"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

terça-feira, 30 de novembro de 2010

CURIOSIDADES SOBRE A REPUBLICA DO MALI

Mali, cujo nome oficial é República do Mali, é um país africano sem saída para o mar na África Ocidental. Mali é o sétimo maior país da África. Limita-se com sete países, a norte pela Argélia, a leste pelo Níger, a oeste pela Mauritânia e Senegal e ao sul pela Costa do Marfim, Guiné e Burkina Fasso. Seu tamanho é de 1.240.000 km². Sua população é estimada em cerca de 12 milhões de habitantes. Sua capital é Bamako.

Formada por 8 regiões, o Mali tem fronteiras ao norte, no meio ao Deserto do Saara, enquanto a região sul, onde vive a maioria de seus habitantes, está próximo aos rios Níger e Senegal. Alguns dos recursos naturais em Mali são o ouro, o urânio e o sal.

O atual território do Mali foi sede de três impérios da África Ocidental que controlava o comércio transaariano: o Império Gana, o Império Mali (que deu o nome de Mali ao país), e o Império Songhai. No final do século XIX, Mali ficou sob o controle da França, tornando-se parte do Sudão francês. Em 1960, Mali conquistou a independência, juntamente com o Senegal, tornando-se a Federação do Mali. Um ano mais tarde, a Federação do Mali se dividiu em dois países: Mali e Senegal. Depois de um tempo em que havia apenas um partido político, um golpe em 1991 levou à escritura de uma nova Constituição e à criação do Mali como uma nação democrática, com um sistema pluripartidário. Quase a metade de sua população vive abaixo da linha de pobreza, com menos de 1 dólar por dia.

GEOGRAFIA
O Mali é um país sem saída para o mar, situado na África Ocidental, a sudoeste da Argélia. Com uma área de 1.240.000 milhões de quilômetros quadrados, Mali é o 23º maior país do mundo, e seu tamanho é semelhante ao da África do Sul e da Angola. Possui 7.243 quilômetros de fronteiras com os sete países que limita. A maior parte do país forma parte do sul do Deserto do Saara, por isso o clima é quente e, comumente, tempestades de poeira se formam durante secas. O território do Mali é essencialmente plano, ainda que esta é uma rota em ocasiões por colinas rochosas. O Adrar des Ifoghas está localizado no nordeste, e as maiores altitudes são as Montanhas Hombori, que ultrapassam a altitude de 1000 metros ao sudeste, e as Montanhas Bambouk a sudoeste.

Os recursos naturais do país são consideráveis. O ouro, o urânio, o fosfato, o caulim, o sal e o calcário são os recursos mais explorados. Mali está a enfrentar problemas ambientais, como desertificação, o desmatamento, a erosão do solo e a contaminação da água.

Religião
Aproximadamente 90% dos malienses são muçulmanos e a maioria destes são sunitas. 5% da população é cristã (dois terços do Igreja Católica e o resto protestante), os restantes 5% correspondem a crenças animistas tradicionais ou indígenas. O ateísmo e agnosticismo não são muito comuns entre os malienses, a maioria de quem pratica sua religião diariamente.

Segundo o relatório anual Departamento de Estado estadunidense, sobre a liberdade religiosa, o Islã é praticado em Mali, que pode ser considerado um moderado, tolerante e adaptado às condições locais. As mulheres participam na vida político-socioeconômica, e geralmente não usam véus. A Constituição estabelece que Mali seja um Estado laico e fornece liberdade religiosa. E o governo respeita amplamente esse direito. As relações entre muçulmanos e praticantes das minorias religiosas podem ser considerada amigáveis, e os grupos missionários estrangeiros (ambos muçulmanos e não muçulmanos) são toleráveis.





POLITICA E GOVERNO
Mali é uma democracia constitucional regida pela constituição de 12 de janeiro de 1992, que foi revista em 1999. A constituição prevê a separação entre os poderes executivo, legislativo e judiciário. O sistema de governo pode ser descrito como "semipresidencialista".

O poder executivo é representado pelo presidente, que tem um prazo de 5 anos e está limitada a dois mandatos. O presidente é também o chefe de estado e o comandante. O primeiro-ministro é nomeado pelo presidente e atua como chefe de governo que, por sua vez, nomeia os membros do Conselho de Ministros. A Assembleia Nacional unicameral é o único órgão legislativo do Mali e é composta de deputados eleitos para um mandato de 5 anos. Após as eleições de 2007, a Aliança para a Democracia e Progresso ganhou 113 dos 160 assentos na assembleia. A assembleia tem duas sessões ordinárias por ano, durante os quais se discutem e votam as leis feitas por um membro ou pelo governo.

A Constituição de Mali prevê a independência jurídica, mas o Poder Executivo exerce influência sobre o Judiciário sob o seu poder de nomear juízes e supervisionar tanto as funções judiciais como a sua aplicação em lei. Os tribunais do Mali de maior hierarquia são o Tribunal Supremo, que tem competências judiciais e administrativas, e um Tribunal Constitucional independente que proporciona controle jurisdicial de atos legislativos e serve como um árbitro eleitoral. Existem vários tribunais menores, ainda que os chefes de aldeia e anciãos são responsáveis por resolver os conflitos sobre a aldeia local.






CULTURA
Mali tem tradições musicais derivam de griots (ou Djeli), conhecida como "Guardiões da Memória", exercendo a função de transmitir a história de seu país. A música do Mali é bastante diversificada e tem diferentes gêneros. Alguns músicos são influentes, como Toumani Diabate, intérprete de kora, o guitarrista Ali Farka Toure, que combinava música tradicional de Mali com o blues. O grupo de música tuaregue chamou Tinariwen e artistas como Afropop Salif Keita, a dupla Amadou & Mariam, Oumou Sangaré e Habib Koité, etc.

Embora a literatura deste país seja menos conhecida do que sua música, Mali sempre foi um dos centros mais ativos de intelectuais da África. Sua tradição literária está contida principalmente por via oral, com Khalis recitando ou cantando histórias de memória. Hampâté Amadou Bâ, historiador maliense mais conhecido, passou grande parte de sua vida a escrever estas histórias para o mundo a conservar. O melhor e mais conhecido romance de um autor de Mali é Le Devoir de violence, escrito por Ouologuem Yambo, que venceu em 1968 o Prêmio Renaudot, mas seu legado foi danificado por acusações de plágio. Outros escritores são conhecidos Baba Traoré, Modibo Keita Sounkalo, Massa Makan Diabaté, Moussa Konate e Fily Dabo Sissoko.

A cultura variada diária dos maliense reflete a diversidade étnico-geográfica do país. A maioria de seus habitantes usa trajes coloridos e fluidos chamado boubou, que são típicas de África Ocidental. Malienses participam frequentemente em festas, bailes e festas tradicionais. O arroz e milho são importantes na cozinha do pais, que é baseado principalmente em grãos de cereais. Os grãos são geralmente preparados com molhos feitos de folhas, como o espinafre, com tomate ou molho de amendoim, e pode ser acompanhada de carne grelhada (normalmente frango, cordeiro, vaca e cabra). A cozinha de Mali varia regionalmente.






POVOS ONDE O TRABALHO PIONEIRO FOI ESTABELECIDO, e que requerem oração:
a) Os Bambara são um povo-chave para a evangelização do país. Várias organizações missionárias trabalham entre os bambara com crentes em quase todas as denominações. Pequenas vitórias estão sendo conquistadas no evangelismo, mas nenhuma grande ruptura. Ore pelo crescimento espiritual e numérico da igreja entre este povo estratégico.
b) Os Fulbe estão espalhados por todo Mali, mas com grandes concentrações no sul, centro e noroeste. Diversos grupos de crentes estão sendo discipulados pela CRSWM/WEC. Pioneiros e Luteranos Noruegueses.
c) Os Fulanke e Kasonke, apesar de serem etnicamente fulbe, falam malinkê, e os wassulunke falam bambara, o que salienta a necessidade de estratégias diferentes de plantação de igrejas. Destes, somente os Kasonke estão sendo alcançados. (Luteranos Noruegueses).
d) Povos sem nenhum cristão e nenhum obreiro estabelecido: maure, ljalunke, kagoro, tukulor, wolof, etc.
e) Povos em que o trabalho ainda está na sua fase incial: bozo, gana, duun, maninka, marka, jotoni e sominke. Varias agencias estão ministrando a estes povos, mas na maioria existem apenas alguns crentes.





segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BOLIVIA E SUAS CORES

A Bolívia é um país sem litoral. O ocidente da Bolívia está situado na cordilheira dos Andes, com o pico mais elevado, o Nevado Sajama, a chegar aos 6 542 m. O centro do país é formado por um planalto, o Altiplano, onde vive a maioria dos bolivianos. O leste do país é constituído por terras baixas, e coberto pela floresta úmida da Amazônia. O lago Titicaca situa-se na fronteira entre a Bolívia e o Peru. No ocidente, no departamento de Potosi, encontra-se o Salar de Uyuni, a maior planície de sal do mundo.

As cidades principais são La Paz, Sucre, Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba.
















Continente América do Sul
Região América Andina
Coordenadas geográficas 17° S 65° O
Área
- Ranking 28º maior
- Total 1.098.580 km²
- Terra 1.084.390 km²
- Água 14.190 km²
Fronteiras
- Total 6.940 km
- Países vizinhos Argentina 832 km
Brasil 3.423 km

Chile 860 km

Paraguai 750 km

Peru 1.075 km

Linha costeira 0 km (sem saída para o mar)
Reivindicações marítimas
- Mar territorial 0 nm
- Zona contígua 0 nm
- Zona econômica exclusiva 0 nm
- Plataforma continental 0 nm
Extremos de elevação
- Ponto mais alto Nevado Sajama, 6.542 m
- Ponto mais baixo Rio Paraguai, 90 m
Relevo planalto árido e salino com altitude média de 3.500 m (altiplano), situado entre os dois braços na cordilheira dos Andes; lago Titicaca, vales e vertentes de montanhas; e terras baixas na região amazônica ao norte e na planície do Chaco a sudoeste.
Clima equatorial (depressão amazônica) e de montanha (altiplano).
Recursos naturais estanho, gás natural, petróleo, zinco, tungstênio, antimônio, prata, ferro, chumbo, ouro, madeira, energia hidráulica
Uso da terra
- Terra arável 2,78%
- Cultivos permanentes 0,19% (2005)
- Outros 97,03% (2005)
Terra irrigada 1.320 km²
Perigos naturais inundação no nordeste (abril e março)

Problemas ecológicos o clareamento do terreno para propostas agrícolas e a demanda internacional de madeira tropical estão contribuindo para o desflorestamento; corrosão do solo por sobrepastoreio e métodos de cultivo pobres (inclusive queimadas); desertificação; perda da biodiversidade; poluição industrial de distribuição de água usada para bebida e irrigação





TOPOGRAFIA
A região de Oriente, a norte e leste, que compreende três quintos do território boliviano, é formada por baixas planícies aluviais e grandes pântanos, sobrepostos ao antigo escudo cristalino brasileiro, que aflora em longos trechos. No extremo sul fica o Chaco boliviano, pantanoso durante a estação chuvosa e semidesértico nos meses restantes. A nordeste da bacia do lago Titicaca erguem-se montanhas extremamente altas, algumas das quais excedem 3.600m e caem abruptamente sobre as planícies.

Os Andes atingem na Bolívia sua maior largura e dividem-se em duas grandes cadeias paralelas, a Oriental e a Ocidental, entre as quais se estende o Altiplano Boliviano. A Cordilheira Oriental é formada por maciços de argilitos, arenitos e quartzitos paleozóicos, sobrepostos a um núcleo granítico. A Cordilheira Ocidental consiste numa série de vulcões inativos ou extintos, e suas rochas compõem-se de vastas acumulações de lavas riolíticas, traquíticas e andesíticas. Possui aproximadamente 800 km de comprimento por 130 km de altura, numa altitude varíavel de 3.600 a 3.800m.

CLIMA
Embora dentro da faixa tropical, a Bolívia apresenta grande amplitude térmica, que varia do calor equatorial até o frio ártico das montanhas mais altas. Na zona climática de Yungas, a média durante todo o ano, são elevadas, de 750 a 1250mm, no mínimo. Entre 2.000 e 2850m, os vales apresentam clima quente semitropical, sem grandes variações térmicas. Daí até três mil metros de altitude, o clima é temperado, embora sujeito a geadas no inverno.

A zona climática do Altiplano Boliviano, a oeste da Cordilheira Oriental, é sempre fresca. A temperatura média em La Paz é de 10,2 °C. A zona de Puna Brava eleva-se até o limite das neves (5.400m), cobrindo um território gélido e inóspito. Acima desse limite, o clima é ártico. No verão, temporais breves, mas violentos, açoitam por vezes o planalto setentrional e o Lago Titicaca.










A educação na Bolívia, assim como outros aspectos na vida dos bolivianos, tem uma divisão entre a área rural e a urbana. O analfabetismo rural se mantém alto, mesmo que o resto do país tenha aumentando o índice de alfabetização. Essa diferença é causada parcialmente pelo fato de que muitas crianças vivendo em áreas rurais são forçadas a contribuir economicamente para a renda familiar, e assim é muito mais improvável que frequentem a escola. Na média, as crianças da área rural frequentam a escola por 4,2 anos[carece de fontes?], enquanto as crianças da área urbana recebem educação por uma média de 9,4. Uma diferença de gêneros também existe. O índice de alfabetização do país é de 86,7% é comparavelmente menor que os outros países da América do Sul.[carece de fontes?]

Os problemas da educação da Bolívia não são necessariamente atribuídos à falta de fundos. O país reserva 23% do seu orçamento anual para gastos educacionais, um percentual maior do que a maioria dos outros países da América do Sul, apesar de ter um orçamento nacional menor.

Uma reforma fez algumas mudanças significativas. Iniciada em 1994, a reforma descentralizou os fundos para educação para se adequar as diversas necessidades locais, melhorar o treinamento de professores e o curriculum, formalizar e expandir a educação bilingue e modificar o sistema de séries escolares. A resistência da união de professores, entretanto, tem atrasado a implementação de algumas partes da reforma.





A Bolívia é um país sem litoral. O ocidente da Bolívia está situado na cordilheira dos Andes, com o pico mais elevado, o Nevado Sajama, a chegar aos 6542 metros. O centro do país é formado por um planalto, o Altiplano, onde vive a maioria dos bolivianos. O leste do país é constituído por terras baixas, e coberto pela floresta úmida da Amazônia. O lago Titicaca situa-se na fronteira entre a Bolívia e o Peru. No ocidente, no departamento de Potosi, encontra-se o Salar de Uyuni, a maior planície de sal do mundo.

As cidades principais são La Paz, Sucre, Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba.

A região Oriente, a norte e leste, compreende três quintos do território boliviano, é formada por baixas planícies de muitos rios e grandes pântanos. No extremo sul localiza-se o Chaco boliviano, pantanoso na estação chuvosa e semi-desértico nos meses de seca. A nordeste da bacia Titicaca visualizam-se montanhas extremamente altas de 3.000 a 6.500 metros. Notamos que as montanhas de mais altitude caem em ângulos praticamente retos até se transformarem em planícies.

Os Andes atingem a Bolívia e se dividem em duas grandes cadeias, a Oriental e a Ocidental. Nota-se que a cordilheira Ocidental é formada por vulcões inativos ou extintos, e suas rochas são formadas de lava vulcânica petrificada. A altitude máxima é de 3700 m, com 800 km de comprimento e 130 km de largura. A cordilheira Oriental é composta de diversos tipos de rochas e areia.










DESAFIOS DE ORAÇÃO
A democracia e a liberdade são novas realidades para a Bolívia. Somente agora os beneficios estão começando a alcançar a grande maioria amerindia, que por muito tempo foi envolvida pela pobreza, explorada e marginalizada politicamente. Ore por coragem e pela integridade moral dos lideres da nação, que lutam com a desigualdade econômica e com as calamidades sociais daquela sociedade. Um exemplo disso é a "industria da cocaína". Cerca de 50% da cocaína consumida no mundo é cultivada na Bolívia. Ore para que os bolivianos evangélicos vivam em santidade, com vidas exemplares, enquantam buscam trazer mudanças para o bem de seu país.

OS CRISTÃOS EVANGÉLICOS são uma crescente influência na sociedade. A Associação Evangélica é a principal ligação entre eles. Ore pela lunidade e por um compromisso continuo de oração e evangelização, com a visão de alcançar uma nação transformada.





A cegueira espiritual que durou décadas está começando a ser quebrada, mas os cristãos precisam combater em oração a forte idolatria e a superstição pagã da sociedade, as injustiças, a corrupção e os interesses daqueles que têm o poder e, acima de tudo, tirar o "homem forte" de seu longo domínio.
São muitas as igrejas em crescimento, mas também são muitas as necessidades e os desafios. Isto inclui o analfabetismo, falta de entendimento dos fundamentos das verdades do cristianismo, desinteresse e o grande comprometimento com os maus sociais da fornicação, da separação das familias, violência e do abuso ao álcool. Ore por um reavivamento.
O treinamento da liderança em vários níveis é fundamental para as diversas igrejas em crescimento desde as vilas tibais na selva, até as sofisticadas congregações das elites nas cidades. Existem mais de 30 seminários protestantes e escolas biblicas, bem como uma variedade de institutos da TEE e BCC. Isto não pode promover a maturidade das autoridades espirituais sem uma profunda obra do Espirito de Deus. São necessários homens e mulheres que conheçam o seu Deus.





OS MENOS ALCANÇADOS
Os vilarejos rurais uma grande parte formada pelos quéchuas, aimarás e povos das planícies que moram nas montanhas de difícil acesso, ou nas regiões de florestas. Mas da metade destas ilas está além do alcance dos atuais esforços.
Os jovens são muito negligenciados; mais de 53% da população têm menos de 19 anos. Poucas igrejas sabem como ir ao encontro de suas necessidades espírituais. Desemprego, violência urbana e o crescente consumo de drogas intensificam o vazio da geração em crescimento.
Ore pelo trabalho da SU e de outros que buscam alcançar e discipular os jovens.
As crianças. Mais de 80% vivem em extrema pobreza, e 100.000 têm menos de 14 anos e vivem em áreas urbanas e precisam trabalhar. Sabe-se que mais de 80.000 destas crianças são viciadas em drogas.
Ore pelo desenvolvimento de ministérios lpara crianças e para que as igrejas vejam a importância deste trabalho.





As tribos das planícies vêm sendo amplamente evangelizadas através de grande sacrifício, com considerável êxito. Louve ao Senhor pelo trabalho da NTM, SIM, WGM, UWM, South American Mission, SIL entre outras. Os ministérios destas agências estão sendo muito atacados por antropólogos anti-cristãos e exploradores comerciais destas terras, que as acusam de "genocídio". Mas, em resposta às orações, os efeitos destes ataques têm sido reduzidos.
Ore pelo fim deles, por amadurecimento dos líderes nativos, integração destes fiéis à vida boliviana, pela real conversão da segunda geração de cristãos e pelo desenvolvimento do cristianismo saudável como parte de sua cultura.