e seus dirigentes, para negociar a assinatura do Acordo de Matignon (1988) em 26 de Junho de 1988, que prevê a criação de um estatuto transitório de 10 anos e a organização de um referendo sobre a autodeterminação, para que os neocaledónios se pronunciem a favor ou contra a independência. Este acordo é complementado pela Acordo de Nouméa em 5 de Maio de 1998, que prevê o estabelecimento de uma forte autonomia. O último referendo sobre a questão do futuro institucional (ou manutenção da autonomia dentro da República Francesa) será realizado entre 2014 e 2019.











DEMOGRAFIA
Mulheres do povo canaco.Sua população é dividida entre os canacos, autóctones e cerca de 45% da população; os habitantes de origem europeia, 37%; e o restante é formado por polinésios, vietnamitas, indonésios e chineses.

ECONÔMIA
Na estrutura econômica da Nova Caledônia, salienta-se o sector terciário com cerca de 40%, a agricultura com 32% e, por fim, a indústria com 28%. Em particular, a Nova Caledónia depende substancialmente da procura mundial de níquel, onde está entre os grandes produtores mundiais, e o turismo vindo de França, Japão e Austrália tem já uma certa importância na economia deste território.

CULTURA - ESPORTES
A Nova Caledônia possui o maior número de medalhas nos Jogos do Pacífico: 1638 medalhas











NOVA GUINÉ
Nova Guiné é uma ilha no sudoeste do Oceano Pacífico, a leste do arquipélago malaio, com o qual por vezes é incluída, formando o arquipélago indo-australiano. É a segunda maior ilha do mundo, com uma área de 786.000 quilômetros quadrados, pertence geologicamente, junto com a Austrália, ao continente de Sahul, também conhecido como Grande Austrália. As duas massas de terra se separaram quando a região conhecida hoje em dia como estreito de Torres foi inundada, após o último período glacial. Antropologicamente, é considerada parte da Melanésia. Politicamente, a metade ocidental da ilha é conhecida como Papua Ocidental, dividida em duas províncias da Indonésia, enquanto a parte oriental forma a maior parte da Papua Nova Guiné. Tem uma população de cerca de 7,6 milhões de habitantes, com uma consequente densidade populacional baixa, de 8 hab./km2.

A Nova Guiné se diferencia da Austrália, seu vizinho meridional mais seco, mais plano, e menos fértil por sua geologia vulcânica ativa, com seu ponto mais alto, Puncak Jaya, atingindo uma altitude de 4.884 metros. As duas massas de terra, no entanto, partilham uma mesma fauna, com a presença ostensiva de marsupiais, incluindo wallabies e gambás, além do célebre monotremado (mamífero ovíparo, a équidna. Além de morcegos e de cerca de duas dúzias de gêneros indígenas de roedores, não existe na ilha qualquer outro animal placentário anterior à chegada dos humanos. Porcos, diversas espécies de ratos e o ancestral do cão-cantor-da-nova-guiné foram introduzidos posteriormente à colonização humana










ILHAS SALOMÃO
As Ilhas Salomão (em inglês Solomon Islands) são um país no oceano Pacífico, na Melanésia, situados no arquipélago de mesmo nome (com excepção das ilhas Bougainville, Buka e outras ilhas mais pequenas que constituem a extremidade noroeste do arquipélago). O país inclui também as ilhas de Santa Cruz e outras ilhas e atóis isolados. Tem fronteiras marítimas com a Papua-Nova Guiné, a oeste, com Nauru, a nordeste, e com Vanuatu, a sudeste. Capital: Honiara.

GEOGRAFIA
As Ilhas Salomão são uma grande nação insular que se situa a leste da Papua-Nova Guiné e que consiste de muitas ilhas: Choiseul, as ilhas Shortland, as ilhas da Nova Geórgia, Santa Isabel, as ilhas Russell, as ilhas Florida, Malaita, Guadalcanal, Sikaiana, Maramasike, Ulawa, Uki, San Cristobal, Santa Ana, Rennell, Bellona e as ilhas de Santa Cruz. A distância entre as ilhas situadas mais a leste e as situadas mais a oeste é de cerca de 1500 km. As ilhas de Santa Cruz, em especial, localizadas a norte de Vanuatu (país de que faz parte Tikopia), estão isoladas mais de 200 km das outras ilhas. Existem vulcões em vários graus de actividade em algumas das ilhas maiores, ao passo que a maior parte das menores são apenas pequenos atóis cobertos de areia e palmeiras.

ECONÔMIA
A economia é baseada na agricultura de subsistência que emprega 90% da população ativa. Embora o país tenha conseguido bons resultados sociais em alguns aspéctos continua sendo um dos mais pobres do oceano Pacífico e um dos menos desenvolvidos do mundo, com altos indices de analfabetismo tem uma das mais altas taxas do mundo.

CULTURA
Na cultura tradicional, os tradicionais costumes se transmitem de uma geração à outra, supostamente através de espíritos ancestrais, para formar os valores culturais do país.











VANUATU
Vanuatu é um estado insular da Melanésia, que ocupa o arquipélago das Novas Hébridas. Tem fronteiras marítimas com as Ilhas Salomão, a norte, com o território francês da Nova Caledônia, a sul, e com Fiji, a leste. A capital é Port Vila.

Vanuatu consiste de 83 ilhas, das quais duas - Matthew e Hunter - são também reclamados pelo departamento francês de ultramar de Nova Caledônia. Muitas das ilhas são montanhosas e de origem vulcânica, e têm um clima tropical ou subtropical. As maiores cidades do país são Port Vila, a capital, situada na ilha de Éfaté, e Luganville, em Espírito Santo. A máxima elevação do país é o Tabwemasana a 1.877 m de altura.

Vanuatu é famosa por um bioma terrestre, chamado as selvas de Vanuatu. É parte da ecozona de Australásia, que também inclui as vizinhas Nova Caledônia e as Ilhas Salomão, assim também Austrália, Papua-Nova Guiné e Nova Zelândia.

A maioria dos habitantes de Vanuatu (95%) são nativos melanésios, ou ni-Vanuatu; o resto da população é de origem europeia, asiática e de outras ilhas do Pacífico. Existem três idiomas oficiais: inglês, francês e bislama (um idioma crioulo que evoluiu do inglês). Ademais, em torno de cem línguas locais são falados nas ilhas.

O cristianismo é a religião predominante em Vanuatu, que está dividido em várias denominações. A Igreja Presbiteriana, é a maior delas, que abarca um terço da população.










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