"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

sábado, 12 de março de 2011

CURIOSIDADES SIM - CULTURA NAO


Em 2001, um grupo militante chamado Lashkar-e-Jabar exigiu que as mulheres muçulmanas da Caxemira usassem burcas - vestimenta que as cobre dos pés à cabeça -, sob o risco de serem atacadas. Os homens jogaram ácido no rosto de duas mulheres que não se cobriram em público.

O grupo também exigiu que as mulheres hindu e sikh adotassem vestimentas padronizadas: defendiam que as mulheres hindu deveriam usar o bindi - tradicional ponto colorido - na testa, e as mulheres sikh deveriam cobrir suas cabeças com um pano cor de açafrão.

Infanticídio feminino

A política do filho único, na China, fez aumentar o desdém por crianças do sexo feminino: aborto, negligência, abandono e infanticídio (assassinato de crianças) são alguns crimes que atingem estas crianças. O resultado deste planejamento familiar foi uma média de 114 homens para cada 100 mulheres, entre crianças de 0 (recém-nascidas) a 4 anos de idade. Normalmente, a taxa é de 105 homens para cada 100 mulheres.

Da mesma forma, o número de meninas que nascem e sobrevivem na Índia é significativamente menor se comparado com o número de meninos, devido ao número desproporcional de fetos do sexo feminino que estão sendo abortados e meninas que são negligenciadas e deixadas para morrer. A média normal de nascimentos é de 950 meninas para cada 1000 meninos. No entanto, em algumas regiões, esta média cai para 300.

Subjugação sexual

Muitos países criminalizam o sexo antes do casamento. No Marrocos, as penas para violação do código penal, no que tange a esta questão, incorrem bem mais em mulheres do que em homens. Mulheres solteiras grávidas, em particular, sofrem com a perseguição.

O código penal marroquino também considera o estupro de uma virgem como uma circunstância agravante de agressão. A mensagem é clara: o grau de punição do agressor é determinada pela experiência sexual da vítima.

Sequestro de noivas


O sequestro de noivas é uma prática comum no Quirguistão e Turcomenistão. Quando é hora de se casar no Quirguistão, o homem ou sua família escolhem uma mulher, que será sequestrada. O noivo, seus parentes e amigos a levam para a casa da família, onde as mulheres mais velhas tentam convencer a mulher sequestrada a aceitar o casamento. Algumas famílias mantém a mulher refém durante vários dias para fazê-la ceder.

Na Etiópia e Ruanda, o processo tem requintes de brutalidade, pois o homem, além de sequestrar a mulher, também a estupra. A família da noiva é obrigada a consentir com a união, principalmente quando o noivo engravida a mulher, uma vez que ninguém mais se casaria com uma mulher grávida.

Morte por honra



Morte por honra é uma forma de punição cometida contra uma mulher que se julga ter desonrado os membros de sua família. Geralmente, as vítimas são mulheres que: recusam um casamento arranjado; são vítimas de um abuso sexual; buscam o divórcio; cometem adultério; ou praticam sexo fora do casamento.

A UNICEF relatou que, na Índia, mais de 5000 noivas são mortas anualmente porque seus dotes de casamento são considerados insuficientes. A partir de 2004, crimes por honra ocorreram em vários países, como Albânia, Bangladesh, Brasil, Canadá, Dinamarca, Equador, Alemanha, Índia, Iraque, Israel, da Itália, Paquistão, Arábia Saudita, Suécia, Uganda, Reino Unido e Estados Unidos.

Queimadura

Queimadura é uma forma de violência doméstica praticada em partes da Índia, Paquistão, Bangladesh e outros países localizados no ou ao redor do subcontinente indiano. O ato é praticado da seguinte maneira: um homem, ou sua família, jogam querosene, gasolina ou outros líquidos inflamáveis na esposa. Depois, ateiam fogo, levando a mulher à morte ou lesões permanentes.

Ataques com ácido

Ataques ácidos são uma forma de violência que ocorrem principalmente no Afeganistão. Perpetradores desses ataques jogam ácido em suas vítimas (normalmente em seus rostos), queimando-as. As conseqüências incluem cicatrizes permanentes no rosto e no corpo, assim como cegueira.

Mutilação genital feminina



A mutilação genital feminina se refere a todos os procedimentos de remoção parcial ou total dos órgãos genitais femininos externos, assim como outras formas de lesão, quer por razões culturais, religiosas, ou mesmo por razões terapêuticas.

Estas formas de mutilação aparecem no mundo todo, mas são mais comuns em regiões da África. Geralmente, ocorre entre os 4 e 8 anos de idade, mas pode ocorrer em qualquer idade desde a infância até a adolescência. O procedimento, quando realizado sem anestesia, pode levar à morte por choque, devido à imensa dor, ou por sangramento excessivo.

Tráfico de mulheres

Desde a queda da cortina de ferro, os países pobres do antigo bloco oriental, como a Albânia, Moldávia, Roménia, Bulgária, Belarus e Ucrânia têm sido identificados como principal origem do tráfico de mulheres e crianças. As meninas são freqüentemente atraídas para os países ricos pela promessa de dinheiro e trabalho e, em seguida, reduzidas à escravidão sexual.

Estima-se que 2/3 das mulheres traficadas para prostituição, anualmente, vêm da Europa Oriental, sendo que 3/4 delas nunca trabalhou como prostituta antes. Os principais destinos são Europa Ocidental (Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Reino Unido e Grécia), o Oriente Médio (Turquia, Israel, Emirados Árabes Unidos), Ásia, Rússia e Estados Unidos.

Servidão ritual


Em algumas partes de Gana, uma família pode ser punida por um delito tendo que entregar uma mulher virgem para servir como escrava sexual dentro da família ofendida. Neste sistema de escravidão, sob forma de servidão ritual, meninas virgens são dadas como escravas em templos tradicionais e usadas sexualmente por sacerdotes.

9 comentários:

  1. É perturbante que ainda aconteçam ataques aos direitos das mulheres tão graves como estes. Num mundo, chamado de avançado, coisas como estas deviam ser punidas por lei. Ninguém que pratica estas violências, ou acredita nelas parece vir a admitir algum dia que isto é errado e que, porque são homens, têm o direito de causar tamanho sofrimento.

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  2. Não se pode criticar o que se passa la pois cada um tem suas culturas e tal,mas é uma injuria o que fazem com as mulheres,são condições desumanas,precárias.

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  3. Enquanto a religião for uma força política mais forte do que a razão e a liberdade, a vida não será justa e a ignorância prevalecerá sobre qualquer ideal.
    Precisamos conhecer mais de nós mesmos e assumir a responsabilidade pelo que fazemos e também pelo que deixamos de fazer.

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  4. isso é uma falta de respeito oque a onu faz?nada

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  5. PELO AMOR DE DEUS! ISSO É UMA INJUSTIÇA,TUDO ACONTECE COM AS MULHERES. E OS HOMENS? E A ONU O QUE FAZ???

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  6. SÓ DEUS PARA AJUDAR ESSAS PESSOAS. ALÉM DE HEDIONDO, É MUITO TRISTE VER COMO AS MULHERES SOFREM

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  7. Jesus quando veio ao mundo nós deu ezemplo, amai uns aos outos como eu vos tenho amado.Ainda eziste muita maldade e covardia contra às mulheres, istó é nazismo, antigo testamento Biblico, tenho pena dessas mulheres,os país ricos podia ajudar, eles tem força.Mulher nascer nesses países é como: nascer nó inferno, só Deus, enquanto istó a maldade e o nazismo faz parte de suas vidas, é muito vergonhoso e triste ver isso...

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    1. lerdo afff nunca fez aula de português não

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  8. Não vejo isso como uma forma de cultura,e sim como uma violação dos direitos humano.Nunca vou aceitar mutilação como cultura, isso é CONTRA VALORES DA HUMANIDADE.É lamentável a ONU não fazer nada a respeito.

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