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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

MESQUITAS ISLÂMICAS E OUTROS

Uma mesquita (em árabe:مسجد) é um local de culto para os seguidores do islã. Os muçulmanos frequentemente referem-se à mesquita utilizando o seu nome em árabe, masjid (plural: masajid). A palavra masjid significa templo ou local de culto e deriva da raiz árabe sajada (raiz s-j-d, "prostrar-se", em alusão às prostrações realizadas durante as orações islâmicas). A palavra mesquita é usada para se referir a todos os tipos de edifícios dedicados ao culto muçulmano, embora em árabe seja feita uma distinção entre a mesquitas de dimensões menores e as mesquita de maior dimensão, que possuem estruturas sociais. Estas últimas são denominadas como "masjid jami".

O objectivo principal da mesquita é servir como local onde os muçulmanos possam se encontrar para rezar. No entanto, as mesquitas são também conhecidas pela seu papel comunitário e por serem as formas mais expressivas da arquitectura islâmica. Elas evoluíram significativamente desde os espaços ao ar livre que eram a Mesquita Quba e o Masjid al-Nabawi do século VII d.C.. Hoje em dia, a maioria das mesquitas possuem cúpulas, minaretes e salas de oração que podem assumir formas elaboradas. Surgidas na Península Arábica, as mesquitas podem ser encontradas em todos os continentes em que existem comunidades muçulmanas. Não são apenas locais para o culto e a oração, mas também locais onde se pode aprender sobre o islão e conviver com outros crentes.













Etimologia
Na tradição islâmica, existem dois termos para indicar a mesquita: masjid, que em espanhol foi traduzido como mezquita e entrou em todas as línguas europeias, e giâmi’, que é a denominação mais difundida no mundo islâmico. O primeiro nome deriva da raiz sjd cujo significado é prostrar-se e o segundo da raiz gm que significa reunir-se.

História
No Ocidente é frequente pensar-se nas mesquitas como um templo semelhante às igrejas cristãs, um edifício dedicado apenas ao culto de Deus. Na realidade a mesquita é a construção mais complexa do mundo islâmico.

Grandes pátios e torres altas (minaretes) são elementos frequentemente associados com as mesquitas. No entanto, as primeiras mesquitas, que surgiram na Península Arábica eram estruturas muito simples. As mesquitas evoluíram bastante nos séculos que se seguiram, adquirindo as estruturas que lhes são hoje familiares ao mesmo tempo que se adaptaram às várias culturas do mundo.

As primeiras mesquitas
Segundo as crenças islâmicas, a primeira mesquita do mundo é a área em torno da Kaaba em Meca, actualmente na Arábia Saudita. Esta área é hoje conhecida como Masjid al-Haram ou Mesquita Sagrada. Desde 638 o Masjid al-Haram tem sido expandido várias vezes para poder acomodar o número crescente de muçulmanos que vivem na área ou que realizam a peregrinação anual a Meca (Hajj). Para outros, a primeira mesquita foi a Mesquita de Quba em Medina, dado que esta foi a primeira mesquita construída pelo profeta Muhammad. A primeira coisa que Muhammad fez quando se aproximou de Medina foi construir a Mesquita Quba, na qual os muçulmanos acreditam que permaneceu durante três dias antes de entrar na cidade.

Masjid al-Nabawi em MedinaAlguns dias depois de ter começado o trabalho na mesquita Quba, Muhammad estabeleceu outra mesquita em Medina, conhecida hoje em dia como Masjid al-Nabawi, ou a Mesquita do Profeta. A localização da mesquita foi declarada após a realização no local da primeira oração de Muhammad à sexta-feira. Nesta mesquita seriam desenvolvidas algumas das práticas habituais nas mesquitas atuais, como o adhan, ou seja, a chamada à oração. O Masjid al-Nabawi foi construído com um grande pátio, elemento presente nas mesquitas construídas desde então. Num dos lados do pátio colocava-se Muhammad para pregar. Mais tarde, o profeta do islão adoptou um púlpito com três degraus de modo a servir como plataforma de onde pudesse realizar os seus sermões. Este púlpito é hoje conhecido como mimbar e é comum nas mesquitas actuais.

Hoje em dia, o Masjid al-Haram em Meca, o Masjid al-Nabawi em Medina e a Mesquita de Al Aqsa em Jerusalém são considerados como três locais sagrados do islão.

































sexta-feira, 12 de novembro de 2010

PEREGRINAÇÃO À MECA




As autoridades sauditas se preparam para receber cerca de 2,5 milhões de peregrinos em Meca para a festa do Hajj, na maior concentração humana anual do mundo, que começa no próximo domingo (14).

Como guardiã dos lugares santos do islã - Meca e Medina - a Arábia Saudita quer a todo custo evitar uma repetição as mortes por pisoteamento que marcaram a peregrinação das últimas décadas.

O auge da peregrinação é a chegada ao Monte Arafat na segunda-feira, onde os fiéis vestidos de branco, vindos de todo o mundo muçulmano, se reúnem às vésperas da Festa do Sacrifício (o Aid al Adha).

Em janeiro de 2006, 364 peregrinos foram mortos pisoteados durante um tumulto e outros 251 conheceram destino semelhante, dois anos antes.

Em julho de 1990, 1.426 peregrinos morreram, a maioria asfixiada, em um túnel. Em 1987, uma manifestação de peregrinos iranianos deu lugar a conflitos que fizeram mais de 400 mortos.

País inaugurou maior relógio do mundo

A novidade deste ano será a colocação em serviço de um bonde elétrico ligando Mina, Muzdalifa e o Monte Arafat, onde se concentra o maior fluxo de fiéis durante os cinco dias.

Entenda a peregrinação a Meca

...O meio de transporte, que custou R$ 3,4 bilhões (US$ 1,8 bilhão), vai substituir 4.000 ônibus nesta parte do percurso da peregrinação. Ele completa uma série de obras de infraestrutura, que incluem passarelas e túneis, com a finalidade de melhorar a circulação dos fiéis durante os diferentes rituais. Tudo será monitorado por 30 câmeras.

O sistema de medição será estendido até a grande mesquita, que pode acolher 700 mil fiéis no pátio e 180 mil em seu interior.

A peregrinação ocorrerá este ano sob a presença do maior relógio do mundo, que começou a funcionar no topo da torre da grande mesquita.