"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

POVOS NÃO ALCANÇADOS PELO EVANGELHO

(Texto de autoria de: Ronaldo Lidório)
Fomos positivamente bombardeados nestas três últimas décadas pela missiologia do avanço final onde Ralph Winter defendia uma abordagem em massa em direção aos 13.000 povos não alcançados da terra sendo seguido por movimentos mundiais como o AD 2000 que propuseram “uma igreja para cada povo e o evangelho para cada pessoa até o ano 2000” onde foram listados inicialmente mais de 10.000 grupos sem uma igreja com pelo menos 100 membros. Logo depois missiólogos como Patrick Johnstone conseguiram fragmentar o estudo identificando menos de 4.000 etnias totalmente não alcançadas enquanto a World Mission International em uma avaliação recente estima que apenas 2.227 grupos e subgrupos étnicos não possuam hoje uma igreja presente entre eles. As estatísticas mostram um incrível avanço missionário nestes últimos 30 anos.

Sem dúvida não podemos questionar o avanço da Igreja Evangélica que entre 1999 e 2000 obteve um índice de 6.1 por cento em termos de crescimento global sendo assim o maior índice de crescimento entre as principais religiões mundiais, incluindo o Islã . Também não podemos minimizar o avanço das Missões que se puseram a encontrar, estudar e catalogar os grupos ainda não alcançados pelo evangelho fazendo-nos saber quem eles são, onde estão, quantos são e quais as principais barreiras para alcançá-los.

É preciso, entretanto, compreender que ao mesmo tempo em que antigas barreiras foram derrubadas outras novas tem se formado pois não vivemos em um mundo estático e precisamos de uma missiologia mais ágil do que precisávamos 10 anos atrás. Também algumas antigas barreiras não têm dado sinal de mudanças. Permita-me citar 4 novas fronteiras com as quais, creio, lidaremos nestas próximas duas ou três décadas.

A redoma de resistência entre os não alcançados

Vemos que os povos que foram alcançados dentre os 13.000 inicialmente propostos por Winter e McGavran seguiram a regra da menor resistência, e esta é uma regra normal. Ou seja, em regiões onde haviam três grupos não alcançados, houve penetração missionária nos dois que demonstravam menor resistência, seja geográfica, política, religiosa, lingüística, cultural ou espiritual. O mais resistente ficava para um segundo momento. Em linguagem simples poderíamos afirmar que filtramos estes 13.000 povos não alcançados e portanto o que temos em nossas mãos neste início de milênio não são simplesmente outros 2.000 PNAs (Povos Não Alcançados) mas sim justamente os 2.000 mais resistentes em toda a história do Cristianismo. Consequentemente precisamos agora de maior preparo missiológico, cultural e lingüístico que os missionários há 50 anos atrás. Também precisaremos de nova motivação e pioneirismo e sobretudo da graça de Deus. Poderíamos chamar esta primeira fronteira de redoma de resistência.

Tomemos os grupos nômades como exemplo. Se olharmos de perto o avanço missionário entre eles perceberemos que 90% deu-se entre os chamados seminômades que apresentavam maior tolerância à abordagem missionária e, de acordo com o Dr. David Philips da WEC International (Missão AMEM), há ainda mais de 150 grupos nômades totalmente não alcançados no mundo. Atingimos, em regra, os menos resistentes. Menor resistência funciona em geral como uma lista de oportunidades no mundo missionário. Desta forma creio que precisaremos de mais graça divina, energia humana , força missionária, apoio eclesiástico e tempo em potencial para alcançar estes próximos 2.000 PNAs do que jamais foi exigido no passado.

O desdobramento étnico entre os isolados

O desdobramento étnico é uma expectativa existente em boa parte da antropologia mundial, mesmo os não cristãos. Parte do pressuposto de que a maioria destes 2.000 grupos étnicos não alcançados nunca foram mapeados antropologicamente fazendo com que haja uma grande possibilidade de que cada nome nesta lista corresponda a bem mais do que apenas uma etnia. Comumente encontramos uma nação étnica onde diversas tribos, falando dialetos similares e possuindo coexistência cultural, dividem o mesmo território. Assim aconteceu com os Frafras no noroeste africano quando se descobriu que não formavam apenas um povo mas sim dois grupos distintos lingüistica e culturalmente. O segundo se intitulava Kassena. Os Natuis da Papua Nova Guiné, tidos como um só grupo por pelo menos 1 século, mostraram-se como 7 diferentes etnias vivendo em relativa harmonia e compartilhando o mesmo território. Os chamados Maku na Amazônia representam 4 etnias distintas. Alcançar um não pressupoe alcançar todos.

O fenômeno do desdobramento étnico entre grupos isolados ainda não mapeados antropologicamente atingiu 70% dentre os que foram estudados cientificamente nos últimos 50 anos tendo uma média de desdobramento de 4.2 de acordo com o departamento de antropologia da London University, ou seja, em 70% dos grupos isolados que sofreram uma abordagem antropológica nas últimas 5 décadas, cada um escondia, em média, outros 3. É possível portanto que os nossos 2.000 PNAs tornem-se na verdade algo em torno de 5.000 a 8.000 grupos e subgrupos étnicos. Ainda há um bom caminho a andar.


A incapacidade de evangelização local por igrejas locais

Outra nova fronteira com a qual deveremos lidar nestas próximas duas décadas é a da incapacidade de evangelização local por igrejas locais. Devemos lembrar que nem todos os países do mundo experimentam um bom crescimento da Igreja Evangélica como o Brasil, Coréia e Nigéria. Segundo David Barrett há mais de 4.000 grupos étnicos no mundo somando um total superior a 1 bilhão de pessoas onde a Igreja local não se mostra forte o suficiente para alcançar seu próprio povo. Também é alarmante vermos que o número de pessoas nascidas em países não cristãos é de 48 milhões por ano de acordo com a Global Report Magazine.

É preciso repassar estes 4.000 grupos por uma nova avaliação de avanço missionário, caso contrário terminaremos estas próximas duas décadas com um número expressivo de etnias onde o evangelho, já exposto a eles, permanece desconhecido pela maioria. Seriam eles realmente alcançados ?


A vasta diversidade lingüística entre grupos minoritários

Dentre as 6.528 línguas vivas no mundo possuímos a Bíblia completa em 366, o Novo Testamento completo em 928 e outras 918 línguas com grandes porções, ou seja, a Palavra está expressivamente presente em 2.212 línguas. Entretanto, de acordo com a Wycliffe Bible Translators há 4.000 línguas que não possuem sequer uma porção da Palavra sendo que 70% destas são definidas como minoritárias. Aqui lidamos com um fato da cultura cristã: tem se tornado cada vez mais difícil arregimentar força missionária para alcançar grupos étnicos minoritários, especialmente aqueles que contam com menos de 300 pessoas. De acordo com o Ethnologue, 4.000 das 6.528 línguas existentes são faladas por apenas 6% da população mundial e é aí que o nosso desafio está localizado.

Outro aspecto que deve ser lembrado quando tratamos da tradução da Palavra é que vivemos em um mundo onde ainda 2 bilhões de pessoas não conseguem ler ou escrever seja por falta de alfabetização ou por pertencerem a grupos ágrafos. Isto significa que não poderiam ler a Palavra mesmo se a tivessem em sua própria língua.

Considerando que um número cada vez menor de missionários tem tido o tempo e estrutura suficientes para trabalhar na tradução bíblica ao mesmo tempo que desenvolvem um programa de alfabetização, corremos um outro risco: terminarmos as próximas três décadas com porções da Palavra traduzidas para a maioria das línguas mundiais ao mesmo tempo em que o índice de leitores nestas línguas diminui sensivelmente. Se isto ocorresse teríamos mais Bíblia traduzida e menos leitores em potencial nas próximas 2.500 línguas mais necessitadas do evangelho. Este já é um fato infelizmente visto em países como Guiné Bissau e Costa do Marfim.


Conclusão

Nesta entrada de milênio fomos mais uma vez bombardeados por um crescente número de propostas missiológicas visando apressar a conclusão do alcance do mundo que ainda desconhece o evangelho. Muitas foram novas idéias, novas propostas ou novas estratégias. David Hesselgrave alerta-nos dizendo que “nem todo novo pensamento é dirigido pelo Espírito. Nem tudo o que é novo é necessariamente bom. A Bíblia é antiga, o Evangelho é antigo e a Grande Comissão é antiga...”. Na verdade ele defende que neste imenso mar de necessidades no mundo não alcançado precisamos entender que “o evangelho dá a direção... pois a Palavra precede a nossa visão”

O desafio que temos pela frente estatisticamente pode ser descrito como 2.000 PNAs que poderão ser fragmentados em um número até três vezes maior, mais de 4.000 línguas e dialetos sem porções da Palavra, cerca de 150 grupos nômades sem presença missionária, 103 tribos não alcançadas em nosso próprio país e 72% de todos os grupos intocados pelo evangelho vivendo em países com fortes limitações políticas e religiosas. É portanto parte da nossa missão conhecer tais barreiras, estudá-las e transpô-las conhecendo os tempos e discernindo as épocas para a glória de Deus.

DEFINIÇÃO DE ETNIA

O conceito etnia deriva do grego ethnos, cujo significado é povo. A etnia representa a consciência de um grupo de pessoas que se diferencia dos outros. Esta diferenciação ocorre em função de aspectos culturais, históricos, linguísticos, raciais, artísticos e religiosos.

A etnia não é um conceito fixo, podendo mudar com o passar do tempo. O aumento populacional e o contato de um povo com outros (miscigenação cultural) pode provocar mudanças numa determinada etnia.

Geralmente usamos o termo etnia para nos referirmos à grupos indígenas ou de nativos. Porém, o termo etnia pode ser usado para designar diversos grupos étnicos existentes no mundo.

A ciência que estuda as etnias é conhecida como etnologia.














População: 6-10.000.

O Mursi (ou Murzu) são uma etnia nômade de pastores Africanos de gado localizada no vale do rio Omo, no sudoeste da Etiópia perto da fronteira sudanesa.

A população estimada de Mursi é de cerca de 3900. Rodeado por montanhas e por três rios, a casa do Mursi é uma das regiões mais isoladas do país. Seus vizinhos incluem o Bodi, a Aari, a Banna, a Kara, o Bumi e Chai.O Mursi têm sua própria língua, também chamado Mursi. Poucos estão familiarizados com o amárico, a língua oficial da Etiópia, e seu nível de alfabetização é muito baixa.

A religião da etnia Mursi é classificada como animismo, embora cerca de 15% são cristãos. As mulheres são famosas Mursi de usar as placas em seus lábios inferiores. A razão desta "ornamento" é para evitar ser pegos como escravos. Estes discos labiais são feitos de argila. Meninas são perfurados na idade de 15 ou 16. Eles removem a placa quando comer. enfeites corporais semelhantes são usados pelos Suyá pessoas, uma etnia brasileira.

















POVOS HAMER DA ETHIOPIA
Os Hamer (também escrito Hamar) são um povo tribal no sudoeste da Etiópia . Eles vivem em Hamer Bena woreda (ou distrital), a parte fértil do rio Omo Valley, na Zona Omo Debub do Sul Nações, Eles são em grande parte pastores, para que a cultura coloca um alto valor no gado.

Religião
Os Hamer são largamente animista sincrética e muçulmanos.


Cultura
Há um rito de passagem para os homens quando estão próximos da idade de casar. O homem deve "pular o gado" quatro vezes para ser bem sucedido e só bovinos machos castrados e vacas pode ser usado para pular. Este teste é realizado enquanto nu (excepto para um cabos de alguns vinculados à frente do peito) como um símbolo da infância, ele está prestes a deixar atrás de si. Ao final deste ensaio, o rapaz se junta às fileiras da Maza - outros homens que passaram recentemente a mesma prova e que passam a poucos meses seguintes de suas vidas supervisionam estes eventos em aldeias em todo o território Hamar.

O maza são também responsáveis por um ritual que antecede o salto de gado principal. As mulheres da vila (e, em particular, os pretensos irmãs saltador) propositalmente provocar a maza em amarração suas costas nuas, com paus que infligir-primas, feridas abertas e cicatrizes para toda a vida. No entanto, essas feridas são vistos como a marca de uma mulher Hamar verdadeira. Como a irmã ou parente foi chicoteado na cerimônia do homem e suportaram a dor por ele, ela pode mais tarde na vida olhar para ele para ajudar se ela cair em tempos difíceis, porque ela tem as cicatrizes das chicotadas que recebeu por ele para provar a sua dívida para dela.

As mulheres geralmente terminam como os chefes de família, porque eles se casam com homens que são muito mais velhas que eles, enquanto eles são jovens.
Quando o marido morre, ela é deixada no controle dos negócios da família e do gado. Ela também está no controle de seus irmãos mais novos e os seus animais se seus pais estão mortos. As viúvas não podem casar-se novamente.
Uma mulher Hamar que há muito já deixaram a aldeia e começou a vida em uma cidade maior falou contra a prática chicotadas como impróprias para uma pessoa educada.

O fim cerimônias com vários dias de festa, incluindo as danças típicas de salto, acompanhado de cerveja de sorgo quanto a família da vaca jumper pode oferecer ao visitante.

As pessoas Hamar são pastores nômades e migram todos os meses para encontrar pasto para as suas cabras e gado. Suas cabanas são redondas e cônica feita a partir de um quadro de cúpula de ramos cobertos com gramíneas, tapetes e peles. [carece de fontes?] Cerca de 20 barracas em torno de um ponto de encontro onde a dança ea festa acontece, e uma caneta de bovinos e caprinos fazer uma aldeia. O Hamar, muitas vezes o comércio com seus vizinhos para o sorgo e milho, que não crescem por si próprios. Caprinos e bovinos oferecer leite e carne. Sorgo é feito em uma panqueca ou mingau e comido com um guisado. Os homens geralmente usam uma saia de tecido xadrez, enquanto as mulheres usam uma saia de pele de vaca.





JOVEM MULHER ASKA DA ETHIOPIA


Arunachal Pradesh
É um dos estados da Índia. Localizado no extremo nordeste do país, faz fronteira com os estados de Assam, a sul e Nagaland, a sueste. Myanmar fica a leste, Butão a oeste e a Linha McMahon separa-o da China a norte. Itanagar é a capital do estado.

Arunachal Pradesh é uma das grandes regiões disputada pela Índia e China; a outra é Aksai Chin; também existem regiões menores (Demchok, Kauirik, Pa-li-chia-ssu, Dêmqog, Nelang, Lapthal, Bara Hoti).

Arunachal Pradesh significa "terra das montanhas iluminadas pela alvorada"[1] em sânscrito. Também é conhecido como "terra do sol nascente"[2]. A maioria dos habitantes de Arunachal Pradesh é de origem tibeto-birmanesa. 16% da população é de imigrantes, incluindo 30.000 expatriados bangladeshis e chakmas, e migrantes de outras partes da Índia, notavelmente Assam e Nagaland[3]. Parte da famosa rua Ledo, que foi uma linha vital de comunicações para a China durante a I Guerra Mundial, passa pelo estado.

História
Os primeiros ancestrais dos grupos tribais migraram do Tibet durante o período pré-histórico. Exceto pela região noroeste do estado, pouco é conhecido da história de Arunachal Pradesh, embora a tribo Adi tenha um conhecimento lendário da história. As referências mais antigas a Arunachal são encontradas na era do Maabárata, do Ramáiana e de outras lendas védicas. Vários personagens, como a princesa Rukmini, o rei Bhismaka e o senhor Parashurama, foram referidos como originários da região no Maabárata.

História registrada só esteve disponível nas crônicas dos Ahom durante o século XVI. Os monpas e os Sherdukpen também mantêm registros históricos da existência de supremacias locais no noroeste. A região noroeste dessa área foram dominadas pelo reino monpa de Monyul, que floresceu entre 500 a.C. e 600 d.C. Essa região foi, então, controlada pelo Tibet e poelo Butão, especialmente nas áreas a norte. As partes restantes do estado, especialmente as que fazem fronteira com Myanmar, foram dominadas pelos Ahom e pelos assameses até a anexação da Índia pelos ingleses em 1858


Clima
O clima de Arunachal Pradesh varia com a altitude. Áreas que estão em uma altitude muito elevada nos Grandes Himalaias experienciam um clima de Tundra, enquanto mais abaixo, nos Pequenos Himalaias, as pessoas experienciam um clima temperado. Áreas na altitude dos Sub-Himalaias e ao nível do mar geralmente experienciam um clima subtropical úmido, juntamente com os verões quentes e invernos amenos.

Arunachal Pradesh recebe uma forte chuva de 2.000 a 4.000 mm anualmente, na sua maioria entre maio e setembro. Os declives das montanhas e colinas são cobertos com florestas alpinas, temperadas e subtropicais de rododendros, carvalhos, pinheiros, bordos, abetos e juníperos.

Educação
O sistema atual de educação em Arunachal Pradesh é relativamente mal desenvolvido. O governo do estado está expandindo o sistema educacional juntamente com várias ONGs como o Vivekananda Kendra. A universidade Rajiv Gandhi é a principal instituição educacional do estado.











(Texto de autoria de: Ronaldo Lidório)

3 comentários:

  1. Paz e Graca amados!
    E a primeira vez que vejo o site e amei. Muito bom mesmo.
    Principalmente o texto explicando a necessidade de missionarios capacitados na traducao da Biblia. Meu irmao e sua esposa sao missionarios a mais de 20 anos na aldeia Parakana no alto xingu, e estao no processo de traducao da biblia agora, ja que criaram uma escrita para lingua Parakana e alfabetizaram os indios...
    No mais continuam nessa forca Deus abencoes voces! no Amor do MESTRE
    Nivia Vidal

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  2. Preste atençao 33 porcento da populaçao mundial na evangelizados por causa principal culturas locais impede o evagelho chegar

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  3. AS informações que encontrei no sit são relevante a ciência dos desafios que nós como igreja de Cristo temos, ajudará para nos prepararmos e definir as estratégias corretas direcinados pelo Espírito Santo, tenho desejo de ver povo da Guiné-Bissau e outros sendo alfabeizados, está sendo traduzida Bíblia em outras línguas, além do criolo em Guiné-Bissa que já está disponível há mais de uma decada, infelizmente nem 40 por cento do povo tem condições de ler, porque minoritário sabem ler, a alfabetização e tradução da Bíblia deve caminhar pelo menos junto. Agradeço pelas informações.

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