"REPARTIR COM OS DEMAIS POVOS O QUE TEMOS RECEBIDO COM FARTURA É O QUE DEUS ESPERA DE CADA UM, ESPECIALMENTE SE CONSIDERARMOS QUE ELE NOS ABENÇOA PARA QUE OUTROS TAMBÉM SEJAM ABENÇOADOS POR MEIO DAS BÊNÇÃOS QUE TEMOS ALCANÇADOS."

terça-feira, 24 de agosto de 2010

COMIDAS EXÓTICAS PARA ESTÔMAGOS FORTES



Você é o que você come. Na cultura ocidental, o que você come reflete na sua saúde, em como o corpo absorve carboidratos, proteínas, açúcares e gorduras. Na cultura oriental, a frase tem outro significado. Ao ingerir um alimento, você assume suas propriedades energéticas. Isso explica parte do motivo pelo qual os asiáticos são os campeões em comida exótica (pelo menos aos olhos arregalados dos ocidentais). Do cardápio de chineses, vietnamitas, cambojanos, tailandeses e japoneses fazem parte ingredientes como escorpiões, baratas, besouros, aranhas, morcegos, peixes venenosos, ursos, cobras, pênis de animais e larvas.
Para quem tem estômago forte e espírito aventureiro, comer um espetinho de escorpiões ou o coração ainda pulsante de uma cobra é apenas uma experiência diferente numa viagem de turismo. Mas para os locais, a maioria desses pratos – além ser uma fonte rica em proteína – é como um remédio: eles podem aumentar a vitalidade, a virilidade, a resistência e a libido ou curar dores no corpo, acabar com pedras nos rins, resolver problemas circulatórios, aliviar a tosse e a asma ou diminuir a apatia. No Vietnã, por exemplo, a cobra é um alimento muito apreciado por suas propriedades medicinais, e há restaurantes especializados no preparo do animal. A carne do réptil, dizem, é boa para a vida sexual de homens e mulheres e pode até curar a malária.
O que escolhemos comer depende de onde nascemos e de como somos criados. Mas quase sempre o que nos repele não é o gosto da comida, mas o pensamento de ter de comê-la. E é esse pensamento que nos faz repelir a ideia de comer carne de cachorro, como acontece na China, onde há criadouros de uma raça do animal para abate culinário. Ou que nos faz nausear diante de uma salada de besouros ou de um prato de larvas fritas. Ou ainda que nos faz colocar os bofes pra fora diante de um “crocante” ovo de pata com um embrião de 17 dias. Algumas comidas são tabu, outras, proibidas, outras, ainda, são consideradas “incomíveis”. Ma por que algumas culturas comem peixe cru, mas não comem queijo? O fato é que temos de nos alimentar para sobreviver, e o que é enojante para uns, pode ser uma iguaria para outros ou sua única fonte de sobrevivência.Ou você se recusaria a comer uma suculenta caranguejeira assada se a sua vida dependesse disso?
Nas próximas páginas você vai conhecer 12 alimentos estranhos ao redor do mundo. Mas lembre-se de que alguns deles só são estranhos dentro da cultura ocidental.

1. Tailândia: Ratos

Ratos são uma iguaria servida em ocasiões especiais na Tailândia
Sabe aquele roedor asqueroso do qual costumamos fugir ou então matamos sem dó? Pois o rato é um dos alimentos que vão à mesa dos tailandeses de várias maneiras. No norte do país, os locais costumam assar o bicho inteiro em uma espécie de churrasqueira improvisada e dividi-lo com os familiares e os convidados como uma iguaria muito especial – embora tenham à mão também porcos, bois e outros animais comestíveis mais comuns, eles preferem os ratos para ocasiões especiais. Os ratos assados são servidos com molho extremamente apimentado e com uma tigela de arroz grudento. Quem já provou diz que o sabor da carne do rato é parecido com a do coelho.
Segundo a Larousse Gastronomique, os ratos ainda são consumidos em algumas partes da França, mas como qualquer item da culinária francesa, são preparados de maneira requintada. No Vietnã, a procura é pelas ratazanas prenhas. Em vez da rata, os vietnamitas preferem seu fetos que, dizem, têm a carne muito mais saborosa, aumentam a virilidade e podem ser comidos crus. Então tá.

2. China: Sopa de ninho de pássaro
Ninho de passarinho antes de ir para a panela (alto), e a sopa já pronta para consumo
Você estaria disposto a pagar US$ 10 mil por 1 kg de ninho de passarinho? Mas veja, não é um ninho qualquer, mas um ninho feito da saliva de um tipo de andorinha. Esse ninho é o ingrediente principal de um dos pratos exóticos mais caros do mundo: a sopa de ninho de passarinho. É caro porque as andorinhas asiáticas constroem seus ninhos com saliva por um período de 35 dias, durante a época de procriação. Os ninhos, só podem ser colhidos três vezes ao ano e com muito esforço por parte dos coletores, que se arriscam numa perigosa escalada aos paredões rochosos onde os ninhos são construídos. Essa colheita arriscada só contribui para elevar o preço do produto.
Os ninhos da andorinha asiática são ricos em nutrientes e têm elevados níveis de cálcio, ferro, potássio e magnésio. Acredita-se que a iguaria também tenha valor medicinal, ajudando a digestão, aumentando a libido, melhorando a voz, aliviando as crises de asma, melhorando a concentração e fortalecendo o sistema imunológico. Os ninhos de passarinho são consumidos em sopa. Depois de colhidos, eles são lavados para a retirada de penas e vendidos a restaurantes, onde são servidos cozidos em caldo de galinha. Durante o processo de cozimento, os ninhos soltam uma substância que confere textura gelatinosa à sopa.
Em Hong Kong, o preço de um pratinho da sopa de ninho de passarinho custa de US$ 30 a US$ 100.

3. África e Ásia: Cérebro de macaco

Cérebro de macaco servido na cabeça do bicho no filme ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’
A cena ficou imortalizada no filme “Indiana Jones e Templo da Perdição”: em um jantar repleto de comidas impensáveis, cabeças de macaco são servidas aos convidados com o cérebro exposto para o consumo. Mas em países como a China, a Malásia, o Vietnã, a Indonésia e Tailândia, o miolo do macaco é retirado da cabeça, limpo, cozido e servido com molho temperado em um prato comum. O miolo do animal é rico em gordura, proteína e fósforo, mas muitos o consomem por acreditar que podem ficar mais inteligentes.
Em outros países da Ásia e na África, há quem prefira comer o cérebro diretamente no crânio do animal ainda vivo. Aos olhos das sociedades protetoras de animais, a prática é uma atrocidade. O animal é mantido vivo, preso em uma gaiola de ferro com a cabeça para fora, como numa bandeja, e depois de ter os pelos raspados e a cabeça lava, a tampa do crânio é retirada. Munidos de uma colher especial, os comensais se servem do cérebro ainda pulsante do animal agonizante.

4. China: Pênis de touro, cachorro, cavalo, veado…

Ensopado de pênis de touro
Para os chineses, o pênis de touro é um afrodisíaco com as mesmas propriedades do Viagra. Segundo a tradicional medicina chinesa, se cozido com as ervas certas, ele tem a capacidade de deixar quem o come com um desejo sexual incontrolável. Mas mesmo para os chineses, e embora seja encontrado nos mercados, o pênis de touro é um tabu culinário. Não é todo mundo que se aventura a provar a carne firme, cheia de tendões, do órgão sexual do touro. Assim como é preciso experiência para prepará-lo corretamente. Para que a carne não fique com gosto de urina e dura, o cozinheiro precisa abrir o pênis e lavar muito bem o canal da urina que corre ao longo do órgão, depois, deve cozinhá-lo por, no mínimo, quatro horas e servi-lo como numa sopa.
Em Pequim há um restaurante especializado em órgãos genitais de animais. O Guolizhuang tem vários tipos de pênis (cavalo, boi tibetano, cachorro russo, veado, bode da Mongólia, de touro, de foca, de burro) quatro de testículos no cardápio (de galo, de bode, de boi e de cavalo). Lá os pratos recebem nomes pomposos, como “Cabeça coroada com bracelete de jade”, feito com pênis de cavalos da região de Xin-jiang, e “Dragão na chama do desejo”, feito com pênis de boi tibetano cozido inteiro, frito e flambado.

5. Japão: Fugu

O fugu é o único alimento que não pode ser servido ao imperador japonês
No livro “O Clube dos Anjos”, de Luís Fernando Veríssimo, um grupo de dez amigos promove encontros gastronômicos mensais em que o maior prazer proporcionado pela comida é a possibilidade da morte. A cada novo jantar, o prazer era ampliado pelo envenenamento eminente. E é descrevendo esse prazer que o fugu é apresentado ao protagonista da história por um integrante de uma sociedade secreta japonesa comedora do peixe venenoso conhecido por aqui como baiacu. Sim, o fugu é venenoso. E, sim, muita gente paga uma fortuna para comer a iguaria que pode matar em minutos caso não seja preparada adequadamente. O motivo? É Lucídio, o misterioso personagem do livro, que explica: “O prazer de comer o fugu é triplicado pelo risco de morte. A perspectiva de morrer a qualquer momento, em segundos, produz uma reação química que realça o sabor do fugu”.
O governo japonês calcula que cerca de 20 mortes por ano são causadas pelo envenenamento por fugu. Por isso, o peixe só pode ser preparado por mestres especializados treinados no Japão em um curso de três anos. Neste curso, o especialista aprende a retirar o veneno concentrado nas gônadas, no fígado e na pele do peixe sem que a carne seja contaminada. O fugu contém o veneno tetrodotoxina (TTX), que é dez vezes mais letal que o cianeto e que age como bloqueador do canal de sódio. O veneno mata a vítima por asfixia provocada pela paralisação paulatina dos músculos do corpo (pés, mãos, cérebro, pulmões e coração). Não existe antídoto para o veneno.
Uma refeição completa de fugu custa muito caro. Em alguns restaurantes americanos onde a iguaria é servida, o prato chega a custar mais de US$ 350. No Japão, chega a 20 mil ienes (cerca de R$ 350 reais). Por ser tão cara, a carne do fugu é cortada em fatias finíssimas para aproveitar o máximo – as fatias são tão finas, que é possível enxergar o fundo do prato através da carne. O fugu pode ser comido cru, como sashimi (fugu sashi), arrumado no prato em forma de crisântemo, frito e servido no saquê quente (hire-zake) ou cozido no vapor com legumes (fugu shiri). Quem provou e viveu para contar diz que o sabor da carne de fugu nem é tão bom assim, além de a carne ser um tanto rija.

6. Venezuela, Camboja e Austrália: Tarântulas


Tarântulas, ou caranguejeiras, são comidas assadas, fritas ou na brasa
Aranhas são bichos que mexem com nossos medos mais profundos. Mas venezuelanos, cambojanos e australianos não temem o aracnídeo. Ao contrário, adoram comê-los fritos, na brasa ou assados. Na verdade, não é qualquer espécie de aranha que pode ser devorada pelo homem. A ideal – e preferida – é a tarântula, ou caranguejeira: o bichão peludo que geralmente é usado em cenas assustadoras de filmes tem a maior parte da carne concentrada no abdome.
Antes de consumir a tarântula, no entanto, é preciso despelá-la. Isso é feito colocando-a diretamente na chama, para que os pelos altamente irritantes sejam queimados, evitando que se alojem no pulmão de quem a come. Na Venezuela, a tarântula é consumida assada na brasa, como churrasco, pela população indígena: eles caçam a tarântula gigante na toca, embrulham-na em folha de bananeira e depois a assam na brasa. No Camboja, onde era fonte principal de alimento da população faminta na época do Khmer Vermelho, a aranha é temperada com sal e alho, frita e servida em espetos ou em bandejas. Na Austrália, embora ela seja consumida principalmente pelos aborígenes, a caranguejeira também faz parte de algumas receitas elaboradas por chefs renomados (flambada no brandy).

7. Filipinas: Balut


O balut é apreciado pelo equilíbrio de sabor e textura
Quase todo mundo gosta de ovo cozido. Mas e se o ovo viesse premiado com um feto quase totalmente desenvolvido? Pois essa é uma iguaria que os filipinos vendem nas ruas e adoram comer pelo equilíbrio de texturas e sabores. O balut é um ovo de pata com um embrião desenvolvido de 17 dias – até o ponto de ter penas e bico. Ele é cozido e depois comido na casca, mergulhado em molho de soja e vinagre ou temperado com sal, suco de limão, pimenta-do-reino e coentro. Ao descascar o ovo é possível ver o feto do pato com sua pele translúcida, os olhos e tudo. Quem já provou diz que os ossos da ave conferem à iguaria uma consistência crocante. Não raro, as penas malformadas ficam presas entre os dentes, como um fiapo de manga. Reza a lenda que o balut tem propriedades afrodisíacas. Nas Filipinas, o balut é servido como entrada em restaurantes: cozido, frito em omeletes ou como recheio de tortas.

8. Itália: Casu marzu


Casu marzu pronto para consumo
Entre um “queijo” feito com cabeças de porco, boi e cordeiro cozidos – especialidade sueca – e um queijo de leite de ovelha em estado de decomposição, ganha a iguaria sarda no quesito comida bizarra. Chamado de casu marzu, que significa literalmente queijo podre, o queijo italiano produzido na região da Sardenha é um pecorino maturado por larvas vivas de moscas. Não, você não leu errado. Os produtores do casu marzu introduzem, deliberadamente, ovos da mosca Piophila casei (ou a própria mosca deposita seus ovos nas grandes peças do queijo deixadas em ambiente aberto), cujas larvas promovem uma fermentação avançada do alimento.
A textura do queijo fica macia, quase cremosa, graças ao ácido liberado do sistema digestivo dos vermes que quebra os lipídios do queijo. Quando atinge o ponto certo para ser “degustado”, o casu marzu tem milhares de vermes. Na hora de consumir, o queijo é colocado dentro de um saco de papel vedado, para que as larvas vivas pulem para fora do queijo em busca de oxigênio, produzindo um som como o estouro de pipocas. Quando o barulho diminui e para por completo, é sinal de que as larvas estão mortas e o queijo já pode ser comido.
A retirada das larvas não é uma regra. Há quem prefira ingerir o queijo com os bichos ainda se contorcendo nas fatias de pão sardo umedecido em que ele é servido – como é mostrado no vídeo abaixo. Detalhe: para que as larvas não saltem do queijo para o rosto ou os olhos, quem come o queijo com elas costuma colocar a mão sobre o lanche para evitar ser atingido pelo verme.

O balut é apreciado pelo equilíbrio de sabor e textura
Quase todo mundo gosta de ovo cozido. Mas e se o ovo viesse premiado com um feto quase totalmente desenvolvido? Pois essa é uma iguaria que os filipinos vendem nas ruas e adoram comer pelo equilíbrio de texturas e sabores. O balut é um ovo de pata com um embrião desenvolvido de 17 dias – até o ponto de ter penas e bico. Ele é cozido e depois comido na casca, mergulhado em molho de soja e vinagre ou temperado com sal, suco de limão, pimenta-do-reino e coentro. Ao descascar o ovo é possível ver o feto do pato com sua pele translúcida, os olhos e tudo. Quem já provou diz que os ossos da ave conferem à iguaria uma consistência crocante. Não raro, as penas malformadas ficam presas entre os dentes, como um fiapo de manga. Reza a lenda que o balut tem propriedades afrodisíacas. Nas Filipinas, o balut é servido como entrada em restaurantes: cozido, frito em omeletes ou como recheio de tortas.
9. Brasil: Caldo de turu


Caldo de turu
Prato predileto dos ribeirinhos da Ilha de Marajó, no Pará, o turu é um molusco que vive dentro de troncos de árvores apodrecidas nas águas salobras do mangue marajoara. Parecido com uma lombriga branca e leitosa, o turu tem textura gelatinosa e pegajosa e é consumido pelo catadores cru, com algumas gotas de limão e um pouco de sal. Chega a medir até um metro e meio e tem a espessura de um polegar de circunferência. Quando chega à cozinha dos restaurantes e pousadas da região, já limpos, é consumido como sopa, como caldo (a receita é ensinada sem medidas exatas e com variações que incluem leite de coco e vinagrete de alho, cebola, limão, tomate e azeite), à milanesa ou cru, temperado como o ceviche peruano.
Com gosto muito parecido com o da ostra e do mexilhão, o turu é rico em cálcio (cada 100g contém 153 mg de cálcio), ferro (55 mg/100g), potássio (117 mg/100g) e magnésio (71mg/100g) e tem baixo teor de gordura (0,7g/100g). Os dados são da tabela nutricional de alimentos aborígenes da Austrália, onde o turu também é encontrado e consumido.

10. Brasil: Farofa de içá (tanajura)

E a bundinha da formiga içá vira uma farofa crocante
Não é só do outro lado do mundo que os insetos fazem parte do cardápio humano. No Brasil, a içá (tanajura), fêmea rainha da saúva, é amplamente consumida em áreas rurais do sudeste do país, principalmente no Vale do Paraíba (SP). Comida dos primeiros habitantes do país, os índios brasileiros, a içá acabou caindo no gosto do sertanejo e dos tropeiros. A época ideal da “colheita” da içá são os meses de setembro e outubro, quando as formigas saem aos bandos em busca de comida após o inverno.
Rica em proteínas, a içá tem baixo teor de gordura e alto teor de fósforo e ferro. Ela é consumida torrada ou em farofas com farinha de mandioca grossa, depois de retirados o abdome e as pernas, só sobrando a bunda gordinha da tanajura. Quem já provou diz que a formiga tem gosto de amendoim. Mas há quem diga que ela tem um leve sabor de crustáceos. O que confere à iguaria seu sabor peculiar, no entanto, é a textura crocante da bundinha da rainha que está recheada de ovas.

11. África do Sul: Lagartas fritas

Na África, da lagarta da mopane é consumida frita e acompanhada de um molho
Parece tarefa de reality show de sobrevivência na selva, mas comer um prato de lagartas é algo bastante comum em países do sudeste africano, como Botsuana, Zimbábue, Moçambique, Zâmbia, Namíbia, Angola e Malawi. As lagartas azul-esverdeadas (Imbrasia belina) se alimentam das folhas da mopane, árvore que só ocorre na África. São bem bonitinhas na árvore, mas perdem o apelo depois de colhidas (os galhos são chacoalhados e elas caem no chão), terem o interior espremido para fora, e serem cozidas e secas no sol para reidratação quando necessário. Fonte fácil e gratuita de alimento, a lagarta da mopane contém 60% de proteína e grande quantidade de fósforo, ferro e cálcio. Mas ela tem época certa de colheita: um pouco antes de fazer o casulo, caso contrário, não são tão nutritivas e saborosas. Quem já provou a iguaria diz que o sabor é como o de um papel cartão temperado. Talvez seja por isso que ela geralmente seja servida com um molho. O restaurante Iyavaya, em Joanesburgo, costuma servir a lagarta da mopane frita e acompanhada por molho de tomate apimentado. Ao que parece, a receita faz sucesso, já que o restaurante encomenda 40 kg do verme a cada duas semanas.

12. China: Espetos de insetos


Escorpiões, baratas e cavalos-marinhos dividem as bandejas de espetinhos à venda em barracas de Pequim
Antes da existência dos fast food e das fazendas, os insetos alimentaram caçadores pré-históricos do mundo todo. A entomofagia, ou o hábito de comer insetos, é ainda é praticada por milhões de pessoas em sociedades tradicionais, como a asiática e a africana. São fontes de alimento ricas em gordura e proteína e podem ser encontradas em abundância na natureza. Em países como a China, o Vietnã e o Camboja, os insetos são vendidos em barracas na rua, em restaurantes especializados e em mercados.
Quem visita Pequim encontra a iguaria em bandejas dispostas nos balcões. Lá espetinhos de escorpiões, baratas e besouros dividem o espaço com grilos, cavalos marinhos e estrelas-do-mar. Além de serem apreciados pelo sabor e pela textura, esses alimentos são consumidos por suas propriedades medicinais e energéticas. Segundo os chineses, o escorpião tem a capacidade de esquentar o sangue quando o clima está frio, aumentar a virilidade de quem o come e curar certas doenças. O cavalo-marinho, de aumentar a libido e a capacidade sexual. E as baratas, de aumentar a força muscular.
Vai encarar?

domingo, 22 de agosto de 2010

BALI A MAIS CHARMOSA ILHA INDONÉSIA





Bali é uma das 13.667 ilhas da Indonésia, bem como uma província daquele país. Integrante das Pequenas Ilhas de Sonda, encontra-se entre as ilhas de Java, a oeste, e Lombok, a leste. A capital provincial é Denpasar.

A ilha abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia e é o principal destino turístico do país. É conhecida pelas suas manifestações culturais, como a dança, a escultura, a pintura, o trabalho em couro e metais e a música.

Faz parte de um arquipélago com quinhentas e quarenta e sete ilhas distribuidas em nove grandes grupos.

Macacos são considerados animais sagrados para os balineses, mas tome cuidado com os dóceis animais, pois a qualquer momento eles podem roubar seus óculos ou boné. Por isso, é necessário deixar os acessórios do lado de fora do templo. Para poder entrar nos locais sagrados de Bali, homens e mulheres precisam vestir saia. Caso não esteja com a roupa adequada, não há problemas. Os balineses se encarregam em colocar em você um belo sarongue (canga) rox


VISITA AO TEMPLO DOS MACACOS




População
Bali é densamente povoada com aproximadamente 2,9 milhões de pessoas (censo 95) em uma área de 5620 km quadrados. A grande maioria é de origem balinesa (95%), com uma pequena minoria de javaneses. O povo balinês é da raça malaia, descendentes de grupos que emigraram do sudoeste da China há 5.000 anos atrás. Apesar de existir o sistema de castas, ele não é tão implementado como na Índia.

Geografia
Bali é extremamente montanhosa com picos chegando a 3.000 metros. A maior parte das montanhas são vulcões, alguns deles ativos. O ponto mais alto da ilha é o Vulcão Gunung Agung (3140 metros), o lugar mais sagrado da ilha, a morada dos deuses. A sua última erupção foi em 1963, matando milhares de pessoas. Por outro lado, esses mesmos vulcões que trazem a grande fertilidade à ilha. O rico solo, associado com um eficientíssimo sistema de irrigação, faz de Bali um dos lugares com maior produtividade no cultivo de arroz.





A parte leste e, principalmente, a parte central são muito mais férteis do que a parte oeste, onde se encontra o maior parque nacional da ilha, o Parque Bali Barat.

Língua
A língua original de Bali, Bahasa Bali, é falada por todos os balineses e é, na realidade, três diferentes línguas que são faladas de acordo com a casta de quem está falando. Então, uma conversa entre duas pessoas de castas diferentes pode ser feita usando-se duas línguas completamente diferentes!! Além do Bahasa Bali, também o Bahasa Indonesia é falado por quase todos os habitantes de Bali. Nas áreas mais turísticas, o inglês é bastante comum.

A arte e a religião no dia-a-dia do povo balinês

Banhada pelo Oceano Índico, Bali é uma das 13.667 ilhas da Indonésia, o maior país muçulmano do mundo. Esta realidade faz de Bali uma ilha não só em termos geográficos mas igualmente em termos religiosos e culturais, uma vez que a população é na sua esmagadora maioria de religião Hindu. Trata-se, contudo, de uma forma de hinduismo bastante diferente da praticada na Índia. Fruto do seu isolamento secular, as tradições locais foram divergindo do cerimonial praticado no sub-continente. Manteve-se o estudo e culto dos textos védicos, divergindo contudo na diferente importância dada a certas passagens e personagens. No hinduismo balinês destaca-se em particular o relevo dado ao livro sagrado Ramayana e, nele, à personagem da ave mítica Garuda, no dorso da qual Shiva voa pelos céus. É este animal mitológico que dá nome, aliás, à companhia aérea de bandeira da Indonésia.
A arte e o artesanato da ilha são conhecidos em todo o mundo pela sua graciosidade e beleza naturais, despojamento de artifícios e um bom gosto intrinsecamente popular. A dança, a pintura, a escultura são manifestações diretas e quotidianas da alma do povo balinês. A arte não é, em geral, um oficio exclusivo de uns poucos, mas algo que é praticado por todos, quase sem exceção, nos tempos livres deixados pelo cultivo dos campos de arroz ou de outras atividades necessárias para a subsistência. Quanto ao arroz, um cereal central na dieta e cultura dos balineses, de referir que a ilha é o único local do mundo onde são extraídas 3 colheitas anuais daquele produto agrícola, graças à fertilidade do solo e a técnicas de cultivo desenvolvidas e aperfeiçoadas ao longo de séculos. Os socalcos verdes de Ubud, no interior da ilha, com a luz do sol refletida na água dos arrozais, são uma imagem que fica na retina de qualquer visitante.
A enorme maioria dos balineses é hindu, embora o hinduísmo praticado em Bali seja completamente diferente daquele praticado na Índia. Como na época da chegada do hinduísmo em Bali já existisse uma religião animista sendo praticada, com o passar do tempo uma nova religião se criou, assimilando elementos de ambas. Assim como na Índia, existe uma trindade de deuses principais - Braman, Shiva e Vishnu -, embora deuses locais também tenham importância considerável. Os balineses acreditam que existem espíritos em todos os lugares e, por isso eles colocam oferendas todas as manhãs nos templos e na frente de todas as casas.



O hinduísmo é a terceira religião com mais seguidores no mundo, após o cristianismo e o islamismo. Ele é totalmente diferente de todas as outras, na medida que não tem um fundador e não segue uma hierarquia, não tem uma autoridade central. Você não se converte ao hinduísmo, você nasce hindu. Nesse sentido, não existe proselitismo. Dentro do hinduísmo existem inúmeras correntes e a religião pode ser considerada politeísma, monoteísta e até ateísta dependendo da forma como se encara sua enorme gama de interpretações. Tradicionalmente são descritos 330 milhões de deuses, mas esses podem ser vistos como diferentes manifestações do ser supremo. Sua popularidade e importância tem variado durante a longa história dessa religião e a trindade pricipal hoje não era tão cultuada há 2.000 anos atrás.

Economia
A economia de Bali é basicamente agrária sendo que este setor contribui para 40% da economia. O arroz é o principal produto agrícola como qualquer um que viaje por Bali irá notar com a profusão de lindíssimos campos de arroz em terraços. O turismo é outro produto de importância fundamental para a economia local contribuindo com um terço da economia. A renda per capita da ilha é de US$ 967/ano.

Clima
Bali, como outros países da região, tem regime de monção com fortes chuvas de novembro a março. Como se situa a meros 8 graus ao sul do equador, Bali tem somente duas estações: quente e seca e quente e chuvosa. A média de temperatura durante o ano tem uma variação de apenas 2 graus!



Dados oficiais 1998

Nome oficial: República da Indonésia

Capital: Jacarta

Idioma: Indonésio (oficial)

Religiões:
Islamismo(87%),
Cristianismo(9,6%),
Hinduísmo(1,8%),
Budismo(1%)

Moeda: Rupia

Área: 1.948.732 Km quadrados

População: 203.500.000

Expectativa de vida: 63(homens) 67(mulheres)

Mortalidade infantil: 51 para cada 1000

Analfabetismo: 16,2%

Governo: República presidencialista

Chefe de estado: Presidente Abdurrahman Wahid

Ranking mundial de economia: 28*

Agricultura: arroz, mandioca, milho, látex

Pecuária: bovinos, aves, caprinos

Indústria: refino de petróleo, química, alimentícia

Exportação: 51 bilhões

Importação: 53 bilhões

Renda per capita: US$ 980/ano

Desemprego: subemprego generalizado

Eletricidade: 220V, 50 MH

Fuso horário: Java: GMT + 7 horas, Bali: GMT + 8 horas

Número de turistas: Indonésia 4 milhões por ano


Um pouco da história

Influência Hindu

Muito pouco é sabido da pré-história de Bali, sendo que os achados de fósseis humanos mais antigos datam de 250.000 anos atrás. Também temos pouquíssima informação sobre o período em que os comerciantes indianos levaram o Hinduísmo para o arquipélago indonesiano.
A influência hindu de Java começa a se tornar marcante em Bali com o reino do Rei Airlangaa, de 1019 a 1042. Com a mudança de sua mãe para Bali, forma-se um vínculo importante entre Java e Bali. Depois da morte de Airlangaa, Bali volta a se tornar razoavelmente independente até 1284, quando Bali é invadida pelo Rei Kertanagara de Java. Essa situação se mantém até o começo da invasão muçulmana a Java, ocasionando o colapso da dinastia regente. Com a queda da dinastia Majapahit, muito da sua inteligentsia foge para Bali e a ilha vive uma era de intensa atividade cultural e artística.




Contato com os Europeus

Acredita-se que Marco Polo visitou o arquipélago indonesiano em 1292, mas os primeiros europeus a se estabelecerem na região foram os portugueses em 1512 nas Molucas. Os primeiros europeus a visitarem Bali foram os holandeses em 1597 e tal era a beleza do lugar que, ao zarpar, vários membros da tripulação resolveram ficar em Bali. Durante o século XVII os holandeses tinham um firme controle do comércio de especiarias.
A partir de 1710 começou a aumentar o descontentamento dos balineses com a presença holandesa. A situação foi gradualmente deteriorando e a presença militar holandesa se torna cada vez maior até que, em 1906, os holandeses bombardeiam Denpasar e os príncipes locais, se vendo na iminência da inevitável derrota, escolhem o Puputan, suicídio coletivo, ao invés do humilhante desterro. Quatro mil balineses morrem.
Para o povo, muito pouca diferença acontece com a mudança de poder dos rajas para os holandeses. Os colonizadores não estavam interessados na cultura, mas em lucros, e não interferiram muito com o dia-a-dia de Bali. Nos anos 30, os primeiros turistas começam a chegar a bordo de navios holandeses e aí começa a fama de Bali como paraíso tropical.
Os holandeses não retêm o poder por muito tempo. Após o ataque a Pearl Harbour, a Indonésia é conquistada pelos japoneses.


Independência
Em 7 de agosto de 1945 Sukarno declara a independência da Indonésia mas demoraria ainda outros 4 anos até que a Holanda se convencesse de que havia perdido sua colônia. O mandato do primeiro presidente foi bastante conturbado, incluindo um conflito armado com a Inglaterra.
Em 30 de setembro de 1965 uma tentativa de golpe, onde se culpou os comunistas, levou à queda de Sukarno e a subida ao poder do General Suharto, que governaria o país pelos próximos 34 anos. A caça aos comunistas que se seguiu foi extremamente violenta, particularmente em Bali, onde, de uma população de 2 milhões de habitantes, 100.000 pessoas foram mortas.

Durante o governo de Suharto a Indonésia se desenvolveu de maneira acelerada às custas de um tolhimento das liberdades democráticas. O partido dominante Golkar manteve o poder com o banimento de outros partidos e manipulação do poder. Essa situação se manteve até 1998, quando a crise econômica no sudoeste asiático e a situação do Timor Leste aumentaram o descontentamento e forçaram Suharto a convocar as primeiras eleições democráticas do país. Apesar das expectativas de que Megawati, a filha de Sukarno, fosse ser eleita, ela acabou ficando como vice-presidente de Abdurrahman Wahid, mais conhecido como Gus Dur, um líder muçulmano moderado.

Em Bali, durante esses anos de independência, houve um aumento significativo do turismo, que trouxe uma grande prosperidade para a ilha.


Viajando em Bali

Dinheiro
A moeda é a rupia indonesiana e no momento (11/99) sua cotação contra o dólar americano é 1US = R$ 5.000 (a moeda flutua bastante). Cartões de crédito são pouco usados, a não ser em lojas maiores, de modo que o ideal é usar travelers checks ou cash. Travelers checks podem ser trocados na maioria dos hotéis onde nos hospedamos, sendo que existem inúmeras lojas de câmbio por toda a ilha. Só é possível retirar dinheiro com cartões de crédito nas cidades maiores. Não existe câmbio negro, mas os preços variam de lugar para lugar. Se você quiser explorar as cidades sozinho, provavelmente necessitará usar algum transporte. Táxis e ?transport?, camionetas que fazem percursos fixos mas podem ser alugados como taxis, são os meios de transporte mais comuns. O preço deve ser combinado com antecedência e deve ser barganhado. Pergunte na recepção do hotel quanto custa o percurso que você está planejando fazer para ter uma idéia do preço justo. Não se esqueça de levar sempre consigo um cartão do hotel consigo com o endereço e telefone.

Higiene
O padrão de higiene em Bali é bastante razoável e a chance de ficar doente com comidas ou bebidas é muito pequena. Apesar disso recomendamos o uso de água mineral ou refrigerantes. Converse com seu médico sobre vacinação contra Hepatite A e Febre Tifóide.



Interagindo
Os balineses são extremamente receptivos aos turistas e adoram conversar e trocar informações. Apesar do grande número de turistas que visita Bali, você ainda se sente bem recebido, especialmente fora da área de Kuta e Sannur. Um povo risonho, bem humorado e com refinado senso estético, os Balineses nos conquistam rapidamente. É claro que em Kuta a situação é diferente, com centenas de vendedores tentando empurrar ?legítimos? relógios Rolex, anéis e massagem. Ah, transport!! Você vai se lembrar dessa palavra por muito tempo....

Comida
A comida local, de um modo geral, é bastante apimentada e o conceito deles de comida não apimentada é um pouco diferente do nosso. Apesar disso, se você gostar de um pouco de pimenta, vai se deliciar com pratos como peixe assado na folha de bananeira ou opor ayam (frango no leite de côco), além dos sempre presentes nasi goreng (arroz frito) e mie goreng (macarrão frito). Se a comida local não lhe apetecer, não se preocupe, na maioria das cidades você vai encontrar grande variedade de comida internacional de excelente qualidade, de comida francesa à comida japonesa.



Barganhando
Como nos outros países da Ásia, barganhar faz parte de toda compra, e em Bali isso é uma arte que, a não ser que queira pagar 10 vezes mais por qualquer coisa, você terá que aprender. Não se preocupe, pois terá muitas oportunidades de treinar. Por isso mesmo, recomendamos que você, nos primeiros dias, não compre. Pergunte, veja os preços e comece a se sentir em casa. Algumas dicas sobre essa refinada arte: nunca demonstre que realmente gostou de alguma coisa que deseja comprar, para cada exclamação tipo "oh, que lindo!", mesmo que seja em português, o preço aumentará em 50%, ofereça ao redor de 50% do preço inicial pedido e chegue a 75% dele, converse com o vendedor a respeito de Bali ou do Brasil, pois o ato de comprar oferece uma ótima oportunidade de entrar em contato com a cultura local, se for um artigo caro, que valha o esforço, deixe a loja, volte mais tarde para ver se consegue chegar ao preço que você quer.



Gorjeta
Nos restaurantes 10% é esperado. Nos hotéis, R 1000 rupias para os meninos que ajudam a levar as malas é suficiente.

Segurança
Você vai se sentir extremamente seguro em Bali e os incidentes de violência envolvendo turistas são extremamente raros. Apesar disso, recomendamos não deixar dinheiro no quarto do hotel, a não ser que fique trancado dentro na mala. A maioria dos hotéis oferece cofres na recepção gratuitamente.


Etiqueta
Como em outros países hindus, a cabeça é considerada a parte mais nobre do corpo e não é considerado apropriado tocar a cabeça de outra pessoa. Também se espera que você tire os sapatos antes de entrar na casa de alguém. O cumprimento de mão é bem aceito tanto para homens quanto para mulheres.


Etiqueta para visitar os templos

Você deve estar vestido adequadamente e, para os balineses, isso significa cobrir as pernas, de preferência usando um sarong, mas calças compridas também são aceitas. Além disso, você deve usar um selandong, uma faixa amarrada na cintura que pode ser comprada nos mercados ou lojas de sarong. Não é necessário tirar os sapatos para entrar nos templos.









sábado, 21 de agosto de 2010

BILLY GRAHAM - CHAMADO PARA PREGAR O EVANGELHO


“Meu objetivo de vida é ajudar as pessoas a encontrar uma relação pessoal com Deus, que creio, vir pelo conhecimento de Cristo." - Billy Graham.

O evangelista Billy Graham aceitou literalmente a Cristo quando Ele disse em Marcos 16:15, ide vós por todo o mundo pregar o Evangelho a toda criatura. O Pr. Graham pregou o Evangelho a mais pessoas em reuniões públicas que qualquer outro na história – cerca 210 milhões de pessoas em mais de 185 países e territórios, incluindo Missões Mundial e Global. Centenas de outros milhões mais foram alcançados pelos seus programas de televisão, vídeos, filmes, e internet.

Desde a cruzada de 1949, em Los Angeles, quando chamou a atenção das pessoas, Billy Graham levou centenas de milhares de indivíduos a tomar decisões pessoais de viver para Cristo - que é a força do seu ministério. Nascido em 07 de Novembro de 1918 em Charlotte na Carolina Norte a quatro dias do Armistício que terminou com a Primeira Guerra Mundial, Billy Graham criou-se em um sítio de gado leiteiro. Cresceu durante a grande depressão dos anos 30, por isso aprendeu o valor do trabalho duro na fazenda da família, mas lá, ele também encontrou tempo para passar muitas horas no celeiro lendo muitos livros assuntos variados.

No outono de 1934, com 16 anos de idade, Billy Graham fez um compromisso pessoal com Cristo pelo ministério de Mordecai Ham, um evangelista itinerante, que visitou Charlotte para uma série de reuniões de avivamento.

Foi Ordenado em 1939 por uma igreja da Convenção Batista do Sul, e recebeu uma formação sólida na Sagradas Escritura pelo Instituto Bíblico da Flórida ( Colégio Trinity da Flórida). Em 1943 ele se graduou na Faculdade Wheaton de Illinois e casou-se com sua colega de escola, Ruth McCue Bell, filha de um cirurgião missionário que tinha passado os 17 primeiros anos de sua vida na China.

Planejada durante três semanas, a cruzada de Los Angeles em 1949 lançou Billy Graham à proeminência internacional. Suas reuniões transcorreram ao longo de oito semanas, com multidões superlotando, toda noite, uma tenda erguida no centro da cidade . Suas cruzadas subseqüentes foram do mesmo modo extensas - a de Londres que durou 12 semanas e a de Nova York, no Madison Square Garden, em 1957, que aconteceu à noite durante 16 semanas consecutivas.





Hoje com 90 anos de idade, Billy Graham e seu ministério são conhecidos em todo globo. Ele pregou sermões em remotas aldeias africanas e também no coração da Cidade de Nova York; para chefes de estado em todo mundo, mas também a bosquímanos africanos , aborígenes da austrália e para tribos nômades da África e do Oriente Médio.

A partir de 1977, ao Pr. Graham foi concedido a oportunidade de conduzir missões evangelísticas em praticamente cada país da antiga aliança política oriental, inclusive à União Soviética. Fundou em 1950 a Associação de Evangelistica Billy Graham (BGEA) para conduzir seu ministério mundial que teve sede em Minneapolis no estado de Minnesota até 2003, quando quando se transferiu Charlotte, na Carolina Norte - sua terra natal.

Escreveu 25 livros muitos dos quais "Top Sellers". Seu Livro de memórias, "Do jeito que eu sou" publicado em 1997, conseguiu o prêmio da "tríplice coroa" ao aparecer simultaneamente em três listas de livros mais vendidos por uma semana. Nele o Pr. Graham faz reflexões sobre sua vida incluindo os mais de 60 anos de ministério ao redor do mundo. De um começo humilde como filho de produtor de leite da Carolina Norte, ele compartilha como sua inabalável fé em Cristo formou e talhou seu ministério.

O conselho do Pr. Graham foi requisitado por presidentes; seus apelos tanto nas areas seculares como religiosas é evidenciado pela larga variedade de grupos que o honraram, inclusive pelos numerosos títulos de doutor "Honoris Causa" de muitas instituições dos Estados Unidos e do exterior. Os reconhecimentos incluem Prêmio da Fundação Presidencial Ronald Reagan para a Liberdade(2000) para contribuições à causa da liberdade; a Medalha de Ouro Congressional (1996); o Prêmio da Fundação Templeton para o Progresso da Religião (1982); o Prêmio de Grande Irmão pelo seu trabalho em nome da prosperidade das crianças (1966). Em 1964 ele recebeu o Prêmio de "Locutor do Ano" foi citado pelo Instituto George Washington Carver Memorial pelas suas contribuições ao relacionamento inter-racial.

Também foi reconhecido pela Liga de anti-difamação B'nai B'rith em 1969 e pela Conferência Nacional de Cristãos e Judeus em 1971 pelos seus esforços em criar uma melhor compreensão entre todas as crenças. Em Dezembro de 2001 o Pr. Graham foi presenteado com a fidalguia honorária, de Comandante Honorário dos Cavaleiros da Ordem do Império Britânico (KBE) pela sua contribuição internacional para a vida cívica e religiosa por mais de 60 anos. Além de muitas outras honrarias.

Billy Graham é regularmente citado pelas Organizações Gallup com um dos 10 homens mais admirados do mundo, descrito com uma figura dominante com uma presença sem paralelo por 48 vezes, sendo 41 delas consecutivas.

Ele e sua esposa Ruth têm cinco filhos - três mulheres: Virginia, Anne Morrow e Ruth Bell; dois homens: William Franklin, III e Nelson Edman; 19 netos e muitos bisnetos. Atualmente mora nas montanhas do oeste da Carolina do Norte, USA.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

BÉRBERES OS NÔMADES DO DESERTO



Introdução

Nas escolas e nos livros, costumamos estudar apenas a história de um povo africano: os egípcios. Porém, na mesma época em que o povo egípcio desenvolvia sua civilização, outros povos africanos faziam sua história. Conheceremos abaixo alguns destes povos e suas principais características culturais.

O povo Bérbere




Os bérberes eram povos nômades do deserto do Saara. Este povo enfrentava as tempestades de areia e a falta de água, para atravessar com suas caravanas este território, fazendo comércio. Costumavam comercializar diversos produtos, tais como : objetos de ouro e cobre, sal, artesanato, temperos, vidro, plumas, pedras preciosas etc.



Costumavam parar nos oásis para obter água, sombra e descansar. Utilizavam o camelo como principal meio de transporte, graças a resistência deste animal e de sua adaptação ao meio desértico.

Durante as viagens, os bérberes levavam e traziam informações e aspectos culturais. Logo, eles foram de extrema importância para a troca cultural que ocorreu no norte do continente.

Os bantos



Este povo habitava o noroeste do continente, onde atualmente são os países Nigéria, Mali, Mauritânia e Camarões. Ao contrário dos bérberes, os bantos eram agricultores. Viviam também da caça e da pesca.

Conheciam a metalurgia, fato que deu grande vantagem a este povo na conquista de povos vizinhos. Chegaram a formar um grande reino ( reino do Congo ) que dominava grande parte do noroeste do continente.

Viviam em aldeias que era comandada por um chefe. O rei banto, também conhecido como manicongo, cobrava impostos em forma de mercadorias e alimentos de todas as tribos que formavam seu reino.

O manicongo gastava parte do que arrecadava com os impostos para manter um exército particular, que garantia sua proteção, e funcionários reais. Os habitantes do reino acreditavam que o maniconco possuía poderes sagrados e que influenciava nas colheitas, guerras e saúde do povo.

Os soninkés e o Império de Gana




Os soninkés habitavam a região ao sul do deserto do Saara. Este povo estava organizado em tribos que constituíam um grande império. Este império era comandado por reis conhecidos como caia-maga.

Viviam da criação de animais, da agricultura e da pesca. Habitavam uma região com grandes reservas de ouro. Extraíam o ouro para trocar por outros produtos com os povos do deserto (bérberes). A região de Gana, tornou-se com o tempo, uma área de intenso comércio.

Os habitantes do império deviam pagar impostos para a nobreza, que era formada pelo caia-maga, seus parentes e amigos. Um exército poderoso fazia a proteção das terras e do comércio que era praticado na região. Além de pagar impostos, as aldeias deviam contribuir com soldados e lavradores, que trabalhavam nas terras da nobreza.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA - DIFERENÇAS DO BRASIL E DE MOÇAMBIQUE

BRASIL:                 ABSORVENTE FEMININO
MOÇAMBIQUE:   PENSO HIGIÉNICO

BRASIL:                AÇOUGUE                                                                 
MOÇAMBIQUE:  TALHO

BRASIL:                 AEROMOÇA  
MOÇAMBIQUE:  HOSPEDEIRA DE BORDO

BRASIL:                 AGUA VIVA 
MOÇAMBIQUE:  ALFORRECA. MEDUSA. ÁGUA VIVA

BRASIL:                ÁGUA SANITÁRIA     
MOÇAMBIQUE:  SOLUÇÃO DE HIPOCLORITO DE SÓDIO;  LIXIVIA

BRASIL:                ALÔ! 
MOÇAMBIQUE:  ESTOU

BRASIL:                ÂNCORA DE JORNAL    
MOÇAMBIQUE:  PIVÔ OU PIVOT

BRASIL:                 APOSTILA 
MOÇAMBIQUE:   SEBENTA

BRASIL:                  ARO DE RODA        
MOÇAMBIQUE:    JANTE OU RODA ARO

BRASIL:                  BAND-AID
MOÇAMBIQUE:    PENSO RÁPIDO

BRASIL:                  BANHEIRO (casa de banho, em residências)
MOÇAMBIQUE:    LAVABO OU SANITÁRIO

BRASIL:                  BANHO DE CHUVEIRO
MOÇAMBIQUE:    DUCHE

BRASIL:                   BICHA, BAITOLA, VEADO
MOÇAMBIQUE:     PANELEIRO (homossexual masculino

BRASIL:                   BILHÃO
MOÇAMBIQUE:     BILIÃO

BRASIL:                   BISCOITO CHAMPANHE
MOÇAMBIQUE:     PALITOS DE LA REINE

BRASIL:                   BLUSÃO
MOÇAMBIQUE:     CAMISOLA

BRASIL:                   BONDE
MOÇAMBIQUE:     ELÉTRICO

BRASIL:                   CABELO RUIM, PIXAIM
MOÇAMBIQUE:     GADELHA , GUEDELHA

BRASIL:                   CAFEZINHO
MOÇAMBIQUE:     BICA, BIQUINHA, CIMBALINO

BRASIL:                   CAIR A LIGAÇÃO TELEFÔNICA
MOÇAMBIQUE:     IR ABAIXO

BRASIL:                   CAIXA POSTAL
MOÇAMBIQUE:     APARTADO

BRASIL:                   CALCINHA
MOÇAMBIQUE:     CUECA

BRASIL:                    CÂMBIO, CAIXA DE CÂMBIO
MOÇAMBIQUE:      MUDANÇAS

BRASIL:                     CAMINHÃO
MOÇAMBIQUE:       CAMIÃO

BRASIL:                     CAMISETA
MOÇAMBIQUE:       T-SHIRT

BRASIL:                     CARTEIRA DE IDENTIDADE (RG)
MOÇAMBIQUE:       BILHETE DE IDENTIDADE (BI)

BRASIL:                     CARTEIRA DE MOTORISTA
MOÇAMBIQUE:       CARTA DE CONDUÇÃO

BRASIL:                     CHOPE
MOÇAMBIQUE:       IMPERIAL, FINO

BRASIL:                     CLARAS EM NEVE
MOÇAMBIQUE:       CLARAS EM CASTELO

BRASIL:                     COLAR (na prova escolar)
MOÇAMBIQUE:       CABULAR

BRASIL:                     CONCRETO (usado em lage ou piso)
MOÇAMBIQUE:       BETÃO

BRASIL:                     CONCRETO ARMADO
MOÇAMBIQUE:       BETÃO ARMADO

BRASIL:                     COXIM (de carro)
MOÇAMBIQUE:       CHUMACEIRA

BRASIL:                     COZINHAR ATE FICAR CROCANTE
MOÇAMBIQUE:       COZER ATÉ FICAR ESTALADIÇO

BRASIL:                     DESCARGA (de banheiro)
MOÇAMBIQUE:       AUTOCLISMO (do quarto de banho)

BRASIL:                     CONCRETO PROTENDIDO
MOÇAMBIQUE:       BETÃO PRE ESFORÇADO

BRASIL:                     CREME DE LEITE
MOÇAMBIQUE:       NATAS

BRASIL:                     DUBLAGEM (de filmes)
MOÇAMBIQUE:       DOBRAGEM

BRASIL:                     ENCANADOR (bombeiro hidráulico)
MOÇAMBIQUE:       PICHELEIRO, CANALIZADOR

BRASIL:                     ESCANTEIO (futebol)
MOÇAMBIQUE:       PONTAPÉ DE CANTO

BRASIL:                     ESPARADRAPO
MOÇAMBIQUE:       ADESIVO

BRASIL:                     ESPATULA (de cortar papel)
MOÇAMBIQUE:       CORTA PAPEL

BRASIL:                     ESTAÇÃO RODOVIARIA, RODOVIARIA
MOÇAMBIQUE:       CENTRAL DE CAMIONAGEM

BRASIL:                      ESTRADA ASFALTADA
MOÇAMBIQUE:        ESTRADA ALCATROADA

BRASIL:                      FAIXA DE PEDESTRE (ruas)
MOÇAMBIQUE:        PASSADEIRA

BRASIL:                       EQUIPE
MOÇAMBIQUE:         EQUIPA

BRASIL:                       FAVELA
MOÇAMBIQUE:         MOCAMBO

BRASIL:                       FERMENTO BIOLOGICO
MOÇAMBIQUE:         FERMENTO PADEIRO

BRASIL:                       FILA
MOÇAMBIQUE:         BICHA

BRASIL:                       FONES DE OUVIDO
MOÇAMBIQUE:         AUSCULTADEIRAS

BRASIL:                        FREIO (de automóvel)
MOÇAMBIQUE:         TRAVÃO

BRASIL:                       FUNILARIA LANTERNAGEM,
MOÇAMBIQUE:         BATE CHAPAS,

BRASIL:                       FUSCA
MOÇAMBIQUE:         CAROCHA

BRASIL:                       GABARITO (construção em prédio)
MOÇAMBIQUE:         CÉRCEA

BRASIL:                       GELADEIRA, REFRIGERADOR
MOÇAMBIQUE:         REFRIGERADOR DOMÉSTICO, FRIGORIFICO

BRASIL:                        GRAMADO
MOÇAMBIQUE:          RELVADO

BRASIL:                        GOLEIRO (futebol)
MOÇAMBIQUE:          GUARDA REDES

BRASIL:                         GRAMPEADOR (escritório)
MOÇAMBIQUE:           AGRAFADOR (o grampo é AGRAFO, AGRAFE)

BRASIL:                         HODOMETRO (automóvel)
MOÇAMBIQUE:           CONTA QUILÓMETROS

BRASIL:                         INFLAVEL (bote inflável)
MOÇAMBIQUE:           INSUFLÁVEL , BOTE INSUFLÁVEL

BRASIL:                         INJEÇÃO
MOÇAMBIQUE:           PICA

BRASIL:                         ISOPOR
MOÇAMBIQUE:           ESFEROVITE

BRASIL:                         JAQUETA
MOÇAMBIQUE:           BLUSÃO

BRASIL:                         LIMPADOR DE PARA BRISA
MOÇAMBIQUE:           ESCOVA LIMPA VIDROS

BRASIL:                         LINGÜIÇA DEFUMADA
MOÇAMBIQUE:           SALPICÃO

BRASIL:                         LONAS DE FREIOS
MOÇAMBIQUE:          MAXILAS

BRASIL:                         MAIÓ (roupa de banho)
MOÇAMBIQUE:           FATO DE BANHO

BRASIL:                         MAMADEIRA
MOÇAMBIQUE:           BIBERON ou BIBERÃO

BRASIL:                          MAMÃO
MOÇAMBIQUE:            PAPAIA

BRASIL:                          MARRON
MOÇAMBIQUE:            CASTANHO

BRASIL:                           MEIAS
MOÇAMBIQUE:             PEÚGAS

BRASIL:                           MEIO CAMPISTA, CENTRO MÉDIO
MOÇAMBIQUE:             TRINCO

BRASIL:                            MULTA (de transiito)
MOÇAMBIQUE:              COIMA

BRASIL:                            NECROTÉRIO
MOÇAMBIQUE:              MORQUE

BRASIL:                             OLEO DIESEL
MOÇAMBIQUE:               GASÓLEO

BRASIL:                              ÔNIBUS
MOÇAMBIQUE:                AUTOCARRO

BRASIL:                               PAINEL
MOÇAMBIQUE:                TABLIER

BRASIL:                              PÃO FRANCES
MOÇAMBIQUE:               CACETINHO,CARCAÇA, CACETE

BRASIL:                              PEDÁGIO
MOÇAMBIQUE:                PORTAGEM

BRASIL:                              PEDESTRE
MOÇAMBIQUE:                PEÃO

BRASIL:                              PERUA
MOÇAMBIQUE:                CARRINHA

BRASIL:                              PESSOA FISICA
MOÇAMBIQUE:                PESSOA SINGULAR

BRASIL:                              PESSOA JURIDICA
MOÇAMBIQUE:                PESSOA COLECTIVA

BRASIL:                              PIMENTA MALAGUETA
MOÇAMBIQUE:                PIRI-PIRI

BRASIL:                              PONTO DE ONIBUS
MOÇAMBIQUE:                PARAGEM

BRASIL:                              PÉS DE PATO,
MOÇAMBIQUE:                NADADEIRAS BARBATANAS

BRASIL:                               PLACA DE AUTOMÓVEL
MOÇAMBIQUE:                MATRÍCULA

BRASIL:                               USAR DE PISTOLÃO (pessoa que indica...)
MOÇAMBIQUE:                 USAR DE CUNHA

BRASIL:                               DDD (prefixo de telefone)
MOÇAMBIQUE:                 INDICATIVO

BRASIL:                               SALVA VIDAS
MOÇAMBIQUE:                 BANHEIRO, NADADOR SALVADOR

BRASIL:                               SANDUICHE
MOÇAMBIQUE:                 SANDES

BRASIL:                               SECRETARIA ELETRONICA
MOÇAMBIQUE:                 ATENDEDOR AUTOMÁTICO

BRASIL:                               SUCO (de fruta)
MOÇAMBIQUE:                 SUMO

BRASIL:                               TANQUE DE COMBUSTIVEL
MOÇAMBIQUE:                 DEPÓSITO, TANQUE

BRASIL:                               TAMPA DE REFRIGERANTE, CHAPINHA
MOÇAMBIQUE:                 CÁPSULA

BRASIL:                               TELA DE TV
MOÇAMBIQUE:                 ECRÃ (também se usa para o computador)

BRASIL:                               AÇOUGUEIRO
MOÇAMBIQUE:                 TALHANTE

BRASIL:                               TERNO (roupa)
MOÇAMBIQUE:                 FATO

BRASIL:                               TÉRREO (prédio)
MOÇAMBIQUE:                 RÉS DO CHÃO

BRASIL:                               TETO SOLAR (de automóvel)
MOÇAMBIQUE:                 TECTO DE ABRIR

BRASIL:                               TOCA FITAS
MOÇAMBIQUE:                 LEITOR DE CASSETES

BRASIL:                               TORQUE (de mootor)
MOÇAMBIQUE:                 BINÁRIO

BRASIL:                               TRECHO (de estrada)
MOÇAMBIQUE:                 TROÇO

BRASIL:                               TREM
MOÇAMBIQUE:                 COMBOIO

BRASIL:                                TRILHÃO (quantidade)
MOÇAMBIQUE:                  TRILIÃO

BRASIL:                                 USUÁRIO
MOÇAMBIQUE:                   UTILIZADOR

BRASIL:                                  VENDA POR ATACADO
MOÇAMBIQUE:                    VENDA POR GROSSO

BRASIL:                                   VENDA NO VAREJO
MOÇAMBIQUE:                     VENDA A RETALHO

BRASIL:                                    VITRINE (de loja)
MOÇAMBIQUE:                     MONTRA, VITRINE

BRASIL:                                    VIVA VOZ (para telefones)
MOÇAMBIQUE:                     MÃOS LIVRES (para telemóveis)

BRASIL:                                    XICARA
MOÇAMBIQUE:                      CHÁVENA

BRASIL:                                    MOÇA
MOÇAMBIQUE:                      RAPARIGA

BRASIL:                                    MENINO
MOÇAMBIQUE:                      PUTO

sábado, 14 de agosto de 2010

QUEM SÃO OS DALITS?

DALITS SEMPRE DISCRIMINADOS


DALITS DISCRIMINADOS NA QUESTÃO DE SAÚDE

Poucas pessoas no mundo tem experimentado um nível de abuso e pobreza como os 300 milhões de Dalits ou "intocáveis" da Índia.

Por 3.000 anos eles tem vivido num ciclo de discrimação e desespero sem esperança de escape. Para os Dalits, dor e sofrimento são parte da vida. Eles estão presos a um sistema de castas que nega a eles adequada educação, água potável, empregos com decente pagamento e o direito à terra ou à casa própria. Discriminados e oprimidos, Dalits são freqüentemente vítimas de violentos crimes. Em 15 de Outubro no Estado de Haryana, cinco jovens Dalits foram linchados por uma multidão por tirarem a pele de uma vaca morta, da qual eles tinham legal direito para fazer. A Polícia, segundo consta, ficou parada sem nada fazer e permitiu que a violência continuasse.

Embora leis contra a descriminação de castas tenham sido aprovadas, a discriminação continua e pouco é feito para processar os acusados. Em anos recentes, porém, tem havido um crescente desejo por liberdade entre os Dalits e castas baixas hindus. Líderes como Ram Raj tem vindo a frente exigindo justiça e liberdade da escravidão das castas e da perseguição. Um detalhada "Carta dos Direitos Humanos dos Dalits" foi redigida com apelos para a Comunidade Internacional e para a ONU, na esperança que isto colocaria um pressão possitiva sobre o Governo Indiano. Mas pouco tem mudado – até recentemente.


Em Outubro de 2001, líderes Dalits se encontram com 740 líderes cristãos na Índia em uma histórica reunião. Eles concordaram em permitir que as pessoas sigam a Cristo, se estas pessoas decidirem por isso. Os líderes cristãos, em troca, se comprometeram ajudar esse movimento em massa, apesar dos riscos envolvidos.

Originalmente, alguns anos atrás, o líder Dalit (especificamente Ram Raj e outros) tinham se encontrado com certos cristãos na Índia que tinham recusado aceitar este esmagador número de pessoas em suas igrejas. Desencorajado, os líderes Dalits, como o líder Dr. Ambedkar então se converteram ao Budismo.




FATOS SOBRE OS DALITS

• A cada dia, três mulheres Dalits são estrupadas;

• Crianças Dalits são freqüentemente forçadas a sentarem de costas nas suas salas de aula, ou mesmo fora da sala;

• A maioria das pessoas das castas altas evitarão terem Dalits preparando a sua comida, por medo de se tornarem imundos;

• Em muitas partes da Índia, Dalits não são permitidos entrar nos templos e outros lugares religiosos;• 66% são analfabetos;

• A taxa de mortalidade infantil é perto de 10%;

• A 70% são negado o direito de adorarem em templos locais;

• 57% das crianças Dalits abaixo da idade de quarto anos estão muito abaixo do peso;

• 300 milhões de Dalits vivem em Índia;

• 60 milhões de Dalits são explorados através do trabalho forçado;

• A maioria dos Dalits são proibidos de beber da mesma água que os de castas mais altas.

Na foto abaixo, uma senhora Dalit faz suas atividades normais do dia-a-dia.


Isso mesmo, esta senhora dalit, ou seja, uma intocável, varre as fezes humana para sobreviver.

Mesmo nas cidades, aqui na Índia, ainda não temos serviço de esgoto disponível para todos e muitos dos esgotos são a céu aberto.

A função dos intocáveis eh "limpar", varrer estes esgotos com uma vassoura feita de fibra de coco.

Imagine o cheiro destes esgotos sob o calor de 46 graus do verao!

QUAL A MELHOR DEFINIÇÃO PARA UM DALIT.

Dalits são seres que na verdade não são humanos, só por não terem nenhuma casta, são animais e por isso tratados como tal, não como vacas é claro, pois elas são sagradas, Hare Baba!

O que pode ser
Pode ser...

Um mendigo indiano
Alguém que nasce sem pertencer a nenhuma casta
Alguém que foi expulso de sua casta
Uma mendiga indiana
Qualquer um que você queira sacanear

Tentando descobri-los
Se você descobrir que alguém é um dalit, alerte a todos para que não o toquem ou ficarão impuros, porém se vir a acontecer você deve tomar banho na água do rio Ganges oque é nojento, por isso evite ter contato físico com dalits.

Vida Sexual
Dalits podem ou não ter uma vida sexual normal, porém, eles não podem ser muito seletivos e tem de aceitar seu lugar e desfrutar de mulheres.



Por Gospel for Ásia – Dalit Awakening (tradução livre) http://www.dalit-awakening.org/index.html