"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O QUE VOCÊ PRECISAVA SABER SOBRE A CORÉIA DO NORTE

Entrevista com a Jornalista Ana Paula Padrão Parte UM ||

 ..Enfim, queria mostrar inúmeras coisas, como os mercados ilegais que acontecem na casa das pessoas, porque não existem mercados no país, mas não consegui. Os jornalistas que visitam o país acabam fazendo um mesmo tour pelas praças, por alguns pontos da cidade, pelas estátuas, monumentos... Inclusive, você é obrigado por eles a depositar flores no monumento dedicado ao líder
King Il-Sung...





O que acontece é que eles escondem muito a verdade. No hotel em que eu estava, a energia elétrica caía diariamente por volta das 20h. Comentei isso com um dos guias e ele foi enfático: disse que não havia problemas com o sistema de energia do país, que aquilo era apenas um pequeno transtorno. Perguntei a ele se o país fazia algo para consertar a situação e ele novamente insistia que não havia problema algum, que a rede elétrica era muito moderna e que o país estava construindo incontables usinas elétricas. Incontables, porque esses guias falavam perfeitamente o espanhol e por isso mesmo eles entendiam perfeitamente tudo o que conversávamos e o que gravávamos nas passagens de vídeo para as matérias. Numa certa vez eu estava numa praça em Pyongyang, falando sobre os monumentos, sobre a rica arquitetura da escola soviética... Quando os guias ouviram a palavra soviética eles mandaram a gente parar a gravação imediamente e disseram que veriam todo o material gravado até aquele momento para poderem apagá-los. Eu protestei, reclamei, mas como eles entendem de tecnologia bem menos que nós, demos um jeito de manter uma cópia daquela gravação conosco. Não existe pluralidade na imprensa da Coreia do Norte. Existe apenas um canal de televisão, estatal logicamente. Cheguei a assistir pequenos trechos da programação e é quase exclusivamente uma agenda do governo naquele dia. Existem algumas emissoras de rádio, alguns poucos jornais, o Pyongyang Times... Tudo, absolutamente tudo na Coreia do Norte é do governo. Não existe instituição privada no país. Meios de comunicação, empresas e até mesmo o hotel no qual fiquei eram públicos. Havia um telefone no hotel. Assim que cheguei, eles perguntaram se eu falaria com alguém durante o período que ficaria por lá. Eu disse que sim, que iria falar com o meu marido e eles me pediram os números de telefone dele. Eu falei com o meu marido duas vezes... É parecido com aquelas ligações via telefonista num Brasil dos anos cinquenta, sessenta. Eu dizia que queria falar com o meu marido, eles passavam e os guias ficavam ali perto, sentados num banquinho... Não cheguei a perceber, mas acredito que eles tenham conferido a minha conversa.

Quando cheguei à Coreia do Norte avisei todas as ONGs presentes no país, assim também como a ONU, que eu estava lá. O Itamaraty também foi avisado da minha ida. Inclusive, no último dia da nossa estada na Coreia do Norte fomos visitados em nosso hotel por um representante da ajuda humanitária da ONU. No entanto, foi uma situação constrangedora. Como estávamos nos quartos, prestes a descer, os nossos guias o receberam antes, mas o trataram muito mal, perguntando o porquê da ida dele ao hotel. Quando descemos, dissemos aos guias que ele era um conterrâneo nosso, que estava fazendo um trabalho de ajuda na região e que conversaríamos com ele no bar do hotel. Ficamos em uma mesa e os guias, desconfiados, em outra, ao lado, ouvindo tudo.


Nós conseguimos o visto do governo norte-coreano após um ano de tentativas, o que é relativamente pouco, comparado ao processo de obtenção de vistos por outros jornalistas. O pedido para o visto já estava encaminhado em outras representações diplomáticas da Coreia do Norte no exterior. Quando o governo de Pyongyang abriu uma representação em Brasília, juntamos todos esses pedidos e demos entrada para o visto ser obtido por aqui. Durante esse período, fui a Brasília umas três vezes por semana resolver também outras documentações relativas ao Itamaraty. Eu e a minha equipe fomos os primeiros aqui no Brasil a ter esse tipo de concessão e depois de nós ainda ninguém viajou para a Coreia do Norte com o visto de jornalista reconhecido por Pyongyang.

A primeira sensação que você tem ao chegar à Coreia do Norte é que você voltou no tempo. As ruas, a mínima quantidade de pessoas circulando até mesmo nos grandes centros urbanos, como Pyongyang, faz tudo parecer muito organizado, muito artificial. Você se sente numa verdadeira cidade cenográfica. Fomos ao estádio numa época de comemorações e os ensaios para a festa são milimetricamente ensaiados, organizados. North Korean Human Pixels http://human-pixels.blogspot.com Em português.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CINGAPURA ME ENCANTA, VISITE-A

VEJA OS VIDEOS ABAIXO, EM CIMA DESTE HOTEL ESTÁ A MAIS ALTA PISCINA DO MUNDO, A 15O METROS DE ALTURA. LÁ EM CIMA TEM RESTAURANTES, CINEMAS, TEATROS, MUSEUS, CASINOS, BARES E VÁRIOS TIPOS DE PISCINAS COM HIDROMASSAGENS. A VISTA É MARAVILHOSA. CONVIDO VOCE A VISITAR CINGAPURA. Cingapura deriva do sânscrito simhapura e significa Cidade do Leão.

Cingapura foi fundada em 1819, mas só se tornou independente em 1965, ano em que se separou da Malásia. Apesar do inglês ser a língua oficial, muitos moradores de falam malaio, mandarim e tamil

A população é uma das mais multiculturais do mundo. Além de malaios, Cingapura abriga uma grande quantidade de descendentes de chineses, indianos, indonésios, europeus e árabes

Cingapura tem a maior densidade demográfica do mundo, com 6.107 seres humanos por km2.

A renda per capita de Cingapura é de 25.000 dólares, oito vezes maior do que a brasileira.  O país concentra o maior número de milionário do mundo.

Mas… …Cingapura é a 10a cidade mais cara do mundo e a terceira da Ásia – atrás apenas de Tóquio e Osaka.

O clima é equatorial, portanto, quente e úmido na maior parte do ano. Está situado há apenas 37  km da linha do  Equador.

Grande parte da água consumida em Cingapura vem da vizinha Malásia. Na verdade, toda a matéria-prima (petróleo, areia etc) e quase todo alimento consumido pela população de Cingapura é importada. Beber água mineral faz muito mal ao bolso e o Governo incentiva o uso da água torneiral que é limpíssima. 

A pornografia é total e absolutamente proibida. Até andar nú dentro de casa pode resultar em cadeia.

É proibido mascar chiclete em público. Jogar o chiclete no chão, então, nem pensar!! Aliás, a venda de chiclete é proibida. Quem desejar compra-lo deverá procurar uma farmácia e efetuar um cadastro.

Se algum motorista for pego usando o celular ao volante, ele é imediatamente preso. Entretanto eu presenciei o motorista do taxi que usei usando celular e não aconteceu nada.

Pichar muros e fachadas pode resultar em três anos de prisão. Se a tinta for difícil de ser removida, o pichador pode levar oito chibatadas.

Cingapura foi o primeiro país a realizar um Grande Prêmio de Fórmula 1 à noite.

Cingapura comemora o ano novo duas vezes ao ano! Em 01 de janeiro é comemorado o ano novo pelo calendário gregoriano e em 15 de fevereiro, pelo calendário chinês.

Existem mais de 26.000 multinacionais instaladas em Cingapura, o que faz dela uma cidade com economia dinâmica, diversificada e competitiva.

A cidade possui mais de 300 shopings centers que estão concentrado numa única avenida.

Ao lado da Noruega e da Finlândia, a cidade-Estado de Cingapura possui um dos melhores sistemas educacionais do mundo.

Presente na bandeira de Cingapura, a lua representa o islamismo.

 As cinco estrelas representam os ideais do país: progresso, paz, justiça, igualdade e democracia.

VISITE CINGAPURA. EU ESTIVE AQUI E RECOMENDO.