"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

AS PORTAS DE ZANZIBAR - TANZÂNIA

A capital da ilha de Unguja, informalmente conhecida como Zanzibar, é uma parte da Tanzânia.
A antiga cidade é construída sobre uma península triangular de terra na costa ocidental da ilha. A parte mais antiga da cidade é composta por um labirinto de vielas estreitas de casas, lojas, bazares e mesquitas. Carros são muitas vezes demasiado grandes e reduzem muito os labirinto de ruas sinuosas.
Sua arquitetura suaíli incorpora elementos do árabe, persa, indiana, os estilos europeus e Africano. As casas árabes são particularmente notáveis, porque elas têm grades e são esculpidas em madeira e outras características incomuns, como fachada e varandas de madeira.

Quando uma casa era construída em Zanzibar, a porta era tradicionalmente a primeira parte a ser erguida. Isto indicava o grau de riqueza e posição social do dono da casa. Muitas portas estão enfeitadas com ponteiras de latão. Esta pode ser uma modificação da prática indiana equipar portas com pontas afiadas de ferro para impedir que sejam agredidas pelos elefantes de guerra. Em 915 dC, um viajante árabe registrou que na ilha de Zanzibar abundavam elefantes e cerca de 1295. Marco Polo escreveu que em Zanzibar havia 'elefantes em abundância ".
No entanto, não há elefantes aqui agora, e os pregos de bronze vistos hoje são apenas para decoração!

Sua arquitetura suaíli incorpora elementos do árabe, persa, indiana, os estilos europeus e Africano. As casas árabes são particularmente notáveis, porque eles são esculpidos nas portas de madeira e outras características incomuns, como fachado e varandas de madeira.
Na cidade de pedra conhecida como Zanzibar, na Tanzânia, havia 806 portas de madeira que datam da era do Sultão Barghash (1870-1880). Esses projetos são influências árabes e indianas.
A porta retangular árabe é envolta em uma moldura intrincadamente esculpidas com a faixa mais externa da moldura entalhada em cadeias simbólicas para impedir que maus espíritos tentem entrar na residência. A estrutura interna é esculpida com flores de lótus ou folhas de palmeiras com um peixe abaixo.





Carro do presidente

Na cidade de Pedra, na zona antiga da cidade de Zanzibar, está o palacio do sultão. É o chamado "palacio das maravilhas".
Suas portas são pesadas e possuem pontas de bronze para resistir aos elefantes. O velho carro presidencial foi classificado na linha das maravilhas antigas.


Acima dos painéis da porta há um friso com rosetas, muitas vezes com a inscrição do nome do proprietário da casa, um versículo do Corão e da data da escultura. O posto central, entre as portas é liso esculpida. Muitas vezes, os painéis das portas têm saliências cônicas de latão, que são uma versão ornamental de espigas originalmente destinado a impedir abalrroamento pelos elefantes.

O modelo indiano ou estilo Gugerati é geralmente mais simples, com painéis de caixotões quadrados, com um posto central fina talha. Muitas destas portas tem painéis de dobramento proveniente do seu uso em lojas de bazar.
Um híbrido dos estilos possui uma parte semi-circular superior, que muitas vezes é esculpido com uma representação da Árvore da Vida hindu, que brotam de um vaso central.











Na década de 1980 percebeu-se que muitas das antigas portas estavam sendo retiradas e exportadas, ameaçando o patrimônio cultural da cidade de pedra, e temia-se que o ofício da arte e da escultura fossem perdidos. Para evitar isso, a autoridade de conservação da cidade de pedra tomou providencias para preservação e até agora tem sido bem sucedido. De fama mundial, as portas são parte de patrimônio mundial.
As portas estão entalhadas à mão com mogno africano, por mestres artesãos, utilizando técnicas passadas de geração em geração ao longo dos séculos.
Cada porta Zanzibar leva até três meses para serem esculpidas no mais alto padrão. O resultado final é uma bela peça de escultura vibrante que pode classificar como uma obra de escultura contemporânea.










TUAREGUES - OS NÔMADES DO DESERTO


Introdução

O Saara é o maior deserto do mundo. Localiza-se na região norte da África. Seu território estende-se pelos seguintes países: Egito, Marrocos, Argélia, Líbia, Tunísia, Mauritânia, Mali, Sudão e Chade. Faz fronteira ao norte com o Mar Mediterrâneo, ao sul com o rio Níger, a leste com o mar Vermelho e oeste com o Oceano Atlântico.

Conhecendo o Saara

Ao contrário do que muitos pensam, o Saara situa-se, quase totalmente, numa região de planalto (em média 300 metros de altitude) com presença de cadeias montanhosas. Podemos encontrar algumas regiões com rochas, porém grande parte do Saara é composta por areia. As dunas do deserto são formadas pelas perigosas tempestades de areia. Existem também os oásis, pequenas áreas com presença de água e vegetação.

As chuvas são extremamente raras e as temperaturas podem chegar a 50º C durante o dia e –5º C à noite. Com estas condições climáticas e geográficas é praticamente impossível viver no Saara. Poucos povos, entre eles os tuaregues e os beduínos, habitam esta região. Os beduínos costumam atravessar constantemente o Saara, acompanhados de seus camelos, para praticarem o comércio ambulante.











Curiosidades:
- A deserto da Saara possui pouco mais de 9 milhões de quilômetros quadrados.
- A palavra Saara deriva da palavra tenere que na língua tuaregue significa deserto.
- O principal rio que atravessa o deserto do Saara é o rio Nilo.


Os Tuaregues

Norte do Mali é a terra dos tuaregues, os homens das túnicas azul índigo, conhecidos hoje em dia como antigamente, por cavaleiros do deserto, continuam a praticar uma vida semi-nómada e a residir sobretudo nas regiões desérticas e semi-desérticas.

Em 1960 após a vaga de independências obtidas por várias nações africanas, os tuaregues, também conhecidos por piratas do deserto, viram os seus territórios tradicionais, no coração do Sara, divididos por cinco países: Burquina Faso, Mali, Níger, Argélia e Líbia.

A capital tuaregue – Kidal, é uma pequena vila de alguns milhares de habitantes, cercada por muros de pedra negra, considerada pelo Pentágono a nova frente da “guerra contra o terror”. Para esta localidade, não existem voos comerciais, apenas um único voo militar, semanal, se as condições atmosféricas o permitirem, pelo que o acesso a Kidal, faz-se pelo antigo trilho das caravanas, do longínquo comércio no Sara que ligava a cidade de Gao, no Mali, à cidade argelina de Salah, sendo uma rota também usada pelos contrabandistas





O Povo do Véu - “Senhores do deserto” lutam para sobreviver.

Um grupo de mulheres idosas, parentes de um recém nascido, marcham solenemente em volta da barraca da criança. A avó materna segura o bebê, enquanto as outras pronunciam uma bênção sobre a tenda, cantando e exorcizando "a velha": "A velha está saindo, Fátima e Aisha estão entrando. Chô! Chô! Fátima e Aisha vão cortar o seu cabelo amanhã."

Depois de várias voltas em torno da barraca, a líder enterra uma faca na areia, simbolizando o fim da ameaça à mãe da criança. Assim começa a cerimônia do nome, uma das atividades mais importantes no acampamento tuaregue.
"A Velha" é o nome dado a um dos mais temidos espíritos da mata, que, segundo acreditam os tuaregues, ameaça à vida do recém nascido e sua mãe. Crenças animistas e islâmicas se combinam nesta cerimônia tribal. Fátima e Aisha são os nomes da esposa e da filha do profeta Maomé.
As mulheres tuaregues encontram-se entre as que gozam de maior liberdade entre os muçulmanos. São extremamente respeitadas e a monogamia é uma tradição. É a mulher que ensina às crianças as tradições da tribo e é também a dona dos utensílios existentes na barraca. O status social e a herança se transmitem através da linhagem feminina.

Glorioso passado
Uma aura de mistério cerca os tuaregues que há mais de mil anos vagam pela vastidão do deserto do Saara africano. A classe nobre dos guerreiros, de pele suave, altos e imponentes, já foi chamada de "Senhores do Deserto". Lutavam em camelos e controlavam as rotas das caravanas no deserto, que é uma extensão de terra do tamanho do o Brasil. Os tuaregues são também conhecidos como "os homens de véu", porque o que mais os distingue é o turbante azul que todo homem usa. Unidos pela língua - o Tamacheque, e pelos costumes, mais do que pela raça, os cerca de Um milhão de tuaregues se espalham pelo Sael, sendo sua maior concentração no Niger. Devido às recentes guerras civis no Mali e no Niger, há cerca de 35 mil refugiados na Mauritânia.

Islã
Existem diferentes castas sociais entre os tuaregues. A mais alta é a dos guerreiros nobres, que até recentemente concentravam a maior parcela das riquezas. Os marabus, ou líderes religiosos disputam posições sociais, desde que o Islã foi introduzido, no século XVII. Os ferreiros ocupam uma baixa classe social, embora tenham papel importante na sociedade tuaregue. São eles que ainda fabricam espadas cerimoniais, selas, utensílios de couro e amuletos para espantar maus espíritos. A classe mais baixa é a dos tuaregues negros, descendentes de escravos, que no passado eram capturados para cuidar dos rebanhos e apanhar lenha. Hoje em dia são livres, mas muitos ainda permanecem nos clãs, fazendo parte da família a que serviam.
Desde a década de 1950 estas estruturas sociais sofreram profundas mudanças. Por duas décadas, a maior seca de que se tem notícia no Sael, 1970 e 1980, dizimou os rebanhos de bovinos, camelos e cabras. Sem a maior parte dos rebanhos, e com os Estados nacionais querendo retê-los dentro das respectivas fronteiras, praticamente terminou o nomadismo dos tuaregues. Apesar da perda dos rebanhos, muitos deles ainda desejam reavê-los, e sonham com o dia em que, recuperado o seu direito à vida nômade, viajarão outra vez com suas famílias rumo ao norte, para as grandes planícies do Azawad.

Cristianismo
A obra missionária entre os tuaregues teve seu início em 1914. Mais recentemente agências missionárias, como a Visão Mundial, têm trabalhado entre eles, resultando desse trabalho algumas conversões. Estes poucos convertidos, principalmente homens, estão muito espalhados e enfrentam muitas dificuldades. Porções das escrituras e histórias foram traduzidas na antiga escrita, que uns poucos tuaregues conseguem ler. Sua crença islâmica misturou-se ao animismo, estando profundamente entrelaçadas na estrutura social. Mas a antiga classe nobre e os jovens desprezam tais crenças.








ORE PELOS TUAREGUES:
- Pelos poucos cristãos que têm tido coragem de dar o seu testemunho, enfrentando.
- Perseguições, abandono da família, e dificuldade de conseguir emprego e esposa.
- Para que seja suprida a maior necessidade das comunidades rurais: encontrar o meio termo entre uma frágil ecologia e a vida nômade.
- Pelos que ainda se encontram nos campos de refugiados e pelos que foram arrancados de seu estilo de vida tradicional e agora buscam trabalho nas cidades, e procuram refazer suas vidas, enfrentando os problemas de famílias desfeitas.
- Pelos tradutores da Bíblia, que trabalham nos diversos dialetos usados pelos tuaregues em diferentes países. E também para que haja uma igreja local, capaz de propagar o evangelho.
- Pela saúde e segurança dos missionários que exercem os seus trabalho em difíceis condições sanitárias. O povo é hospitaleiro, mas têm surgido problemas de delinqüência, com depredação de propriedades e ameaça à vida de missionários.

"Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus." Mateus 18.19 Pensando hoje em você...Ore comigo...Pelos tuaregues


terça-feira, 28 de setembro de 2010

BALINENSES - OS HABITANTES DA ILHA DOS DEUSES

Como se pode observar no mapa, Bali é uma linda ilha situada no arquipélago da Indonésia. Ela possui altas montanhas e vulcões, praias com muita areia, flores estonteantes, brancos campos de arroz e milhares de templos ornamentados. Mais de um milhão de turistas visitam Bali anualmente. Não admira que ela seja conhecida como \"a ilha dos deuses\" ou mesmo \"o último paraíso\".










Pessoas bonitas - Os balineses também são muito bonitos, com sorrisos e expressões gentis. Os turistas adoram vê-los dançar suas danças legong, que contam histórias de deuses e demônios, bruxas e princesas raptadas. As dançarinas são jovens, vestidas em roupas de ouro e escarlate, verde e azul. Em seus brilhantes cabelos negros, elas colocam elaborados ornamentos de um dourado reluzente, decorado com claras flores tropicais.Não surpreende que haja milhares de templos em Bali, pois os balineses são hindus e adoram muitos deuses. Muito antes de tornarem-se hindus, os deuses. Eles os adoravam também, pois acreditavam ser muito importante manter-se fiéis a todos.

Convite aos deuses


No inicio de cada ano(o ano em Bali tem apenas 210 dias), os balineses uma festa especial para os deuses. Nesta festa, trazem seus deuses feitos de madeira, pedra e moedas, para fora de seus santuários. Durante dez dias, s pessoas convidam os deuses para se unirem a elas em festas e danças. Ao final, os deuses são colocados novamente em seus lugares.















Espírito de ancestrais

Os balineses acreditam que os espíritos de seus deuses e ancestrais habitam nas montanhas. Quando constroem seus lares certificam-se de que o aposento contendo o altar do espírito fique voltado para as montanhas.Eles acreditam que o que acontece a eles quando morrem é muito importante. Algumas vezes, a família passa vários anos economizando dinheiro para a construção de uma torre funeral adornada e para realizar a cerimônia de cremação. Somente então a alma da pessoa morta poderá ocupar seu lugar com os espíritos de todos os outros ancestrais nas montanhas.

O poder de Jesus

Atualmente, não existem muitos cristãos balineses. Algumas vezes, seus vizinhos hindus os maltratam, pois têm medo da fúria de seus deuses, caso resolvam seguir a Jesus.










Nyoman, um garoto de oito anos, estava com medo, pois outras pessoas na vila haviam tratado mal sua família por serem cristãos.

- Por que as pessoas da vila não nos permitem ter água em nossos campos? Eles nunca nos ajudam para que auxiliemos os outros. O que fizemos de errado? - perguntou ele . - As outras crianças caçoam de mim e não brincam comigo. Elas dizem até que uma noite, quando eu estiver dormindo, os deuses virão para punir-se porque não os sigo.











- Não tenha medo, Nyoman - respondeu seu pai. - Precisamos confiar na ajuda de Jesus. Ele prometeu que estará sempre conosco e que não há poder suficiente para derrotar o seu amor. As pessoas na vila pensam que os deuses estão furiosos porque nos tornamos cristãos. Eles estão fazendo estas coisas para que voltemos a adorar os antigos deuses. Mas nós sabemos que Jesus nos libertou do poder deles, e cuidará de nós, mesmo enquanto estivermos dormindo. Vamos falar com Ele sobre isto e pedir-lhe que acabe com os nossos medos.

Em embora os cristãos sejam maltratados com freqüência por seus vizinhos hindus, eles desejam que saibam que Jesus os ama. Eles tentam demonstrar isto, ajudando-os de forma prática. Eles também querem que saibam que o Cristianismo não é religião inútil, pertencente às pessoas brancas. Assim, os cristãos estão começando a contar histórias bíblicas à maneira balinesa, com danças e mímicas.






Um a um, os balineses estão conhecendo Jesus como o amigo que está sempre ao seu lado. Estas pessoas desejam que muitos balineses descubram que Jesus é muito maior e mais poderoso que as centenas de deuses que guardam em seus santuários e levam suas ocasiões especiais.







Você pode orar pelos balineses

1 Por favor, ajuda os cristãos a demonstrarem o seu amor pelos amigos vizinhos hindus.

2 Dá coragem e poder aos balineses cristãos para testemunharem para ti em suas vilas

3 Ajuda as pessoas balinesas a compreenderem que o Senhor é soberano e mais poderoso que todos os deuses e deusas adorados por eles.

4 Ajuda os cristãos a saberem que os espíritos demoníacos não tem poder para molestá-los quando confiam em ti

5 Que famílias inteiras venham a crer em ti, para que as crianças possam aprender a confiar em ti e seguir-te quando forem jovens.

6 Que o teu Espírito Santo ajude os grupos que usam as danças e mímicas típicas balinesas para contar a história cristã com clareza.

Obrigado pela Bíblia em balinês. Ajuda os cristãos a lerem a tua Palavra e seguirem o que aprenderam.

Fonte: http://www.senami.com.br